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quinta-feira, 18 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.
- Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.
- Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
- Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
- Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
- Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
- Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
- Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
- Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
- Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
- Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
- Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
- Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
- Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
- Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
- Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
- Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração.
- Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol.
- Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
- Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
- África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 América-MG, no Mineirão, em 14mar10, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010:
- Fábio – Teria sido outra atuação perfeita não fosse a falta de um um pouco mais de impulso pra desviar o chute de Leandro Ferreira no gol de empate do América. O goleiro chegou a tocar na bola, mas não conseguiu espalmá-la pra escanteio.
- Marcos – O sistema pedia um ala, mas ele foi lateral. Não comprometeu, mas também não brilhou.
- Leo Fortunato – Após vários meses de inatividade, voltou tranquilo e jogou até quando as forças permitiram, sem erros dignos de nota.
- Cláudio Caçapa - Participou intensamente da partida. Como líbero, foi agressivo indo longe em suas investidas nas saídas de bola. Quando virou beque-beque, tomou um drible desconcertante de Joãozinho, que quase resulta em gol de Luciano, e um giro de Fábio Jr., no 2º gol do América. De bom, seu entusiasmo de garoto, que obriga o resto da rapaziada a entrar no clima do jogo.
- Gil – Sem sustos no 1º tempo, passou apertado quando o América escalou Joãozinho pra jogar ao lado de Fábio Jr. Mas não comprometeu.
- Uchoa - Na verdade, não deu show coisa nenhuma. O título do post é só uma brincadeira com os sons das palavras. Mas teve ótimo desempenho na lateral-esquerda e também quando foi chamado a praticar a volância. Marcou bem, deu ótimos passes, demonstou maturidade. Foi eleito o melhor em campo tanto pelo comentarista Lélio Gustavo, quanto pelo treinador Adílson Baptista. Ou seja, agradou a gregos e troianos. E se disse aluno do Mestre Paraná, na coletiva pós-jogo. Boa escola. Baianamente, sem agitação -sua prosa carrega mais o sotaque sutil de Dorival Caymmi do que o entusiasmo verborrágico dos cantores de axé-, ele vai longe. Anotem.
- Magalhães – Entrou pra jogar na lateral-esquerda barrando os avanços de Gabriel e cumpriu o prometido.
- Fabinho - Excelente na contenção, ainda fez um belo gol pegando de chapa, com precisão, da entrada da área. Até aí, tudo bem. Agora, exigir posição no time, usando microfones, já é um pouco demais. Até porque suas boas apresentações perdem, de longe, para as medíocres, desde que chegou a Beagá. Jogando mais vezes como o fez ontem, ele certamente descola uma vaga no time sem precisar plantar crises.
- Diego Renan - Jogando do meio pra frente foi bem e criou jogadas perigosas. Na lateral-direita, no fim do jogo, esteve mais burocrático.
- Bernardo - Despachado, participou de vários lances importantes, girou nas costas dos volantes americanos, municiou o ataque, sofreu pênalti, bateu falta com categoria. Nos planos técnico e tático, foi bem. No mental, deixou a desejar com suas comemorações destemperadas. A troco de quê? Os portadores de aparelhos auditivos ultra-sensíveis dirão que ele foi vaiado. Foi coisa nenhuma. Levou, no máximo um murmúrio do 7A. Fosse isto tão relevante, nem Tostão teria levado adiante sua carreira. Certo é que a autoflagelação com socos no peito e gritaria só vai lhe provocar lesões nas costelas, jamais a simpatia do torcedor comum, o que vai a campo se divertir e não assistir a espetáculos de autoflagelação. Menos, garoto. Jogue sua bolinha e construa uma carreira sem arroubos desnecessários.
- Leandro Lima - Depois de muito tempo sumido, entrou com fome de bola, partiu pra cima da defesa coelha e fez boas jogadas. Tomara que encontre o espaço, que está buscando em campo e não nos microfones.
- Eliandro – Esforçado, mas pouco inspirado.
- Wellington Paulista - Esforçado e inspirado fez um golaço e serviu outro. Perdeu um pênalti por méritos de Gléguer, que buscou a bola no canto, e ainda serviu de babá pro agitado Bernardo. Como sempre, sua presença na partida foi notada, pois de apático ele não tem nada.
- Kieza – Entrou e mostrou oportunismo marcando o 2º gol, mas ainda não se entrosou com os colegas.
- Adílson Baptista - Inventou um sistema esquisito que fez o catadão dominar amplamente o 1º tempo: 2 laterais, 3 beques, um deles com liberdade pra sair jogando, um volante de contenção, outro com liberdade pra apoiar, um armador e dois atacantes o que. traduzido em números, dá 5-2-1-2. No 2º tempo, acompanhou Mauro Fernandes, que trocou o 3-6-1 pelo 4-4-2. Suas substituições funcionaram e o placar, ainda que apertado, foi justo.
