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quinta-feira, 18 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.
- Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.
- Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
- Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
- Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
- Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
- Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
- Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
- Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
- Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
- Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
- Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
- Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
- Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
- Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
- Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
- Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração.
- Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol.
- Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
- Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
- África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 América-MG, no Mineirão, em 14mar10, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010:
- Fábio – Teria sido outra atuação perfeita não fosse a falta de um um pouco mais de impulso pra desviar o chute de Leandro Ferreira no gol de empate do América. O goleiro chegou a tocar na bola, mas não conseguiu espalmá-la pra escanteio.
- Marcos – O sistema pedia um ala, mas ele foi lateral. Não comprometeu, mas também não brilhou.
- Leo Fortunato – Após vários meses de inatividade, voltou tranquilo e jogou até quando as forças permitiram, sem erros dignos de nota.
- Cláudio Caçapa - Participou intensamente da partida. Como líbero, foi agressivo indo longe em suas investidas nas saídas de bola. Quando virou beque-beque, tomou um drible desconcertante de Joãozinho, que quase resulta em gol de Luciano, e um giro de Fábio Jr., no 2º gol do América. De bom, seu entusiasmo de garoto, que obriga o resto da rapaziada a entrar no clima do jogo.
- Gil – Sem sustos no 1º tempo, passou apertado quando o América escalou Joãozinho pra jogar ao lado de Fábio Jr. Mas não comprometeu.
- Uchoa - Na verdade, não deu show coisa nenhuma. O título do post é só uma brincadeira com os sons das palavras. Mas teve ótimo desempenho na lateral-esquerda e também quando foi chamado a praticar a volância. Marcou bem, deu ótimos passes, demonstou maturidade. Foi eleito o melhor em campo tanto pelo comentarista Lélio Gustavo, quanto pelo treinador Adílson Baptista. Ou seja, agradou a gregos e troianos. E se disse aluno do Mestre Paraná, na coletiva pós-jogo. Boa escola. Baianamente, sem agitação -sua prosa carrega mais o sotaque sutil de Dorival Caymmi do que o entusiasmo verborrágico dos cantores de axé-, ele vai longe. Anotem.
- Magalhães – Entrou pra jogar na lateral-esquerda barrando os avanços de Gabriel e cumpriu o prometido.
- Fabinho - Excelente na contenção, ainda fez um belo gol pegando de chapa, com precisão, da entrada da área. Até aí, tudo bem. Agora, exigir posição no time, usando microfones, já é um pouco demais. Até porque suas boas apresentações perdem, de longe, para as medíocres, desde que chegou a Beagá. Jogando mais vezes como o fez ontem, ele certamente descola uma vaga no time sem precisar plantar crises.
- Diego Renan - Jogando do meio pra frente foi bem e criou jogadas perigosas. Na lateral-direita, no fim do jogo, esteve mais burocrático.
- Bernardo - Despachado, participou de vários lances importantes, girou nas costas dos volantes americanos, municiou o ataque, sofreu pênalti, bateu falta com categoria. Nos planos técnico e tático, foi bem. No mental, deixou a desejar com suas comemorações destemperadas. A troco de quê? Os portadores de aparelhos auditivos ultra-sensíveis dirão que ele foi vaiado. Foi coisa nenhuma. Levou, no máximo um murmúrio do 7A. Fosse isto tão relevante, nem Tostão teria levado adiante sua carreira. Certo é que a autoflagelação com socos no peito e gritaria só vai lhe provocar lesões nas costelas, jamais a simpatia do torcedor comum, o que vai a campo se divertir e não assistir a espetáculos de autoflagelação. Menos, garoto. Jogue sua bolinha e construa uma carreira sem arroubos desnecessários.
- Leandro Lima - Depois de muito tempo sumido, entrou com fome de bola, partiu pra cima da defesa coelha e fez boas jogadas. Tomara que encontre o espaço, que está buscando em campo e não nos microfones.
- Eliandro – Esforçado, mas pouco inspirado.
- Wellington Paulista - Esforçado e inspirado fez um golaço e serviu outro. Perdeu um pênalti por méritos de Gléguer, que buscou a bola no canto, e ainda serviu de babá pro agitado Bernardo. Como sempre, sua presença na partida foi notada, pois de apático ele não tem nada.
- Kieza – Entrou e mostrou oportunismo marcando o 2º gol, mas ainda não se entrosou com os colegas.
- Adílson Baptista - Inventou um sistema esquisito que fez o catadão dominar amplamente o 1º tempo: 2 laterais, 3 beques, um deles com liberdade pra sair jogando, um volante de contenção, outro com liberdade pra apoiar, um armador e dois atacantes o que. traduzido em números, dá 5-2-1-2. No 2º tempo, acompanhou Mauro Fernandes, que trocou o 3-6-1 pelo 4-4-2. Suas substituições funcionaram e o placar, ainda que apertado, foi justo.
- Torcida - Pequena, porém animada. Empurrou o time e fez festa até pra natureza, comemorando raios, trovões e granizo. Parte dela reagiu mal aos gestos destemperados do garotão Bernardo aplicando-lhe vaias. Outra parte, satisfeita com a vitória, tirou de letra os excessos e aplaudiu o malcriado.
