Nos tempos do DJ, o Cruzeiro jogava com dois volantes, que saiam pro jogo o tempo todo.
O time estraçalhava adversários, mas não segurava placar. Nem mesmo 3×0 em casa dava sossego à torcida.
Adílson Baptista acrescentou um volante à formação celeste e o time melhorou. Continuou ofensivo, mas com desempenho defensivo superior ao da esquadra anterior.