- Torcida - Pequena, porém animada. Empurrou o time e fez festa até pra natureza, comemorando raios, trovões e granizo. Parte dela reagiu mal aos gestos destemperados do garotão Bernardo aplicando-lhe vaias. Outra parte, satisfeita com a vitória, tirou de letra os excessos e aplaudiu o malcriado.
- Juiz & bandeiras - O Juíz deixou de marcar um pênalti de Fabrício em Eliandro e um dos bandeiras parou um ataque do América com impedimento mal marcado. Se estivessem na sala de edição de imagens da TV teriam acertado, mas como estavam em campo, erraram. Favor reclamar com quem criou o ser humano com dois olhos ao invés de 20 câmeras.
- América-MG - Mauro Fernandes mostrou competência pra alternar sistemas de jogo conforme as exigências da partida. Gléguer defendeu pênalti, o que não é pouco. Leandro Ferreira, volante de contenção e de armação, fez um belo gol e foi o melhor do time. Joãozinho fez a jogada mais bonita da partida, uma réplica do baile de Ronaldinho em Kanapkis, em 1994. Fábio Jr., apesar dos gols perdidos, incomodou e, no fim, deixou sua marca. Os laterais-alas, Danilo e Rodrigo, estiveram bem no 2º tempo. Dudu, apesar das entradas fortes, que deu e recebeu, também esteve bem. Ridículo foi apenas o 1/7 de presidente, Marcos Salum que praticou um chororô monumental ao final do jogo. Burrice. Ao invés de levantar o moral de sua torcida que, diga-se, anda desaparecida, exaltando outra bela exibição do time verde-e-preto em clássicos citadinos, ele optou por acusações manjadas, sem pé nem cabeça, cujo único objetivo é pressionar as arbitragens. Ô falta de inteligência! Torcedor se motiva com discurso pra cima, até com um certo grau de arrogância, jamais com um convite pra viver num vale de lágrimas.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adílson Batista – Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar justamente nos espaços que Luxa não havia deixado na etapa inicial, mas, ambicioso, concedeu na final. Livre o Sr. Secco fez um estrago no time listrado.
- Torcida - Cliquem na palavra torcida para assistirem a um pouco das maldades que a cruzeirense perpetrou no RapoCota. Além de ganhar o duelo contra a Definhante em lugares ocupados e incentivo à equipe, a torcida do Cruzeiro produziu um mosaico laranja, o Flanelaço, para agradecer ao rival, que guardou a vaga do Mais Querido de Minas na Libertadores 2010. Quando se dedica a fazer farra, a torcida é nota 10. Não pode é ir além da brincadeira e aprontar confusão.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Fábio - No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
- Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.
- Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
- Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.
- Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
- Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
- Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
- Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
- Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
- Bernardo - Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
- Guerrón - Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado.
- Elicarlos – O lutador de sempre.
- Wellington Paulista - Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite.
- Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
- Adílson Baptista - Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
- Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.
- Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano?
- Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Henrique, volante do Cruzeiro: “O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
- Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
- Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
- Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição.
- Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
- Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça. Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
- Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
- Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
- Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
- André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
- Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá. E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
- Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
- Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
- Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
- Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
- Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
- Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
- Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!
Pesquisa: Romarol e JS
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mauro França
Pela primeira rodada do Grupo 7, o Cruzeiro vai à Buenos Aires enfrentar um Vélez motivado, que tem como maior trunfo um conjunto forte e entrosado, além de alguns bons valores individuais.
Adilson manteve o esquema usual, escalou Elicarlos no meio e desta vez optou por começar o jogo com Thiago Ribeiro no ataque, ao lado de Kleber.
1º TEMPO
Aos 2 minutos, bola pelo alto, Gilberto acompanhava a sua trajetória e ao girar o corpo para fazer o domínio, levanta o pé e atinge involuntariamente o zagueiro Sebá, que chegava para a dividida.
Pela imprudência, lance para amarelo, mas o juiz sacou logo o vermelho e começou a mudar a história da partida.
Qualquer estratégia já fica comprometida com uma expulsão no inicio do jogo. E mais ainda quando na sequencia o adversário faz um gol.
Aos 5, Cabrera foi lançado no espaço vazio da lateral esquerda celeste, chegou antes de Paraná e fez um cruzamento perfeito para Santiago Silva, que, no segundo pau, fulminou de cabeça para o gol. Vélez 1×0.
Para complicar, o juiz uruguaio tratou logo de mostrar que os critérios seriam completamente diferentes.
O rigor que teve na expulsão de Gilberto não seria aplicado em lances até piores dos jogadores do Vélez.
Como aos 6, quando Moralez, sem visar a bola, atingiu com um carrinho o tornozelo de Elicarlos e recebeu apenas o amarelo.
Ou quando Cubero fez duas faltas violentas em Kleber, aos 9 e 10 minutos, que lhe renderam apenas o amarelo, no segundo lance.
