Posts com a Tag ‘Adílson Batista’

O repórter está certo

domingo, 14 de março de 2010

Há tempos, não ouvia uma transmissão inteira de uma partida de futebol pelo rádio. Hoje, ouvi a Itatiaia. Tentei captar a Globo, mas o som baixo demais, não ajuda dentro do Mineirão.

A transmissão foi correta. Alberto Rodrigues esteve mais vibrante e menos rabugento do que nos últimos tempos.

Lélio Gustavo fez comentários sóbrios e coincidiu com Adílson Baptista na escolha de Uchoa como o melhor em campo.

No final, Artur Morais perguntou a opinião do treinador sobre as declarações de Fabinho, que teria dito, em entrevista ao João Vítor Xavier, sente-se injustiçado com a reserva e deseja sair do clube.

Adílson reagiu mal. Disse que deveriam fazer onda na Cocota, que está em pior situação na tabela. O treinador está errado.

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Outro catadão sem pé nem cabeça

domingo, 14 de março de 2010

Adílson Baptista poupará Jonathan, Thiago Heleno, Henrique, Roger Secco, Pedro Ken, Kleber, Thiago Ribeiro e Gilberto contra o América, hoje, no Mineirão.

Estão todos cansados de jogar futebol, única atividade que exercem. Bom para o Coelho, que poderá sonhar com a vitória e uma classificação mais folgada.

Ótimo para o Ipatinga, que poderá assumir a liderança e pra Cocota, que poderá lutar pela vantagem nos pleiofes.

Bom para os juvenis Gil, lateral-direito, e Marquinhos, volante, que terão oportunidade de mostrar serviço no catadão.

Bom também pra África do Sul, que treinará contra os titulares do Cruzeiro, na quarta-feira.

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Itália 2×2 Cruzeiro: Itália frustra torcida celeste

quinta-feira, 11 de março de 2010

Empatado em pontos com o Colo Colo, mas com vantagem no saldo de gols, o Cruzeiro está em 2º lugar no Grupo 3.

Com duas derrotas, o Deportivo Itália é o lanterna do grupo e joga suas últimas chances de tentar a classificação.

O Cruzeiro só não contará com Gilberto, suspenso. O Itália vai completo para o jogo.

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Gilberto ou Roger?

sábado, 6 de março de 2010

Nos tempos do DJ, o Cruzeiro jogava com dois volantes, que saiam pro jogo o tempo todo.

O time estraçalhava adversários, mas não segurava placar. Nem mesmo 3×0 em casa dava sossego à torcida.

Adílson Baptista acrescentou um volante à formação celeste e o time melhorou. Continuou ofensivo, mas com desempenho defensivo superior ao da esquadra anterior.

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Geniba: “O corneta berrava, estava nervoso”

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 5×0 Uberaba, pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010, em 03mar10, no Mineirão:

  1. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: O time jogou bem, está de parabéns, somos os líderes agora.
  2. Leonardo Silva, beque do Cruzeiro: A gente sabia que esse jogo era importante pra assumir a liderança. Agora, estamos na posição que sempre quisemos e temos de mantê-la. A equipe impôs o ritmo e tivemos a felicidade de ampliar o marcador.
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Cruzeiro 5×0 Uberaba: Líder sem fazer força

quarta-feira, 3 de março de 2010

Em 2º lugar, com 15 pontos, o Cruzeiro pode chegar à liderança com uma vitória. E vai buscá-la com um time misto.

Em 7º lugar, a luta do Uberaba é pra se manter entre os classificáveis para a fase seguinte do torneio. Mas, pra isto, o treinador Birigui não promete recorrer a uma retranca.

Será? Quem desafiar o mau tempo e comparecer ao Mineirão, deve assistir a um jogo animado.

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Ituiutaba 0×1 Cruzeiro: Deu lucro!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mauro França

Para enfrentar o desesperado Ituiutaba, Adilson escalou, acertadamente, um time praticamente reserva.