- Juiz & bandeiras - O Juíz deixou de marcar um pênalti de Fabrício em Eliandro e um dos bandeiras parou um ataque do América com impedimento mal marcado. Se estivessem na sala de edição de imagens da TV teriam acertado, mas como estavam em campo, erraram. Favor reclamar com quem criou o ser humano com dois olhos ao invés de 20 câmeras.
- América-MG - Mauro Fernandes mostrou competência pra alternar sistemas de jogo conforme as exigências da partida. Gléguer defendeu pênalti, o que não é pouco. Leandro Ferreira, volante de contenção e de armação, fez um belo gol e foi o melhor do time. Joãozinho fez a jogada mais bonita da partida, uma réplica do baile de Ronaldinho em Kanapkis, em 1994. Fábio Jr., apesar dos gols perdidos, incomodou e, no fim, deixou sua marca. Os laterais-alas, Danilo e Rodrigo, estiveram bem no 2º tempo. Dudu, apesar das entradas fortes, que deu e recebeu, também esteve bem. Ridículo foi apenas o 1/7 de presidente, Marcos Salum que praticou um chororô monumental ao final do jogo. Burrice. Ao invés de levantar o moral de sua torcida que, diga-se, anda desaparecida, exaltando outra bela exibição do time verde-e-preto em clássicos citadinos, ele optou por acusações manjadas, sem pé nem cabeça, cujo único objetivo é pressionar as arbitragens. Ô falta de inteligência! Torcedor se motiva com discurso pra cima, até com um certo grau de arrogância, jamais com um convite pra viver num vale de lágrimas.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Tivemos uma boa arbitragem. Pode ter errado em determinados lances, mas não vejo por esse lado, não. O jogo foi bom e decidido pelos jogadores. É preciso parar de pressionar. Esse filme já conhecemos desde o ano passado. O Jurandy Gama Filho falou que iria tomar as providências, porque no ano passado falavam que era uma quadrilha, enfim, uma coisa feia. Eu achei que o Fábio não tinha necessidade de sair, e o Leo foi muito inteligente no lance. Foi muita coordenação, percepção e raça. Foi um lance importante, que acabou salvando. Estava 0×0. Tivemos algumas dificuldades porque o Muriqui criou muito para cima do Diego, mas corrigimos isso com a entrada do Pedro. No 2º tempo, com a troca, a gente melhorou, teve mais consistência, eles tiveram chances e nós também. O gol do Leo deu tranquilidade, depois veio um lance decisivo do Roger. As coisas ficaram sob controle, foi justo pelo 2º tempo que nós fizemos. O Cruzeiro foi mais eficiente, acabou fazendo os gols de bola parada. O deles também foi assim. Em lance que a bola era nossa, eles ficavam esperando para jogar de contra-ataque. Foram algumas metidas de bola para o Tardelli e o Muriqui. Mesmo atrás do marcador, ficaram esperando o Cruzeiro também. O Roger entrou dentro de uma previsão, ainda não está cem por cento fisicamente, o que é normal, vinha de um outro tipo de competição. Tem que ter paciência, calma, mas é um jogador talentoso, pegou, virou, enfiou a bola, penetrou, bateu falta, bateu escanteio, segurou, cavou falta, tudo aquilo que conhecemos do atleta. Eu vou ter de arrumar lugar para muita gente. Mas o lugar que eu falo pra eles é aqui, no dia a dia, treinando. Não é amiguinho da imprensa, amigo do diretor, amigo do presidente, da torcida, da facção. Comigo não tem conversa. Conversa do atleta profissional é dentro de campo. Está bem, vai jogar. Não está, espera, aguarda a oportunidade. Mas eu tenho tempo suficiente. O Roger está entrando de cabeça, querendo, pela qualidade que tem.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adílson Batista – Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar justamente nos espaços que Luxa não havia deixado na etapa inicial, mas, ambicioso, concedeu na final. Livre o Sr. Secco fez um estrago no time listrado.
- Torcida - Cliquem na palavra torcida para assistirem a um pouco das maldades que a cruzeirense perpetrou no RapoCota. Além de ganhar o duelo contra a Definhante em lugares ocupados e incentivo à equipe, a torcida do Cruzeiro produziu um mosaico laranja, o Flanelaço, para agradecer ao rival, que guardou a vaga do Mais Querido de Minas na Libertadores 2010. Quando se dedica a fazer farra, a torcida é nota 10. Não pode é ir além da brincadeira e aprontar confusão.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.
No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.
O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.
Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Tá sobrando gente espirituosa por aí. O que precisamos, é ficar antenados aos lances desses ases do gatilho verbal.
Confiram estes posts do Palmeira e do Chiabi (não confundir com Palmeira & Biá) e não riam se forem capazes.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Após 34 partidas, com 13 vitórias, 11 empates, 10 derrotas e aproveitamento de 49% dos pontos disputados, Muricy Ramalho foi demitido do Palmeiras.
Amadorismo é pouco. Queriam um treinador ou um milagreiro? Se contrataram Muricy pelo currículo vencedor, por que não lhe deram tempo pra organizar a algazarra reinante no clube?