O Cruzeiro chegou com perigo aos 7. Jonathan cobrou uma falta na direita, Henrique penetrou livre pelo meio da área, em posição legal, e cabeceou fraco, facilitando a defesa de Montoya.
O Vélez fazia uma marcação agressiva (em todos os sentidos) a partir da intermediária e dificultava a saída de bola celeste.
No ataque, explorava principalmente o lado esquerdo da defesa celeste, onde Diego Renan se mostrava completamente perdido e a cobertura não funcionava a contento.
O jogo ficou quente, disputado com muita intensidade. Aos 17, Gil recebeu o amarelo por atingir um adversário rente à linha lateral.
Dois minutos depois, Kleber foi atingido com violência pela terceira vez, desta vez por Lima, que foi amarelado.
O Cruzeiro, mesmo com um a menos, não se intimidou. Tentou sair para o jogo e de certa forma conseguiu neutralizar a pressão do Vélez, que depois do gol só chegou com perigo aos 24. Depois de uma cobrança de falta, Santiago Silva apanhou a sobra dentro da área e bateu forte para o gol. Fábio fez grande defesa, cedendo escanteio.
O jogo ficou concentrado entre as intermediárias. Mesmo com muita movimentação dos homens de frente, apoiados por Jonathan e pelos volantes, o Cruzeiro chegava pouco ao ataque.
Sem espaço para tocar a bola, a saída muitas vezes era feita com chutões. O Vélez, mais preocupado em bater, até então criava poucos lances de perigo.
Aos 28, o tempo fechou depois que numa disputa de bola Thiago Ribeiro foi atingido no rosto. Os jogadores celestes foram pra cima, formou-se o bolo, com troca de empurrões e xingamento de ambos os lados.
O juiz mostrou amarelo para Leonardo Silva e Santiago Silva. O quarto para os argentinos, segundo para os cruzeirenses.
Depois dos 30 minutos o Vélez teve mais presença no ataque, criando seguidas situações de perigo, a maioria com Cabrera, que explorava o corredor aberto no lado esquerdo da defesa celeste.
Aos 36, depois de uma troca de passes pelo meio, a bola foi lançada para Silva, que sairia na cara do gol não fosse derrubado por Gil na meia lua. Gil recebeu o segundo amarelo e foi expulso corretamente. Na cobrança da falta, Silva disparou um petardo e Fábio fez boa defesa.
Se com 10 a situação já estava complicada, com 9 ficou muito mais. Adilson trocou o perdido Diego Renan por Thiago Heleno, para recompor a zaga.
O Vélez seguiu batendo. Aos 39, Sebá chutou Kleber, caído no chão, na cara do juiz, que mostrou apenas o amarelo para o zagueiro.
Aos 41, na base da raça, o Cruzeiro chegou com perigo. Jonathan cobrou falta, Kleber desviou de cabeça e a bola saiu à direita do gol.
Nos minutos finais o Vélez tocou a bola no ataque e terminou o primeiro tempo batendo. Aos 46, Somoza atingiu Kleber e foi amarelado.
2º TEMPO
O Cruzeiro para o 2º tempo sem alterações. O Vélez começou pressionando, insistindo nos cruzamentos para área.
Já prevendo o desgaste do time, Adilson trocou Thiago Ribeiro por Pedro Ken, na tentativa de reorganizar o sistema defensivo.
O jogo se transformou num ataque contra defesa. Com dois a menos, não restou alternativa ao Cruzeiro que não se defender.
Kleber ficou isolado na frente, marcado por pelo menos três adversários. A defesa, no sufoco, despachava a bola do jeito que dava. Ao menos não faltou luta e dedicação.
Fora os cruzamentos para a área, o Vélez pouco criava. Teve uma chance clara aos 13 minutos, quando Lopez apareceu livre na cara do gol e chutou por cima.
Um minuto depois, Silva recebeu na entrada da área, livrou-se de Thiago Heleno e bateu para o gol, com perigo.
Sem conseguir transformar a superioridade numérica e o amplo domínio das ações em gols, Ricardo Gareca fez duas alterações aos 19. Cabral e Martinez substituíram, respectivamente, Lima e Cabrera.
Aos 21, Adilson trocou Kleber por Wellington Paulista, que se dedicou mais a ajudar na marcação.
Numa das poucas tentativas de ataque no 2º tempo, Henrique recebeu na esquerda e voltou para Paraná, que arriscou de fora da área e mandou longe do gol.
O Vélez seguiu forçando o jogo pelo lado esquerdo da defesa e teve ótima oportunidade aos 24. Após cruzamento, Martinez se antecipou à zaga e jogou por cima do gol.
Até que aos 32 o Vélez finalmente conseguiu ampliar o marcador. Moralez foi ao fundo e cruzou para Martinez, que, já na pequena área, apenas escorou para o gol. Vélez 2×0.