Sete titulares foram poupados, além de Gilberto, convocado para a Seleção Brasileira.

Fabrício, Elicarlos e Guerrón, contundidos, ficam de fora. A novidade é a presença no banco do recém contratado Kieza.

Como em outros jogos em que utilizou um time misto ou reserva, Adilson optou pelo 3-5-2.

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Três tris com dois meias

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Belo Horizonte, 26 de fevereiro de 2010.

Bom dia, Jorge!

Sinto que vem uma tri-tríplice coroa: Mineiro, Libertadores e Brasileiro. Elenco pra isto o Cruzeiro tem!

A cada dia, a cada jogo, vejo a postura do Adilson melhorando. Ele já dá entrevistas sem pedras nas mãos.

Ele alto percentual de aprovação dentro de um grupo que se mantém há três anos com poucas contratações.

Com certeza, Adílson fará história no time celeste.

Sempre fui a favor de sua permanência no Cruzeiro.

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Jonílson: “Está na hora de voltar a ser grande”

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Tivemos uma boa arbitragem. Pode ter errado em determinados lances, mas não vejo por esse lado, não. O jogo foi bom e decidido pelos jogadores. É preciso parar de pressionar. Esse filme já conhecemos desde o ano passado. O Jurandy Gama Filho falou que iria tomar as  providências, porque no ano passado falavam que era uma quadrilha, enfim, uma coisa feia. Eu achei que o Fábio não tinha necessidade de sair, e o Leo foi muito inteligente no lance. Foi muita coordenação, percepção e raça. Foi um lance importante, que acabou salvando. Estava 0×0. Tivemos algumas dificuldades porque o Muriqui criou muito para cima do Diego, mas corrigimos isso com a entrada do Pedro. No 2º tempo, com a troca, a gente melhorou, teve mais consistência, eles tiveram chances e nós também. O gol do Leo deu tranquilidade, depois veio um lance decisivo do Roger. As coisas ficaram sob controle, foi justo pelo 2º tempo que nós fizemos. O Cruzeiro foi mais eficiente, acabou fazendo os gols de bola parada. O deles também foi assim. Em lance que a bola era nossa, eles ficavam esperando para jogar de contra-ataque. Foram algumas metidas de bola para o Tardelli e o Muriqui. Mesmo atrás do marcador, ficaram esperando o Cruzeiro também. O Roger entrou dentro de uma previsão, ainda não está cem por cento fisicamente, o que é normal, vinha de um outro tipo de competição. Tem que ter paciência, calma, mas é um jogador talentoso, pegou, virou, enfiou a bola, penetrou, bateu falta, bateu escanteio, segurou, cavou falta, tudo aquilo que conhecemos do atleta. Eu vou ter de arrumar lugar para muita gente. Mas o lugar que eu falo pra eles é aqui, no dia a dia, treinando. Não é amiguinho da imprensa, amigo do diretor, amigo do presidente, da torcida, da facção. Comigo não tem conversa. Conversa do atleta profissional é dentro de campo. Está bem, vai jogar. Não está, espera, aguarda a oportunidade. Mas eu tenho tempo suficiente. O Roger está entrando de cabeça, querendo, pela qualidade que tem.
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Atlético-MG 1×3 Cruzeiro: Vitória do equilíbrio

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.

No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.

O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.

Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.

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Caldense 0×2 Cruzeiro: Quanto riso, oh, quanta alegria!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.

Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.

Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.

Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e  Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD. 