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerrca do Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Futebol tem choque, futebol é para homem. Às vezes isso acontece, o importante é ter critério, calma. Os jogos no interior são mais truncados, a Caldense fez 20 faltas com apenas 30 minutos. O cartão vermelho foi em função de o Wellington ter subido no alambrado, não por falta maldosa. É claro que vamos conversar, pois precisamos terminar com os 11 jogadores e uma expulsão acaba sobrecarregando, pois o técnico tem que fazer alterações que não quer, por causa do desgaste. O importante é a vitória e, se não tirarem pontos da gente de novo, pois às vezes eles tiram, por enquanto estamos em 2º lugar. O time teve tranquilidade. Gilberto jogou bem, assim como o Bernardo, o Eli, que entrou bem pelo lado direito e o Eliandro. E os três lá atrás também estavam firmes. Importante era vencer o jogo. Agora, vamos descansar. Na terça-feira, a gente começa a pensar no clássico. Bernardo jogou bem, mas temos que ter calma. Vamos ter paciência, pois temos que ver contra quem que é e aonde que é. Essas coisas a imprensa precisa analisar. Quem foi o marcador? Eu vejo futebol assim. Às vezes se joga contra determinado adversário ou determinado marcador e já falam que é o Pelé. E Pelé não vai existir nunca mais.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Fábio - No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
- Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.
- Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
- Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.
- Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
- Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
- Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
- Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
- Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
- Bernardo - Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
- Guerrón - Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado.
- Elicarlos – O lutador de sempre.
- Wellington Paulista - Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite.
- Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
- Adílson Baptista - Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
- Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.
- Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano?
- Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.
Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.
Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.
Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD.
Lances + importantes do 1º tempo
- 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
- 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
- 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita.
- 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.
- 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.
- 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.
- 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.
- 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.
- 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.
- 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.
- 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.
- 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar.
- 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
- 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.
- 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão.
- 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
- 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.
- 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
- 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
- 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
- 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão.
- 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
- 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
- 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.
- 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.
- 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
- 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.
- 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
- 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.
- 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
- 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.
- 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.
- 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
- 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.
- 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
- 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
- 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos.
- 47 – Fim de 1º tempo.
- Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
- Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”
Lances + importantes do 1º tempo
- 17h12 – Começa o 2º tempo.
- 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.
- 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.
- 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.
- 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.
- 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.
- 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.
- 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.
- 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.
- 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos.
- 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora.
- 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora.
- 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
- 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
- 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
- 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
- 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.
- 28 – Camilo substitui Gilberto.
- 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
- 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
- 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
- 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel.
- 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
- 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.
- 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.
- 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.
- 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
- 47 – Fim de jogo.
- Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
- Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
- Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
- Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
- Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”
Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista – Histórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas – 1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Hey! Said my name is called disturbance Ei!
I’ll shout and scream, I’ll kill the king I’ll rail at all his servants
Well, what can a poor boy do
Except to sing for a rock’n'roll band ‘Cause in sleepy London town
There’s just no place for a street fighting man
No
O Cruzeiro tem sido pródigo na produção de cenas de violência, verdadeiras combinações de futebol com street fighting.
Na hora, os destemperos provocam raiva no aficcionado do jogo limpo, mas, bem digeridos, viram causos, entram pra memória afetiva do balípodo.
Confiram alguns desses lances (e acrescentem outros tão ou mais divertidos):
- Manos de Piedra - Cris aplicando um direto no queixo do goleiro emplumado na final do Mineiro 2004.
- Flor do Mal - Dracena, que nem um Xuarzenegue, destruindo o nariz do Alex Alves, num RapoCota de 2005.
- Assimulação – André Luiz aplicando cabeçada em Alício Alício Pena Jr., em Ipatinga, em 2007. Como o árbiro simulou ter recebido pancada, embora tenha assimilado o golpe com uma esquiva, o Chefão agrediu o vernáculo com o neologismo assimulação.
- Santo do Pau Oco - Gladiador expulso por troca de pontapés com Lauro, do Inter, no Mineirão, em 2009. Depois de jurar inocência e demonstrar perplexidade, Kleber foi pego na mentira. A TV mostrou que ele havia pisado no pé do goleiro.
- Pedalada - Gladiador fazendo de pedal de bicileta ergométrica a cara de um jogador boliviano, em Sucre, pela Libertadores 2009.
- Via Rápida - Zé Carlos expulso contra a Cocota, aos 7 segundos, após aplicar dois pescoções seguidos em Renan. no Mineirão, em 2009.
- Toma! - Adílson Baptista descendo malho nos tropeiristas e aplicando voadora na placa de publicidade, após a virada sobre o Sandré, no Mineirão, em 2009.
- Tomate Cru - Gilberto discutindo e, depois, xingando o árbitro PCO, na Arena da Baixada, contra o CAP, em 2009.
- Maquitasso - Gilberto nocauteando o baixinho Yecerotte, do Potosi, após uma perda momentânea controle emociona, em 2010.