O panorama do jogo seguiu inalterado até o final. O Vélez insistiu no ataque e o Cruzeiro resistiu bravamente.
Já aos 40 minutos, Otamendi cometeu falta violenta em Wellington Paulista e foi amarelado. Foi o 7º cartão do Vélez, que cometeu o dobro de faltas que o Cruzeiro.
Há que se destacar o empenho e a dedicação dos jogadores durante todo o jogo e especialmente no 2º tempo.
Os que ficaram em campo lutaram com todas as forças e merecem aplausos pelo esforço heróico para resistir à pressão a que foram submetidos.
Restou a impressão de que o Cruzeiro tem todas as condições de conseguir a sua classificação.
A atuação do juiz foi desastrosa e influiu decisivamente no andamento da partida.
Foi rigoroso na expulsão de Gilberto e extremamente condescendente com as faltas violentas e agressões cometidas pelos argentinos.
PS: Deixo aqui minha homenagem ao grande amigo Leo Vidigal, que faz aniversário hoje, com votos de saúde, paz e sucesso.
Mauro França, 46, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete lagoas, mora em Belo Horizonte.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Fábio – Fez ao menos duas delas com alto grau de dificuldade. Não teve culpa nos gols.
- Jonathan – Esforçado, ajudou a diminuir espaços no meio de campo dificultando a articulação de jogadas pelos argentinos. Na lateral, carece de melhor técncia para marcação.
- Gil – Estabanado, foi envolvido várias vezes. No lance da expulsão, não restava outra alternativa que não fosse parar Santiago Silva com falta.
- Leonardo Silva – O melhor da defesa. Lutou muito, rebateu o que pôde.
- Diego Renan – Quando sobe ao ataque, o problema da marcação é do volante da cobertura. Mas quando está na defesa ele tem de encurtar espaços para o adversário. E este tem sido seu maior defeito. Os adversários têm tempo demais pra pensar, ajeitar o corpo e cruzar. É defeito sanável, mas que não pode esperar a vida inteira pra ser corrigido.
- Thiago Heleno – Entrou numa fria, com o time completamente batido e jogando apenas pra não levar goleada e se virou como pôde. Não comprometeu.
- Elicarlos – Lutou muito cainda pelas duas laterais num esforço de cobertura louvável.
- Henrique – Pelo espírito de luta mais do que pela técnica, foi um dos melhores em campo. Teve o tal espírito de Libertadores que é o de jamais afinar, porém com inteligência, sem querer virar herói a poder de soladas, cotoveladas e rasteiras.
- Marquinhos Paraná – Tentou jogar com racionalidade tocando a bola pra frear a correria dos locais. Na cobertura da lateral-esquerda, não foi bem sucedido chegando tarde nos lances e deixando Nicolás Cabrera passear na Avenida Diego Renan.
- Gilberto – Foi expulso aos 2 minutos por imprudência. No lance e na concepção de jogo. Divã, já!
- Kleber – Foi a válvula de escape do time ao receber a maior parte das bolas que a defesa e o meio de campo recapturavam. Amarrou o jogo, cavou faltas e tentou provocar a expulsão dos adversários, sem sucesso. Mas também correu risco de ser expulso nessas escaramuças. O conjunto da obra foi favorável, nas circunstâncias.
- Thiago Ribeiro – Muita dedicação na contenção, pouca eficiência ofensiva.
- Pedro Ken – Perdido em campo. Lento na marcação e armação, quando foi aoa ataque perdeu bola até pra si mesmo.
- Adílson Baptista – Preparou bem o time, escalou o melhor que tinha à disposição, mas viu todo trabalho se perder em duas expulsões. Tentou ensebar a partida, segurou dois atacantes até onde pôde, mas quando precisou do banco se estrepou. Pedro Ken fez cair a produção da equipe e Wellington Paulista nada acrescentou aela. No final, reconheceu, ao contrário dos conspiradões, que nem só os erros de arbitragem derrubaram seu time. Houve falhas imperdoáveis de marcação. Mas isto não é da conta dos termocéfalos, que preferem jogar todas as pedras no juiz. Menos mal que, tendo percebido as falhas de marcação e de cobertura, poderá corrigi-las para extrair de seu limitado elenco performances de bom nível como as da Libertadores passada e também as da segunda metade do Brasileiro. Agora, se continuar perdendo um ou dois jogadores por partida, nem se aprender a anadar sobre as águas consegue botar o time nos trilhos.
- Torcida – Pelo menos 200 cruzeirenses compareceram ao estádio de Liniers e se fizeram ouvir, apesar da cantoria desenfreada dos 25 mil torcedores locais.