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
  • 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
  • 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita. 
  • 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.  
  • 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.  
  • 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.    
  • 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.   
  • 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.   
  • 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.   
  • 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.   
  • 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.  
  • 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.  
  • 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar. 
  • 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
  • 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.  
  • 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.   
  • 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão. 
  • 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
  • 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.  
  • 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
  • 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
  • 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
  • 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão. 
  • 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
  • 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
  • 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.  
  • 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.  
  • 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
  • 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.   
  • 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
  • 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.  
  • 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
  • 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.   
  • 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.   
  • 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
  • 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.  
  • 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
  • 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
  • 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos. 
  • 47 – Fim de 1º tempo.
  • Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
  • Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”

Lances + importantes do 1º tempo

  • 17h12 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.   
  • 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.  
  • 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.  
  • 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.  
  • 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.   
  • 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.   
  • 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.   
  • 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.  
  • 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos. 
  • 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora. 
  • 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora. 
  • 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
  • 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
  • 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
  • 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
  • 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.  
  • 28 – Camilo substitui Gilberto.   
  • 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
  • 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
  • 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
  • 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel. 
  • 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
  • 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.  
  • 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.  
  • 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.  
  • 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
  • 47 – Fim de jogo.
  • Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
  • Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
  • Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
  • Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
  • Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”

Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson BaptistaHistórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.

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Olé: “Foi quente como um Brasil x Argentina”

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.

  1. Henrique, volante do Cruzeiro: O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
  2. Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
  3. Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
  4. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
  5. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
  6. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição. 
  7. Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
  8. Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça.  Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
  9. Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
  10. Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
  11. Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando  tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
  12. André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
  13. Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá.  E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
  14. Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
  15. Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
  16. Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
  17. Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
  18. Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
  19. Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
  20. Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!

Pesquisa: Romarol e JS

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Ken: “Vim pra ajudar jogando onde for preciso”

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros sobre o Cruzeiro 4×2 Villa Nova, em 06fev10, pela 3ª rodada do Campeonato Mineiro, no Mineirão:

Pesquisa: Romarol

  1. Eduardo Louback, no PHD: “Se contra o Potosi  o Cruzeiro atacou com muita gente, contra o Villa Nova aconteceu o contrário. No 1º tempo, o meio-de-campo foi pouco criativo e, quando o time saia pro contra-ataque, havia um espaço entre a defesa e o ataque. Esse espaço acontecia porque o Bernardo caia muito pelos lados e o Pedro Ken não ocupava a posição do camisa 10 no campo. Adílson Baptista foi o destaque da partida ao fazer as duas substituições logo de cara, no 2º tempo. Provavelmente, temeu por um empate seguido de uma retranca do Villa. Marquinhos Paraná não foi tão explosivo quanto foi contra o Potosí mas, junto do Thiago Ribeiro, deu novo ânimo ao setor ofensivo. O treiador aproveitou o ”Rural” pra testar Jonathan no meio-de-campo. O lateral seria uma válvula de escape em momentos de necessidade. Não gostei muito do modo que a defesa atuou hoje. Leonardo Silva e Cláudio Caçapa, que são lentos, várias vezes, tiveram de marcar os ataques do Villa nas laterais.”
  2. (mais…)

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Décio: “O Cruzeiro é do tamanho de seus sonhos”

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 7×0 Real Potosi, jogo de volta da fase classificatória da Libertadores 2010, em 03fev10, no Mineirão:

Pesquisa: Romarol

  1. Kleber, atacante do Cruzeiro: Criou-se uma expectativa muito grande na minha saída. Depois que o torcedor soube que eu voltaria, a reação foi imediata, a recepção que eu tive no aeroporto diz tudo. Era um jogo que eu queria jogar. Queria estar em campo, sentir a torcida, sentir esse clima. Foi maravilhoso. O resultado diz tudo. Por tudo que aconteceu, é normal que a gente tenha uma reação assim no gol. A recepção do torcedor no aeroporto, o jeito que o torcedor se comportou depois que soube que talvez eu fosse embora. É normal que eu tenha uma reação assim. Espero que seja assim daqui para frente. Eu tenho uma meta de fazer ,uitos gols este ano. Está acontecendo. Espero que possa ser como no ano passado, que eu não me contunda, que eu tenha uma sequência boa e possa ajudar o Cruzeiro, fazendo gols. Se não fizer também, ajudar com passe e correndo, como foi hoje. Nosso time jogou muito bem hoje. Uma formação que a gente não costuma jogar. Pegou todo mundo de surpresa aí, mas é normal o time criar oportunidades jogando com três atacantes. Hoje, deu tudo certo, jogamos muito bem e o resultado elástico é fruto do que o time apresentou.
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Cruzeiro 7×0 Potosi: Fantasma exorcizado