- Karatê Kid – Gilberto aplicando voadora em Sebá, aos 2 minutos do jogo contra o Vélez, no José Amalfitani, em 2010.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Dois anos de Qatar não mataram Roger de sede. De água. Mas o deixaram seco por folia. E lá se vai nosso aeroportuário, de bar em bar, digo, de bloco em bloco, curtir a vida adoidado neste carnaval.
Enquanto a galera fica aqui debulhando lágrimas por conta da maldade dos argentinos e da insensibilidade do apitador uruguaio, Roger Secco já vestiu a camisa azul e saiu por aí…
Divirta-se, garoto.
Aproventando a ensancha oportunosa, recomendo ao estressado Gilberto, cair na farra pra limpar o HD.
Recife tem a folia mais indicada pra ele. Aqueles passinhos de frevo são café pequeno pra quem já está pegando da cintura pra riba.
Adílson, libere a tropa toda. Gandaia faz bem. Melhora o preparo físico. Deixa a alma mais leve.
Atendendo a pedidos… Deborah Secco vai curtir Carnaval no Rio, em Salvador e em Recife
Bia Sant’Anna, iG São Paulo, em 11fev10
Não estava nos planos de Deborah Secco cair na folia neste Carnaval. A pedido do marido Roger Flores, no entanto, a atriz vai cumprir o roteiro do confete completo: de Recife a Salvador, com um provável alô em um camarote carioca também.
Roger, que está há dois anos morando no Qatar, queria muito curtir o Carnaval no Brasil – onde, aliás, vai morar agora, depois que fechou contrato com o Cruzeiro. Como o time deu dois dias de folga ao jogador, sábado e domingo, ele logo animou a mulher a afivelar as malas.
Deborah então passa pelo Bloco Galo da Madrugada, no Recife, e depois segue para Salvador, onde dá pinta no trio de Ivete Sangalo, patrocinado pela TAM. Se tudo der certo, ainda pode encarar a Sapucaí. Mas de camarote, claro – e no da Brahma.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Henrique, volante do Cruzeiro: “O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
- Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
- Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
- Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição.
- Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
- Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça. Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
- Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
- Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
- Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
- André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
- Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá. E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
- Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
- Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
- Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
- Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
- Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
- Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
- Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!
Pesquisa: Romarol e JS
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Fábio – Fez ao menos duas delas com alto grau de dificuldade. Não teve culpa nos gols.
- Jonathan – Esforçado, ajudou a diminuir espaços no meio de campo dificultando a articulação de jogadas pelos argentinos. Na lateral, carece de melhor técncia para marcação.
- Gil – Estabanado, foi envolvido várias vezes. No lance da expulsão, não restava outra alternativa que não fosse parar Santiago Silva com falta.
- Leonardo Silva – O melhor da defesa. Lutou muito, rebateu o que pôde.
- Diego Renan – Quando sobe ao ataque, o problema da marcação é do volante da cobertura. Mas quando está na defesa ele tem de encurtar espaços para o adversário. E este tem sido seu maior defeito. Os adversários têm tempo demais pra pensar, ajeitar o corpo e cruzar. É defeito sanável, mas que não pode esperar a vida inteira pra ser corrigido.
- Thiago Heleno – Entrou numa fria, com o time completamente batido e jogando apenas pra não levar goleada e se virou como pôde. Não comprometeu.
- Elicarlos – Lutou muito cainda pelas duas laterais num esforço de cobertura louvável.
- Henrique – Pelo espírito de luta mais do que pela técnica, foi um dos melhores em campo. Teve o tal espírito de Libertadores que é o de jamais afinar, porém com inteligência, sem querer virar herói a poder de soladas, cotoveladas e rasteiras.
- Marquinhos Paraná – Tentou jogar com racionalidade tocando a bola pra frear a correria dos locais. Na cobertura da lateral-esquerda, não foi bem sucedido chegando tarde nos lances e deixando Nicolás Cabrera passear na Avenida Diego Renan.
- Gilberto – Foi expulso aos 2 minutos por imprudência. No lance e na concepção de jogo. Divã, já!
- Kleber – Foi a válvula de escape do time ao receber a maior parte das bolas que a defesa e o meio de campo recapturavam. Amarrou o jogo, cavou faltas e tentou provocar a expulsão dos adversários, sem sucesso. Mas também correu risco de ser expulso nessas escaramuças. O conjunto da obra foi favorável, nas circunstâncias.
- Thiago Ribeiro – Muita dedicação na contenção, pouca eficiência ofensiva.
- Pedro Ken – Perdido em campo. Lento na marcação e armação, quando foi aoa ataque perdeu bola até pra si mesmo.
- Adílson Baptista – Preparou bem o time, escalou o melhor que tinha à disposição, mas viu todo trabalho se perder em duas expulsões. Tentou ensebar a partida, segurou dois atacantes até onde pôde, mas quando precisou do banco se estrepou. Pedro Ken fez cair a produção da equipe e Wellington Paulista nada acrescentou aela. No final, reconheceu, ao contrário dos conspiradões, que nem só os erros de arbitragem derrubaram seu time. Houve falhas imperdoáveis de marcação. Mas isto não é da conta dos termocéfalos, que preferem jogar todas as pedras no juiz. Menos mal que, tendo percebido as falhas de marcação e de cobertura, poderá corrigi-las para extrair de seu limitado elenco performances de bom nível como as da Libertadores passada e também as da segunda metade do Brasileiro. Agora, se continuar perdendo um ou dois jogadores por partida, nem se aprender a anadar sobre as águas consegue botar o time nos trilhos.