- Espírito de Libertadores – Se for entendido como necessidade de distribuir socos e pontapés, será prejudicial, pois os atletas brasileiros não são muito inteligentes nestas práticas. Se for entrega, disposição inteligência tática, visão estratégica, será positivo. Contra o Vélez, houve um pouco de cada item, só que nos momentos errados. Se jogasse melhor no começo e só perdesse a cebeça no fim, o time celeste, provavelmente, teria vencido.
- Juiz & Bandeiras – Tecnicamente bom, o apitador falhou na parte disciplinar. Se o critério de expulsão era o lance violento, por imperícia ou dolo, ele deveria ter mandado pro chuveiro Pablo Lima e Cubero. Ele não poupou cartões amarelos para os argentinos, que receberam sete. Mas desses cartões não conseguiu extrair um vermelho, pois os locais tomaram cuidado de se revezar nas faltas.
- Vélez Sarsfield – O time de Liniers deixou uma dúvida: joga só isso ou não preciso jogar mais do isso devido à facilidade de enfrentar um adversário com dois atletas a menos? Cabrera, que passeou pela direita, Santiago Silva, que marcou gol e incomodou a bequeira celeste, Somoza, o coração do time, e Moralez, o cérebro, foram os melhores.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Esta foi a semana do Cruzeiro:
- Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.
- Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
- Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
- Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
- Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
- Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
- Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei. Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.
Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.
E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Estas Páginas Heróicas Digitais abrigam verdadeiros fãs clubes de jogadores, treinadores, dirigentes, torcedores e até dos mascotes do Cruzeiro. E até de adversários, tamanha é a generosidade de alguns torcedores.
Eis alguns dos fãs clubes formados:
- Geração Copinha 2007 – Síndico, Celeste, Naldo
- Daniel Tijolo – Sobrinho, França, Arísio, Chiabi, Chaves, Geniba
- Marcinho Bochecha – Walterson
- Joabe – Chaves
- Juninho – Evandro, Velho Damas
- Leo Silva – Chiabi, Evandro
- Alex 10 – Todo mundo
- Fábio – Evandro, Velho Damas, Hugo, Naldo
- Adílson Baptista - Radicchi, Simone, França, Frede, Walfrido, Naldo, Ernesto, Olivieri, King Arthur, Arísio, Moema, Othon, Marc3lo, Seixas, Celeste
- Marquinhos Paraná – Síndico, Hugo, Hermes, Frede, França, Renato-SP, Flávio Carneiro, Vidigal, Moema, Seixas, Marc3lo, Douglas
- Araújo – Síndico, Hugo, Chiabi
- Nenê – King Arthur
- Jajá – Hugo
- DJ – Dylan
- Bernardo – Celeste
- Jonathan – Arreguy, Elias, Chiabi
- Cris – Síndico, Ernesto, Romarol. Naldo
- Raposão & Raposinho – Elias, Chaves, Síndico, Beth, Flávio Carneiro, Leopoldo
- Maluf – King Arthur
- Sorín – Schulman, Evandro, Beth, Olivieri, Walfrido, Dylan, Renato-SP, Flávio Carneiro, André, Vidigal, Romarol, Leopoldo, Carlão Azul, Marc3lo, Simone, Naldo
- Ramires – Quase todo mundo
- Thiago Heleno – Silvério, Simone
- Espinoza – Simões
- Bokirroto – Elian
- Apodi – Odair José
- Domingues - King Arthur, Odair José
- Jadílson – Odair José
- Marcel – Odair José
- Rômulo – King Arthur, Odair José
- Dylan – Geniba
- Geniba – Dylan
- Síndico – Juliana
- Autuori – Velho Damas, Odair José
- WP – Olivieri, Geniba
- ZZP – Velho Damas, Geniba, Chaves, Clemenceau, Louback, Sobrinho, Dylan, Chiabi, Celso, Carlão Azul
- Jussiê – Walfrido
- Celso – Celso
- Luxa – Dylan
- Ronaldo – Olivieri, Beth, Leopoldo
- Jefferson – Vinícius, Hugo
- Henrique – França, Walterson
- Weldon – Olivieri
- Andrey – Olivieri
- Wagner – Sobrinho, Chaves, Geniba
- Thiago Ribeiro – Malafaia, Arreguy
- Beque argentino - Um monte de gente
- Gladiador – Chaves, JJ
- Dioguardi – Chaves, Simone
- Marcelo Ramos – Olivieri, Romarol
- Valdir Barbosa – King Arthur
- Máfia Azul – Ianni
- TFC – Othon, Seixas
- Samuel Rosa – Rodrigo Gomes, Çangre Açul
- Lô Borges – Rosan, Celeste, Síndico
- Charles – França, Síndico
- Levir – Elias, Evandro
- Gabiru – Evandro
- Guilherme – Olivieri, Celeste, Simone
- Ney Franco – Chiabi
- Trio elétrico – Walfrido, Síndico
As incrições continuam abertas. E as mudanças de fã clube ainda são permitidas.