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Mauro França

Sem Gilberto, expulso no jogo de ida, e ainda sem Fabrício, Adilson optou por uma formação ofensiva, com Thiago Ribeiro, Kleber e Wellington Paulista no ataque e Elicarlos na linha de volantes. (mais…)

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Ernesto Araújo, o Menino Azul da Vila

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Este é o Ernesto Araújo, o cara que ajudou a batizar este blog. Ao nome original, Páginas Heróicas, ele sugeriu que se agregasse o Digitais. E assim o PHD ficou com nome e sobrenome.

  1. Sua graça, sua praça: Ernesto Procópio Campos de Araujo. Nasci em Belo Horizonte, moro em Santos.
  2. Escola: Faculdade Estadual de Tecnologia da Baixada Santista, ligada à UNESP.
  3. Trampo: Webdesigner freelance.
  4. Hobby: Baterista e pseudo-comentarista de futebol.
  5. Como aprendeu a gostar de futebol? Jogando na praia, torcendo pela Seleção e pelo Cruzeiro.
  6. Time de infância: Morei em vários lugares do Brasil e pouco tempo em Belo Horizonte. Então na infância torci por diversos times. Incondicionalmente, nessa fase, só pela Seleção Brasileira. A equipe que disputou a Copa de 1982 é inesquecível.
  7. Por que o escolheu tantos times? Naquela época, não era fora de moda torcer pela Seleção e a Argentina era nossa eterna rival. Bem diferente dos dias de hoje. Com relação aos clubes, eu escolhia o melhor do momento e o trocava tão logo ele perdesse esta condição. Torci por times do Rio, de São Paulo e do Sul. Eu só conhecia o Cruzeiro pelas histórias que me pai contava, mas nunca o tinha visto jogar.
  8. Paixão pelo Cruzeiro: Nessa fase de criança, fui duas vezes com meu pai e irmão, assistir ao RapoCota no Mineirão, naquela fase difícil do início dos anos 80. Meu pai era cruzeirense fanático e, lógico, queria que o mesmo para nós. Contava diversas histórias sobre os times mágicos da década de 60 e 70.  Mas o que definiu mesmo minha preferência pelo Cruzeiro foi uma resposta a uma pergunta que fiz a ele um tempo depois, já mais consciente a respeito do Cruzeiro e do futebol em geral. Perguntei se o Cruzeiro já havia conquistado a Libertadores. A resposta foi sim. Nunca mais torci por outro clube. Era a confirmação que eu precisava de que tratava-se de uma equipe da prateleira de cima do futebol. A consolidação veio quando acompanhei e vibrei com os times celestes do final da década de 80 e início dos anos 90.
  9. Jogou futebol? Na praia, sempre joguei na defesa. Em times estruturados, fui beque central. Todo garoto quer ser o camisa 10, fazer mil gols, driblar o time adversário todo etc. Mas eu queria ser zagueiro… Ou primeiro volante! Meu negócio era roubar a bola do adversário. Na boa, sem pontapé. Eu era obcecado por chutes de longa distância, cruzamentos e lances de bola parada. Pra mim esses são os gols mais bonitos do futebol e lamento muito que não tenhamos um grande cobrador no time do Adílson. Além de tentar jogar, no nosso time de praia eu também era o capitão e estava sempre orientando e incentivando o pessoal durante a partida.
  10. Primeiros jogos num estádio: Foi no Maracanã. Vi alguns clássicos: Vasco e Botafogo, Flamengo e Vasco… O jogo de que me recordo melhor foi um que toda minha família, inclusive minha mãe, foi assistir só pra ver o Raul Plassmann, de quem meu pai sempre falava bem. Fiquei impressionado com o tamanho do estádio. O Flamengo perdia para o Moto Clube por 1×0 e o Zico empatou. De falta!
  11. Seu 1º jogo do Cruzeiro: Foram esses clássicos que citei, no início dos anos 80. Eu era garoto, não lembro bem dos resultados. Maso gigantismo do Mineirão também me impressionou bastante.
  12. RapoCota inesquecível: Todos os que vi o Cruzeiro ganhar. Vencer os rivais municipais é sempre bom. Falar que o Cruzeiro ganhou dos flanelinhas mesmo que seja em campeonato de bola de gude é excelente!