- Torcida – Pelo menos 200 cruzeirenses compareceram ao estádio de Liniers e se fizeram ouvir, apesar da cantoria desenfreada dos 25 mil torcedores locais.
- Espírito de Libertadores – Se for entendido como necessidade de distribuir socos e pontapés, será prejudicial, pois os atletas brasileiros não são muito inteligentes nestas práticas. Se for entrega, disposição inteligência tática, visão estratégica, será positivo. Contra o Vélez, houve um pouco de cada item, só que nos momentos errados. Se jogasse melhor no começo e só perdesse a cebeça no fim, o time celeste, provavelmente, teria vencido.
- Juiz & Bandeiras – Tecnicamente bom, o apitador falhou na parte disciplinar. Se o critério de expulsão era o lance violento, por imperícia ou dolo, ele deveria ter mandado pro chuveiro Pablo Lima e Cubero. Ele não poupou cartões amarelos para os argentinos, que receberam sete. Mas desses cartões não conseguiu extrair um vermelho, pois os locais tomaram cuidado de se revezar nas faltas.
- Vélez Sarsfield – O time de Liniers deixou uma dúvida: joga só isso ou não preciso jogar mais do isso devido à facilidade de enfrentar um adversário com dois atletas a menos? Cabrera, que passeou pela direita, Santiago Silva, que marcou gol e incomodou a bequeira celeste, Somoza, o coração do time, e Moralez, o cérebro, foram os melhores.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O Vélez Sarsfield, que está completando 100 anos, e também foi fundado por italianos, é o único clube argentino com vantagem nos confrontos contra o Cruzeiro.
O azul-e-branco de Liniers chegou à Libertadores conquistando o torneio Clausrua da última temporada argentina.
No Apertura desta temporada, terminou em 3º lugar, atrás de Banfield e Newell’s Old Boys. E no atual Clausura está em 1º, embora esteja poupando titulares para a campanha da Libertadores.
A maior vantagem da equipe portenha é o entrosamento, pois sua direção manteve elenco e treinador do último título. O Cruzeiro também manteve o grosso da tropa dos últimos dois anos e está mais equilibrado.
Hoje, o bicampeão mineiro só não contará com o volante Fabrício, contundido. Já o Vélez não terá o lateral-esquerdo Papa, um de seus três jogadores de Seleção.
Pela força de seu time e tradição do futebol argentino na Libertadores, o Vélez é favorito esta noite. Mas o Cruzeiro tem futebol para pelear e pontuar na abertura do Grupo 7.
Lances + importantes do 1º tempo
- 21h55 – Começa a partida. Cruzeiro, com uniforme tradicional, defende o arco à direita das cabines. Velez com camisa branca e calções e meias azuis.
- 01 – Fábio defende bola cruzada por Cubero.
- 02 – Gilberto expulso por entrar com o pé alto e acertar a cintura do beque Sebá Dominguez, no meio de campo.
- 05 – Contra-ataque pela direita. Nicolás Cabrera cruza, Santiago Silva cabeceia, entre os beques celestes, à queima-roupa, sem chance de defesa pra Fábio. Vélez 1×0.
- 07 – Moralez acerta uma patada em Elicarlos e recebe cartão amarelo.
- 08 – Henrique cobra falta, Kleber cabeceia, Montoya defende.
- 09 – Cubero dá pontapé em Kleber na intermediária. Ribeiro cobra e acerta a torcida atrás do arco.
- 10 – Cubero derruba Kleber e recebe cartão amarelo.
- 12 – Vélez ataca pela direita. Cubero marca Kleber individualmente.
- 14 – Cabrera recua pra Montoya, que demora a repor a bola em jogo.
- 16 – Diego Renan tenta lançar Ribeiro, que fica parado. Montoya defende com os pés e demora a repor a bola.
- 17 – Gil pisa em Somoza e recebe cartão amarelo. Somoza cobra fraco, Fábio defende.
- 19 – Gil derruba Moralez no meio de campo. Falta.
- 20 – Pablo Lima acerta patada em Kleber no meio de campo. Cartão amarelo.
- 21 – Faltas: Vélez 7×6.
- 22 – Otamendi e Ribeiro trocam pontapés na lateral. Juiz manda seguir.
- 23 – Santiago Silva comete falta em Henrique. Jonathan cobra sobre a área, defesa corta.
- 24 – Cubero cobra falta para a área, Santiago chuta forte, Fábio defende no canto direito salvando gol certo.
- 25 – Vélez passeia pela ponta-direita, marca forte no meio e tem centroavante forte e oportunista. Cruzeiro inofensivo.
- 31 – Leonardo comete falta na intermediária. Lima cobra, Renan desvia para escanteio.
- 32 – Cabrera cruza, Leonardo corta.