Quem não estiver se sentindo bem em seu fã clube, por gentileza, manifeste-se para que as mudanças sejam feitas.
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sábado, 9 de janeiro de 2010
O Sub18 do Atlético-MG vencia o Olé Brasil por 2×1 até o final do 2º tempo, em Ribeirão Preto. Mas tomou a virada com gols marcados aos 91 e aos 96, e caiu fora da Copa SP. Presente pro Evandrão. Ainda bem que o Velho Damas foi preservado desta decepção, pois New Farm não tem TV a cabo.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversário no Santos 1×2 Cruzeiro, na Vila Belmiro, Santos, pela 38ª rodada do Brasileiro, em 06dez09:
- Adilson Baptista – Valeu a pena aguarrrdarrr, como ele sempre pediu. No fim, Adílson alcançou seu objetivo colocando o time na Libertadores, apesar das dificuldades e perseguições que recebeu ao longo do ano. Contra o Santos, correu imenso risco na troca de WP por Caçapa. Deixar de fustigar a bequeira adversária, confiando apenas nos avanços dos laterais não deu certo, pois Jonathan foi expulso. Apostar todas as fichas na defesa superpovoada, também era uma temeridade como se viu quando ela falhou e concedeu o empate ao time local. Mas ele tinha uma carta na manga e jogou-a com sucesso ao trocar Diego Renan por Kleber.
- Torcida – Muitos cruzeirenses conseguiram vencer a desorganização que impera no Campeonato Brasileiro pra apoiar o time. Os desafios foram imensos: escapar das tocaias das organizadas peixeiras, conseguir comprar ingressos e, finalmente, entrar no estádio. Parabéns a eles pela coragem e solidariedade com a equipe.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ernesto Araújo
Semana passada, ainda havia esperança de que o Cruzeiro obtivesse a vaga para a Libertadores 2010. Muita esperança, pouca certeza, é bom que se diga.
O cenário não era muito animador. Jogaríamos contra o Santos fora de casa, com a obrigação de vencer, e ainda dependeríamos de derrotas do Palmeiras ou do São Paulo.
Foi quando recebi o convite de um colega santista que, na infância, fora torcedor do Cruzeiro: “Ernesto, vamos ao jogo no domingo?” E antes que eu respondesse, ele deu a ordem: “Você vai!”
Lembrei0-me da TFC: “Vou aonde voce for, só pra ver você jogar…”. Topei o convite.
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Levantamento do jornalista Gilmar Laignier, publicado no Superesportes em 30nov09, revela o público e a renda do Cruzeiro jogando em casa nesta temporada.
Médias de público pagante e de renda:
- Campeonato Mineiro: 18.335 torcedores e R$320.029,61
- Copa Libertadores: 41.269 torcedores e R$1.125.333,43
- Campeonato Brasileiro: 21.993 torcedores e R$374.210,32
- Números dos 35 jogos: 24.897 torcedores e R$510.445,62.
Como os Diários Associados não ficaram sabendo do jogo Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, na despedida de Sorín, este jogo não está computado.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Desde 2003, o Campeonato Brasileiro tem sido uma morrinha interminável.
Naquele ano, só foi emocionante pra torcida do Cruzeiro. E em 2004, só pra atleticanos e santistas.
Em 2005, não teve graça. Foi roubado.
Entre 2006 e 2008, foi arrastado. Todo mundo contando os dias pra chateação acabar.
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domingo, 22 de novembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético 1×1 Cruzeiro, na Arena da Baixada, Curitiba, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 21nov09:
- Adilson Batista – Bem marcado, pressionado na saída de bola, seu time não funcionou no 1º tempo. No 2º, quando o jogo ficou mais aberto, esteve sempre mais perto de perder do que de vencer, pois o contra-ataque, sua melhor opção ofensiva, não lhe foi concedido. O empate no fim acabou sendo um prêmio de consolação nada desprezível. Considerando-se o fraco elenco de que dispõe, levar a luta por um lugar no G4 até o fim do torneio é mérito seu. E um desespero para seus inimigos pessoais.
- Torcida – Compareceu, mas pouco se fez ouvir, pois a galera da casa não deu trégua em sua cantoria de 15 mil vozes.
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sábado, 21 de novembro de 2009
Em 6º lugar, com 55 pontos, o Cruzeiro pode subir até duas posições se vencer a partida. Guerrón, suspenso, desfalca o time.