  13. E o esquecível? Por raciocínio análogo, todos que eu vi o Cruzeiro perder. Mas em especial os do início dos anos 80, que não vivenciei tão diretamente mas fico imaginando… Se hoje, totalmente humilhados e com uma torcida pequena os caras são chatos, imagine com uma torcida maior que a nossa e a gente com aqueles times inconsistentes. Osso!
  14. História de torcedor: A que contei no post Libertas quae sera tamen, aqui no PHD. Santos 1×2 Cruzeiro, domingo, 06dez09,17h, Vila Belmiro, Santos, 38ª rodada do Brasileiro 2009 – Público: 6.942 pagantes – Renda: R$100.585,00 – Juiz: – Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ) – Bandeiras: Hilton Moutinho Rodrigues e Dibert P. Moisés (RJ) – Amarelos: Leonardo Silva, Jonathan (Cru), Eli Sabiá (San) – Vermelho: Jonathan (Cru) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Kleber); Elicarlos, Henrique, MARQUINHOS PARANÁ e Fernandinho (Cláudio Caçapa); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Thiago Heleno). Tec: Adilson Baptista / Santos: Felipe; Pará (Felipe Azevedo), Edu Dracena, Eli Sabiá e Triguinho; Rodrigo Mancha (Robson), Rodrigo Souto, Madson e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Kléber Pereira (André). Tec: Wanderley Luxemburgo
  15. Lembrança: Em 1987, eu já havia me decidido por acompanhar de vez o Cruzeiro. Havia latgado a “poligamia” envolvendo outras equipes e só tinha olhos para o Cruzeirão, que  tinha Gil, Claudio Adão, Eduardo e chegou às semi-finais da Copa União. Naquele ano, um sorteio ddcidia po jogo que a Globo transmitiria ao vivo e o Cruzeiro ganhou várias vezes… Eu morria de rir pensando que eles queriam Flamengo e Corinthians, mas tinham que colocar o Cruzeirão em rede nacional. E o pprimeiro jogo transmitdo foi Cruzeiro x Palmeiras, numa sexta à noite.
  16. Cruzeiro de Todos os Tempos: Não tem como colocar apenas 11 numa história em que cabe muita gente boa. Tantos craques, jogadores de raça e conquistas tidas às vezes como impossíveis… Então, opto por escolher o melhor time que eu vi jogar e que acompanhei com muito mais detalhes, o campeão da Tríplice Coroa, em 2003.
  17. Ídolos: De novo, é muita gente boa pra colocar num parágrafo. Tostão, sem dúvida. E dos que eu vi jogar: Dida e Alex 10. Treinador é o Adílson Batista. É a primeira vez que eu vejo um técnico ir um pouco além do mero “profissionalismo” dirigindo o Cruzeiro.
  18. Fosse presidente, o que faria para garantir o futuro do Cruzeiro? Investiria cada vez mais no programa Sócio do Futebol, criando várias faixas de planos, ações de marketing (vejam a atual do Vasco, onde somente os SF podem votar na escolha da nova camisa) e conscientizando o torcedor de que ele precisa ajudar a pagar a conta. O futebol ficou caro demais. Mas isso precisa vir acompanhado do único ingrediente que esses programas costumam menosprezar: a transparência. É preciso mostrar claramente a arrecadação e o destino dos recursos, inclusive com auditoria externa e independente. A comunicação com o “contribuinte” é fundamental para o sucesso do programa.
  19. Quem você lê na crônica esportiva? Praticamente só o PHD.
  20. Superstições de torcedor: Não menosprezar os adversários.
  21. O que o Cruzeiro precisa fazer para não perder seus melhores jogadores tão precocemente? Se fosse só o Cruzeiro que passasse por isso… O negócio é ter grana em caixa. Fora disso, não tem como segurar ninguém.
  22. Haverá lugar para os times mineiros no futebol do futuro? Cada dia fica mais difícil. A concentração no eixo Rio-SP está aumentando. Acredito que numa época não muito distante vamos chegar num ponto crítico, o qual vai demonstrar quem são os times top do Brasil. O Cruzeiro precisa chegar forte nesse momento e acho que ele está no caminho certo.
Tags: Adílson Batista, Belo Horizonte, Cruzeiro, Dida, Maracanã, Santos, Tostão