- 33 – Cabrera cruza da direita, Fábio defende. Diego Renan leva um baile.
- 34 – Moralez dribla Elicarlos e cruza. Fábio defende.
- 35 – Somoza chuta de fora da área, por cima do travessão.
- 36 – Moralez passeia pela esquerda e passa Lopez, que chuta. Paraná corta. WP discute com o 4º árbitro.
- 37 – Gil derruba Santiago Silva na entrada da área pra evitar gol certo. Segundo amarelo e vermelho.
- 38 – Santiago Silva cobra falta com violência. Fábio defende.
- 39 – Cubero agride Kleber com pontapé sem bola e recebe apenas cartão amarelo.
- 40 – Thiago Heleno substitui Diego Renan.
- 41 – Otamendi derruba Kleber na ponta-direita. Jonathan cobra, Kleber desvia de cabeça, bola sai à direita de Montoya.
- 44 – Vélez toca bola no meio de campo. Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
- 45 – Cabrera avança pela direita e passa a Lopez, que chuta. Jonathan corta.
- 46 – Somoza revida com pontapé rasteira de Kleber no meio de campo, e recebe cartão amarelo.
Lances + importantes do 2º tempo
- Adílson Baptista: “Vamos tentar suportar mais 15 minutos, tirar um dos amarelados deles, equilibrar a partida e buscar o empate, depois.”
- 23h04 – Começa o 2º tempo.
- 01 – Torcida local canta alto. Torcida do Cruzeiro também canta apoiando seu time.
- 02 – Lima cruza da esquerda, Thiago Heleno corta de cabeça.
- 03 – Escanteio cedido por Henrique. Leonardo corta cruzamento, de cabeça.
- 04 – Lima cobra escanrteio, defesa corta. Lima cruza, Lopez cabeceia, Fábio defende.
- 05 – Kleber simula e ganha marcação de falta no meio de campo.
- 07 – Pedro Ken substitui Thiago Ribeiro.
- 09 – Cabrera cruza, bola acerta em Paraná e sai pra escanteio. Cabrera cobra, Leonardo corta.
- 10 – Elicarlos fecha alateral-esquerda. Pedro Ken fecha a esquerda. Todas as bolas são lançadas para Kleber.
- 11 – Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
- 12 – Santiago Silva recebe lançamento, Leonardo toma sua frente e é empurrado. Falta.
- 13 – Lima para Otamendi, que lança Lopez sozinho dentro da área. Arremtae por cima do travessão.
- 14 – Santiago recebe no ataque, corta Leonardo e arremata forte, à direita de Fábio.
- 16 – Bola é recuada pra Montoya que dá un chutão.
- 17 – Zapata e Santiago trocam passes, Fábio sai do gol e defende.
- 18 – Lopez recebe nas costas da defesa e chuta cruzado. Bola sai à esquerda de Fábio.
- 19 – Cabral substitui Lima, Martinez substitui Cabrera.
- 20 – Jonathan lança Ken na direita. Volante é desaramdo com facilidade pela defesa.
- 21 – Wellington Paulista substitui Kleber.
- 22 – Jonathan faz lançamento de 50 metros para Henrique, que passa a Paraná. Volante arremata alto, por cima do travessão.
- 23 – Jonathan trava Santiago, dentro da área, impedindo arremate do centroavante.
- 24 – Cubero cruza rasteiro da direita. Lopez divide comn Fábio na pequena área, a bola sai por cima do travessão.
- 26 – Elicarlos recebe lançamento de Henrique e descola escanteio na ponta direita. Jonathan cobra, TH cabeceia pra fora.
- 28 – MP desarmado no meio de campo. Moralez recebe na área e chuta por cima do travessão.
- 29 – Moralez dribla Elicarlos e cruza da esquerda. Lopez arremata, Jonathan corta e sai jogando.
- 30 – Moralez lança Santiago, que conclui mal. Fábio defende.
- 32 – Moralez vai à linha de fundo e cruza pra Martinez que, na pequena área, toca pras redes. Vélez 2×0.
- 35 – Martinez recebe na direita, entra na área e chuta. Paraná corta pra escanteio.
- 36 – Leonardo Silva chuta de 70 metros, Montoya apara a bola com peito e sai jogando.
- 38 – Moralez para Martinez que cruza da direita. Leonardo cede escanteio.
- 39 – Zarate substitui Santiago Silva.
- 40 – Moralez chuta de 40 metros, Fábio defende.
- 41 – Otamendi derruba WP e recebe cartão amarelo. TH cobra falta, pra fora.
- 42 – Moralez recebe lançamento na área, Fábio rebate com o pé.
- 43 – Sebá cruza da direita, Cabral, na pequena área, cabeceia por cima do travessão.
- 44 – Bola na área, TH espana. Bola na área, Fábio divide com Moralez e defende.
- 45 – Martinez ataca pela direita, mas é desarmado por MP.
- 46 – WP dá um chega-pra-lá em Cubero na lateral-direita.
- 47 – Velez toca bola no meio de campo. Bola sobre a área. TH corta de cabeça.