Em 15º lugar, com 43 pontos, o Atlético ainda corre risco de rebaixamento. Rafael Miranda, lesionado, será o desfalque do rubronegro paranaense.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×1 Grêmio, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 14nov09:
- Adílson Baptista - Viu seu time cercado impiedosamente pelo adversário no 1º tempo, viu que Maylson mudou a cara do jogo com suas arrancadas para o atque, percebey que Douglas Costa estava criando dificuldades para sua defesa e que Máxi López exigia ao menso dois marcadores. Viu e contra-atacou com as trocas de Jonathan por Guerrón e de Ribeiro por Soares, que proporcionaram os melhores momentos do time e atormentaram o Grêmio. Só não conseguiu convencer seus joagdores a rodar a bola, no final da aprtida, aproveitando a vantagem de um jogador ao invés de tentar segurá-la nas laterais. Também não pôde fazer nada quando Máxi López, sozinho, desmontou sua defesa dois minutos depois do tempo regulamentar. Restou lamentar mais uma mancada de um time bem treinado, mas com pouca categoria e recheado de jogadores de pouca percepção do que está acontecendo em campo.
- Torcida - Respondeu ao apelo do time e compareceu em bom número. Fez muita festa, principalmente, quando os alto-falantes anunciavam os gols do Coritiba no Couto Pereira. Pena que o país não ouça seus cânticos pela eterna burrice da Máfia Azul que, em vez de entoar loas ao clube, prefere gritar palavrões contra o rival citadino. Nesses momentos, a TV tira o som da galera e os telespectadores de todo o país têm a impressão de que o cruzeirense não vibra nem empurra o time. Burrice siderúrgica, repetitiva, mas que, querem saber de uma coisa?, jamais mudará. Tudo porque o torcedor desorganizado prefere o o “Ei, G, VTNC!” aos hinos mais elaborados da TFC, que ela não consegue aprender. Questão de QI médio muito baixo.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Quarta-feira de pouco futebol e vasta mesmice no Morrinhão e na Sul-americana.
No Parque Antártica, com apenas 17.133 pagantes, Palmeiras 2×2 Sport. A SEP é a pior favorita ao título brasileiro de toda a história do Morrinhão.
Time desconjuntado, sem imaginação, puro vapt-vupt, com muitos defensores inúteis e carência de armadores inteligentes.
O Sport abriu dois gols de frente e só não se aguentou porque seu contra-ataque foi ineficiente mesmo pegando a bequeira porcina de calças nas mãos várias vezes.
E porque o Juiz apitou duas vezes no lance do gol de empate. Uma pra parar a defesa, outra pra validar o gol. Bem bolado! Do jeito que Dr. Luiz Gonzaga aprecia.
Final feliz pra Cocota que, se vencer o Coxa, dará um passo gigantesco rumo ao título. Ou o Mengão dá conta de segurar a onda?
Na Olla Azulgrana, em Assunção, perante 25.000 espectadores, Cerro Porteño 0×1 Fluminense. Com o protocolar gol de Fred, o Tricolor põe um pé na final da Copa Sul-americana.
No final, pedradas para o trio de arbitragem, os policiais, adversários, enfim, qualquer um que não estivesse trajando azul e grená.
Pedradas, de novo. Quanta falta de imaginação dos torcedores do Cerro Porteño!
E quanta irresponsabilidade da Conmebol, que permite jogos em estádios inseguros como a Olla, o Pacaembu, São Januário e a cancha do Lanus.
Estas porcarias, sim, são as tais veias abertas da América Latina, um continente cada vez mais caótico e atrasado.
Resumo da noitada boleira: A SEP jogou pedrinhas e a galera do Cerro, pedronas. E segue o baile!
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Sport 2×3 Cruzeiro, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Ilha do Retiro, em 07nov09:
- Fábio – Alguns consideraram imprudente a saída no 1º gol do Sport. Se tivesse ficado, Wilson não teria o arco aberto à sua disposição. Provavelmente, esses mesmos torcedores o teriam criticado por não sair pra abafar a jogada. No 2º gol, nada pôde fazer. Nos demais lances, esteve correto.
- Jonathan – Ficou na poeira, o tempo em que subia pouco ao ataque e, muitas vezes, cumpria o papel de terceiro beque. Quando começou a fazer as jogadas certas no ataque recebeu carta branca pra avançar. Agora, só volta a custo e deixas espaços para os contra-ataques dos adversários. Quem fica na sua cobertura e mais o zagueiro central, pagam a contapor não conterem as blitze pelo lado direito da defesa celeste. Contra o Sport, Henrique e Gil pagaram a conta, mas sobrou também para Paraná e Leonardo. Não está sendo boa a decisão apostar todas as fichas na função de ponta ou de meia-direita. No 4-4-2, defender ainda é a principal atividade de um lateral. Como atacante, saiu-se bem. Mas é rpeciso equilíbrio.
- Gil – Estabanado no 1º tempo, entrou nos eixos no 2º. Em sua defesa, diga-se que o Sport forçou o jogo pelo setor direito da defesa celeste e, muitas vezes, ele teve que sair em busca de atacantes ágeis, quando sua especialidade é a bequeira, lugar de rebatidas, “despachos” e corpo-a-corpo conm centroavantes.