O elenco dos Anos Zero

domingo, 3 de janeiro de 2010

Alguém sabe se existe algum site em que seja possível consultar os elencos ano a ano?

Fiz uma rápida pesquisa em alguns jogos no site Futpédia. Eis uma relação do que passou pelo Cruzeiro de 2000 a 2009 (peguei um ou dois jogos por ano + alguns nomes de memória).

 O que eu queria mesmo era uma divisão por semestre, para pelo menos identificar a base de cada time, mas acabei misturando tudo…

Moema Fox

  • 2000 – André Doring, Jefferson, Fábio, Fabiano, Glayssinho, Rodrigo Posso, / Zé Maria, Fernandinho, Maicon, Clebão, Alexandre, Marcelo Djian, Luisão, Márcio, Cris, Sorin, Alonso, Rodrigo, / Marcos Paulo, Ricardinho, Donizete Oliveira, Donizete Amorim, Viveros, Rony, Mancuso, Cleber Monteiro, Wendel, Valdo, Alê, Paulo Isidoro II, Sérgio Manoel, / Geovanni, Muller, Jackson, Oséas, Fábio Júnior, Marcelo Ramos, Zé Roberto,  Renato Cella, Cristian, Leandro, Alex Mineiro, Deílton. Tec: Paulo Autuori, Marco Aurélio, Luiz Felipe Scolari
  • 2001 – Bosco, Jefferson, André Doring, / Maguinho, Maicon, Luizinho Netto, Neném, Rodrigo, Cris, Luisão, Bill, Irineu,  Alex Xavier, João Carlos, Clebão, Márcio, Fernandinho, Sorín, Beto, Maxwell, William Boaventura, Alex Santos, / Marcos Paulo, Ricardinho, Alê, Cléber Monteiro, Joelson, Leandro, Viveros, Mancuso, Abedi, Diego, Alex 10, Marcus Vinícius, / Edmundo Animal, Geovanni, Jussiê, Rincón, Augusto Recife, Jorge Wagner, Muller, Oséas, Marcelo Ramos, Adriano Chuva, Sérgio Manoel, Alessandro Cambalhota , Leonardo, Kanu, Edmílson, Wandeir.  Tec: Luiz Felipe Scolari, Paulo Cesar Carpeggiani, Ivo Wortmann, Darlan Schneider, Marco Aurélio
  • 2002 – Gomes, Jefferson, Gleguer, Alexandre Favaro, Gomes/ Ruy Cabeção, Maicon, Alemão, Cris, Luisão, Marcelo Batatais, Irineu, João Carlos, Thiago Gosling, Sorín, Leandro Silva, Jorginho Paulista, Rondinelli, Alex Santos, / Augusto Recife, Danilo, Victor Quintana, Fernando Miguel, Viveros, Ricardinho, Paulo Miranda, Vander, Alex 10, Wendel, / Lucas, Jussiê, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Joãozinho, Lúcio, Alessandro Cambalhota, Kanu, Wandeir, Edílson. Tec: Marco Aurélio, Wanderley Luxemburgo
  • 2003 – Gomes, André Doring, Artur Moraes, Alexandre Favaro, / Maurinho, Maicon, Cris, Luisão, Edu Dracena, Thiago Gosling, Gladstone, Irineu, Marcelo Batatais, Leandro Silva, Emerson Nunes, / Itaparica, Leo Silva, Cleber Monteiro, Augusto Recife, Maldonado, Felipe Melo, Sandro Sarará, Jardel, Paulo Miranda, Martinez, Márcio, Marcinho, Wendel, Alex 10, Zinho, Marcinho, / Aristizábal, Kanu, Diego, Jussiê, Deivid, Mota, Márcio Nobre, Marcelo Ramos,  Tiago Pereira, Alex Dias, Alex Alves.  Tec: Wanderley Luxemburgo
  • 2004 – Gomes, Artur Morais, Doni, Thiago Braga, Alexandre Favaro, Gatti, / Maurinho, Marco Aurélio, Alessandro, Maicon, Ruy Cabeção, Alemão, Michel, Marcelo Batatais, Cris, Edu Dracena, Marcelo Batatais, Bruno Quadros, Gladstone, Irineu, Régis, Leandro Silva, / Leandro, Martinez, Mancuso, Jardel, Sandro Sarará, Martinez, Augusto Recife, Wendel, Márcio Hahn, Marcinho, Maldonado, Alex 10, Walter Minhoca, Adriano Gabiru, / Rivaldo, Guilherme, Jussiê, Lima, Dudu, Tápia, Fred, Schwenck, Kanu, Márcio Diogo, Alex Dias. Tec: Wanderley Luxemburgo, PC Gusmão, Marco Aurélio, Ney Franco