- 48 – Fim de jogo. Faltas: Vélez 33×15. Escanteios: Vélez 8×1. Impedimentos: Vélez 5×0.
- Wellington Paulista: “Se com um a menos é difícil, faltando dois é muito pior. Só dava mesmo pra defender.”
Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 10fev10, 21:509 (Horário de Brasília), Estádio José Amalfitani, Buenos Aires, 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010 – Transmissão: Globo Minas e SporTV – Público: – Renda: – Juiz: Martín Vázquez (Uruguai) – Bandeiras: Miguel Nievas e Carlos Pastorino (Uruguai) – Amarelos: Moralez, Cubero, Lima, Silva, Sebá Domínguez, Somoza, Otamendi (Vel), Gil, Leonardo Silva (Cru) – Vermelhos: Gilberto, Gil (Cru) – Gols: Santiago Silva, 5 do 1º tempo, Martinez, 32 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Thiago Heleno); Elicarlos, Henrique e Marquinhos Paraná; Gilberto; Kleber e Thiago Ribeiro (Pedro Ken). Tec: Adílson Baptista / Vélez Sarsfield: Montoya; Fabián Cubero, Sebá Domínguez, Otamendi e Pablo Lima (Cabral); Nicolás Cabrera (Juan Manuel Martínez), Leandro Somoza e Víctor Zapata; Maxi Moralez; López e Santiago Silva (Zárate). Tec: Ricardo Gareca – Histórico: Foi o 9º Cruzeiro x Velez Sarsfield. O Cruzeiro venceu 3, empatou 1, perdeu 5, marcou 11 gols e sofreu 15. Os dois times decidiram a Supercopa da Libertadores em 1996, quando o Vélez foi campeonou vencendo por 1×0 no Mineirão e 2×0 no José Amalfitani. Em 2005, El Fortin eliminou o Cruzeiro nas oitavas-de-final da Sulamericana vencendo por 2×0 em Buenos Aires e perdendo por 2×1 no Mineirão.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O Cruzeiro de hoje é melhor ou pior do que o da final da Libertadores de 2009?
Minha comparação leva em conta não apenas nomes, mas a fase técnica de cada componente da equipe.
E também fatores subjetivos ou difíceis de mensurar objetivamente. O resultado ficou 11×11.
Estamos na mesma. Estamos mesmo?
- 2009 = 2010
- Fábio = Fábio
- Jonathan < Jonathan
- Thiago Heleno << Gil
- Leonardo Silva > Leonardo Silva
- Gerson Magrão << Diego Renan
- Henrique = Henrique
- Marquinhos Paraná = Marquinhos Paraná
- Ramires >>>>>>>> Pedro Ken
- Wagner > Gilberto
- Athirson << Bernardo
- Kleber < Kleber
- Wellington Paulista = Wellington Paulista
- Thiago Ribeiro < Thiago Ribeiro
- Adilson Batista = Adílson Baptista
- Entrosamento < Entrosamento
- Motivação > Motivação
- Iluminação > Iluminação
- Condição Física < Condição Física
P.S.: Alguém duvida de que haverá cruzeirenses torcendo contra o time, hoje, pra derrubar treinador, cartola ou jogador indesejado?
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Esta foi a semana do Cruzeiro:
- Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.
- Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
- Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
- Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
- Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
- Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
- Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei. Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.
Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.
E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Estas Páginas Heróicas Digitais abrigam verdadeiros fãs clubes de jogadores, treinadores, dirigentes, torcedores e até dos mascotes do Cruzeiro. E até de adversários, tamanha é a generosidade de alguns torcedores.
Eis alguns dos fãs clubes formados:
- Geração Copinha 2007 – Síndico, Celeste, Naldo
- Daniel Tijolo – Sobrinho, França, Arísio, Chiabi, Chaves, Geniba
- Marcinho Bochecha – Walterson
- Joabe – Chaves
- Juninho – Evandro, Velho Damas
- Leo Silva – Chiabi, Evandro
- Alex 10 – Todo mundo
- Fábio – Evandro, Velho Damas, Hugo, Naldo
- Adílson Baptista - Radicchi, Simone, França, Frede, Walfrido, Naldo, Ernesto, Olivieri, King Arthur, Arísio, Moema, Othon, Marc3lo, Seixas, Celeste
- Marquinhos Paraná – Síndico, Hugo, Hermes, Frede, França, Renato-SP, Flávio Carneiro, Vidigal, Moema, Seixas, Marc3lo, Douglas
- Araújo – Síndico, Hugo, Chiabi
- Nenê – King Arthur
- Jajá – Hugo
- DJ – Dylan
- Bernardo – Celeste
- Jonathan – Arreguy, Elias, Chiabi
- Cris – Síndico, Ernesto, Romarol. Naldo
- Raposão & Raposinho – Elias, Chaves, Síndico, Beth, Flávio Carneiro, Leopoldo
- Maluf – King Arthur
- Sorín – Schulman, Evandro, Beth, Olivieri, Walfrido, Dylan, Renato-SP, Flávio Carneiro, André, Vidigal, Romarol, Leopoldo, Carlão Azul, Marc3lo, Simone, Naldo