- Leonardo Silva – Tomou um drible de Arce no 1º gol, quando saiu para cobrir Gil, mas recuperou-se, chefiou a defesa e ainda teve forças pra atacar nas bolas paradas. Numa delas, fez o gol de empate, melhroando seu conceito com a torcida e os comentaristas, que lhe encheram a bola nas avaliações pós-jogo.
- Diego Renan – Atacante no 1º tempo, quando voltou pra defesa, não conseguiu marcar com eficiência. Bom atacante, defensor mediano, acabou sacado porque o time precisou marcar forte pra segurar a vantagem no 2º tempo.
- Henrique – Com Diego e Fabrício atacando e Leonardo às voltas com as falhas do parceiro de zaga, teve dificuldades no 1º tempo, pois Fininho, Fabiano, Pimenta e Arce atacaram pelo corredor deixado por Jonathan. Depois, com o time mais equilibrado defensivamente, quando Paraná virou líber à frtente da zaga, armou boas jogadas pela esquerda e arriscou saídas pela esquerda. Numa delas,cavou e bateu o lateral que resultou na jogada do gol da vitória.
- Fabrício – Foi mais armador e atacante do que volante de contenção, o que enfraqueceu o sistema defensivo. Sua determinação contagia o time na busca de vitórias. Saiu baleado após esforçar-se além do que permitia sua condição física.
- Fabinho – Foi um bom volante de contenção. Como exigia a fase do jogo em que atuou.
- Marquinhos Paraná – Teve dificuldade para cobrir o setor abandonado por Renan, que jogou como meia e ponta-esquerda. Mas foi quem conserou a defesa quando o treinador reposicionou o sistema defensivo, ássando-lhe a incumbência de proteger a zaga. O fez com maestria.
- Athirson – Entrou com o time em vantagem e arriscou pouco. Cuidou do corredor esquerdo e saiu pouco para o ataque.
- Gilberto – Bem marcado, pouco apareceu no começo da partida. Aos poucos, encontrou espaços para jogar pelo lado esquerdo criando dificuldades para o lateral improvisado, Moacir. Em seu melhor lance, serviu Leonardo Silva para o gol de empate.
- Thiago Ribeiro – O lutador de sempre marcando a saída de bola. O jogador tático de sempre abrindo a defesa com jogadas pelos flancos. Eainda fez um gol, o que está começando a virar rotina. Boa atuação.
- Wellington Paulista – Obrigou Magrão a praticar uma grande defesa, deu passe para o gol de Guerrón e lutou como sempre.
- Guerrón – Marcou um gol, fez algumas boas jogadas com seu entusiasmo de atacante-atacante. Com o passar do tempo, perdeu o pique e foi se apagando. Se conseguir se manter ligado durante todo o tempo, pode se firmar no time.
- Adílson Baptista – Se o futebol indígena do começo da partida, quando os dois laterais e um dos volantes partiram para o ataque ao mesmo tempo deixando a defesa desprotegida foi determinado por ele, foi mal. Se não foi, melhor. De qualquer forma, acertou a marcação colocando Paraná na contenção. E foi consciente ao promover alterações pra não permitir uma nova virada por falta de consistência defensiva.
- Torcida – Compareceu em bom número e, mesmo em minoria, muitas vezes dominou a cena. Principalmente, quando a torcida local caiu em depressão. Ao menos, foi o que se pôde ouvir na transmissão do PFC.
- Juiz & Bandeiras – Houve impedimento não marcado no primeiro gol do Sport. As demais decisões foram corretas, incluindo as duas expulsões de jogadores do Sport, que se excederam nos pontapés.
- Adversários – Wilson fez dois gols, Fabiano deu muito trabalho enquanto esteve em campo, Magrão fez boas defesas, Pimenta foi um armado lúcido. Os demais lutaram, mesmo com perspectivas quase nulas de conseguirem livrar seu time do rebaixamento.
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 Santo André, pela 32ª rodada do Campeoanto Brasileiro, no Mineirão, em 28out09:
- Adílson Batista - Há quanto tempo não se fala mais de golfistas no Cruzeiro? E cadê aquela manjada malemolência de outros campeonatos? Adílson acabou com tudo isto. Um grande treiandor, sem dúvida. No jogo, que ficará marcado por sua voadora comemorativa no gol da vitória, ele tirou uísque 18 anos de tonel de cachaça ruim (d’après Wall Free Dow Jones), inventando até substituição de beque por meia-atacante.
- Torcida – Espetacular. Incentivou do início ao fim. Mas, cá pra nós, 20 mil foi público de Rrual, não de Morrinhão.
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Tags: Adílson Batista, Adversários, bandeiras, Bernardo, Brasil, Brasileiro, Cruzeiro, Diego Renan, Fabrício, Fábio, Gil, gol, Henrique, jogadores, Jonathan, juiz, Marquinhos Paraná, Mineirão, Placar, Rômulo, rodada, Santo André, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, torcida
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