  • 2005 – Fábio, Artur Morais, Thiago Braga, Gatti, / Maurinho, Ruy Cabeção, Michel, Jonathan, Edu Dracena, Gladstone, Marcelo Batatais, Irineu, Moisés, Argel, Leandro Eusébio, Patrick, Athirson, Anderson Paim, / Victor Júnior, Fábio Santos Vidaloka, Martinez, Marabá, Maldonado, Diogo Mucuri, Diogo Duran, Lopes Tigrão, Kelly, Francismar, Wagner, / Kerlon, Weldon, Diego Clementino,  Adriano Gabiru, Fred, Jean, Alecsandro, Wando Tiririca, Daniel Morais, Adriano Louzada, Tadeu, André Luiz Leite. Tec. Levir Culpi, PC Gusmão
  • 2006 – Fábio, Lauro, Juninho, Flávio Guedes, / Jonathan, Michel, Luizinho, Luizão II, Gladstone, Edu Dracena, Teco, Thiago Heleno, André Leone, André Luis Chefão, Júlio César, Anderson Santana, / Augusto Recife, Aldo Souza, Paulinho Dias, Evandro, Fábio Santos Vidaloca, Leo Silva, Jonílson, Diogo Duran, Leandro Bonfim, Martinez, Sandro Sarará, Francismar, Elson, Wagner, / Geovanni, Kerlon, Alecsandro, Elber, Araújo, Ferreira, Gil, Fábio Pinto, Carlinhos Bala, Jonathas, André Luiz Leite, Diego Silva, Adriano Rodrigues. Tec. PC Gusmão, Oswaldo de Oliveira
  • 2007 – Fábio, Lauro, Gatti, Bruno Pianissola, Flávio Guedes, / Gabriel, Mariano, Jonathan, Peter, Ângelo, Herick, Eliézio, Simões, Wellington, Rodrigão, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Luizão II, Gladstone, Wellington, Leandro Amaro, Edimar, Alemão, Maicon II, Fabio Santos, Anderson Imaturo, Fernandinho, João Victor, / Renan, Jardel, Aldo Souza, Daniel Tijolo, Luiz Alberto, Sandro Sarará, Leo Silva, Paulinho Dias, Charles, Ramires, Leandro Domingues, Maicossuel, Ricardinho, Wagner, Marcinho Bochecha, Fernando Oliveira, Tallys, / Diego Clementino, Kerlon, Geovanni, Guilherme, Araújo, Rômulo, Roni, Nenê, Alecsandro, Pedro Júnior, Fellype Gabriel, Marcelo Moreno, Vinícius Lopes. Tec: Paulo Autuori, Emerson Ávila, Dorival Júnior
  • 2008 – Fábio, Andrey, Rafael, Bruno Pianissola, / Jonathan, Apodi, Carlinhos, Maurinho, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Thiago Martinelli, Thiago Gosling, Espinoza, Wellington, Jadílson, Fernandinho, Espinoza, / Sandro Manoel, Elicarlos, Marquinhos Paraná, Fabrício, Charles, Ramires, Wagner, Henrique, Camilo, Gerson Magrão, Bruno, Luiz Alberto, Zé Eduardo, Marcinho Bochecha, Leo Silva, Pablo, Luís Fernando Sales, / Fabinho, Reinaldo Alagoano, Guilherme, Weldon, Rômulo, Joabe, Marcel, Diego Clementino, Thiago Ribeiro, Jonathas, Jajá, Wanderley, Reina. Tec: Adílson Batista
  • 2009 – Fábio, Andrey, Rafael, Flávio Guedes, / Jonathan, Patric, Jancarlos, Gustavo Schiavolin, Anderson Beraldo, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa, Gil, Thiago Heleno, Neguete, Diego Renan, Gerson Magrão, Vinícius, Radar, / Pablo, Marquinhos Paraná, Henrique, Fabrício, Elicarlos, Fabinho, Uchoa, Wagner, Fernandinho, Camilo, Athirson, Bernardo, Gilberto, Leandro Lima, Raphael Luz, / Kleber Gladiador, Wellington Paulista, Thiago Ribeiro, Guerrón, Eliandro, Dudu, Soares, Zé Carlos, Alessandro do Lotação. Tec: Adílson Batista