- Ramires – Quase todo mundo
- Thiago Heleno – Silvério, Simone
- Espinoza – Simões
- Bokirroto – Elian
- Apodi – Odair José
- Domingues - King Arthur, Odair José
- Jadílson – Odair José
- Marcel – Odair José
- Rômulo – King Arthur, Odair José
- Dylan – Geniba
- Geniba – Dylan
- Síndico – Juliana
- Autuori – Velho Damas, Odair José
- WP – Olivieri, Geniba
- ZZP – Velho Damas, Geniba, Chaves, Clemenceau, Louback, Sobrinho, Dylan, Chiabi, Celso, Carlão Azul
- Jussiê – Walfrido
- Celso – Celso
- Luxa – Dylan
- Ronaldo – Olivieri, Beth, Leopoldo
- Jefferson – Vinícius, Hugo
- Henrique – França, Walterson
- Weldon – Olivieri
- Andrey – Olivieri
- Wagner – Sobrinho, Chaves, Geniba
- Thiago Ribeiro – Malafaia, Arreguy
- Beque argentino - Um monte de gente
- Gladiador – Chaves, JJ
- Dioguardi – Chaves, Simone
- Marcelo Ramos – Olivieri, Romarol
- Valdir Barbosa – King Arthur
- Máfia Azul – Ianni
- TFC – Othon, Seixas
- Samuel Rosa – Rodrigo Gomes, Çangre Açul
- Lô Borges – Rosan, Celeste, Síndico
- Charles – França, Síndico
- Levir – Elias, Evandro
- Gabiru – Evandro
- Guilherme – Olivieri, Celeste, Simone
- Ney Franco – Chiabi
- Trio elétrico – Walfrido, Síndico
As incrições continuam abertas. E as mudanças de fã clube ainda são permitidas.
Quem não estiver se sentindo bem em seu fã clube, por gentileza, manifeste-se para que as mudanças sejam feitas.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Belo Horizonte, 13 de janeiro de 2009.
Amigo leitor do PHD:
Antes de ler o que escrevo abaixo, clique aqui e veja este vídeo.
Quem é assinante desta empresa de TV a Cabo, sabe que ela já deu várias provas de ser uma idiota. Outras tantas quem deu foi o assinante dela…
Acontece algo parecido com o Kleber. Ele joga muito, mas é um mala. Consequentemente, seu empresário que, por ofício, representa um mala, é outro mala.
Me lembra um pouco da época do nosso centroavante, O Predestinado.
Todo mundo dizia que o irmão e empresário dele era um mala. Não tinha como não ser se ele representava outro mala.
Pois bem, o empresário do Kleber é tido como mala e até merece o rótulo, pois já deu inúmeras provas disso.
Mas vejamos o que aconteceu, ontem, no Redação SporTV. O André Rizek ligou, ao vivo, pro Giuseppe Dioguardi pra saber se o Kleber fica em Minas.
Dioguardi respondeu que seu representado deve ficar no Cruzeiro, mas que não podia garantir isso, pois qualquer jogador do mundo pode se transferir de clube.
Resposta normal.
À tarde, no Arena SporTV, fizeram a mesma pergunta ao Adílson Baptista. O treinador disse temer a perda do Gladiador, assim como a de qualquer outro atleta do elenco.
Explicou que não existe jogador inegociável. Mas que o Kleber está treinando e deve ficar no clube.
Outra resposta normal.
Mas que, ainda assim, deflagrou uma onda de chororô em blogs, sites, fóruns, listas etc.
Repercussão fora do comum pra duas respostas mais do que normais.
Por isto, acho que chegou a hora de o torcedor parar de ir na onda da mídia esportiva.
Chega de falar em venda de Kleber.
Quando, finalmente, ela for anunciada, a gente volta ao chororô.
Por enquanto, Kleber está treinando na Toca II. E desde o dia da reapresentação do elenco.
No mais, recomendo, de coração: amigo torcedor, tome muito cuidado, pois, às vezes, você também pode estar sendo um mala…
Saudações cruzeirenses,
Charles Libertadores
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Ontem, Andrade concedeu longa entrevista ao SporTV. Ele tem resposta pra todas as perguntas. E esquemas traçados para quaisquer eventualidades.
Já sabe até como vão jogar Vagner Love e Adriano. Se é que eles vão mesmo jogar juntos no Fla 2010.
Hoje, Adílson Baptista concedeu breve entrevista ao SporTV. E disse pouco. Como sempre.
Fez profissão de fé no futebol bem jogado. Como da Holanda 1974.
Disse que ouvie e absorveu um coselho do Paulo Autuori para quem os treinadores têm que deixar algum legado de qualidade para o futebol.
Afirmou também não temer o fato de seu time estar manjado. Durante as partidas, segundo ele, seus jogadores são capazes de alternar táticas para escapar da marcação adversária.
E mais não disse.
Ou dirá, daqui a pouco, às 20h, no Bastidores, da Rádio Itatiaia. Quem tiver paciência e tecnologia disponível, poderia mandar posts relatando o papo entre o treinador e o entrevistador Thiago Reis.
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