N.B.: Faltam muitos nomes. Vamos ajudar a Moema a completar a lista (2000 je 2001 á pesquisei). Em negrito, quem chegou a uma Copa do Mundo, jogando ou não.

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Adílson: “Enalteço o torcedor, fiel e fanático”

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Comentários de jogadores, treinadores e blogueiros acerca do Santos 1×2 Cruzeiro, na Vila Belmiro, Santos, pela 38ª rodada do Brasileiro, em 06dez09:

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Marquinhos Paraná, The Most Valuable Player

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 4×1 Coritiba, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 29nov09:

  • Adílson Baptista – Com as poucas opções disponíveis no elenco, armou um time que não se acertou nos primeiros 25 minutos. Mas teve coragem de mudar o esquema de jogo ainda no decorrer da etapa inicial e virou o placar. No 2º tempo, tratou de responder a cada movimento tático de Ney Franco pra grantir a vitória de um time exausto física e mentalmente.
  • Torcida – Pela campanha de recuperação, o time merecia platéia maior. Mas é o tal negócio: torcedor brasileiro só se amarra em título ou rebaixamento; quando estas situações não estão em jogo, ele prevarica, mesmo. Os 29 mil presentes. embora impacientes na fase ruim do jogo, não atrapalharam. Até apoiaram com entusiasmo no 2º tempo.

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É possível voar mais alto

sábado, 28 de novembro de 2009

Marco Soalheiro

A renovação do competente e controverso Adilson Batista  para comandar o Cruzeiro pela terceira temporada seguida é muito mais do que a rara continuidade de uma trabalho de longo prazo na história do clube. 

Ela é a melhor contratação possível para a temporada de 2010, independentemente  dos nomes que virão dentro das quatro linhas.

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Tags: Adílson Batista, contratação, Cruzeiro, temporada 2010