Líder: “Itália deixou boa impressão nos 3 jogos”

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

Pitacos de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro, pela 3ª rodada do Grupo 3 da Libertadores de 2010,em 11mar10, no Estádio Olímpico, em Caracas, Venezuela.

  1. Eduardo Saragó, treinador do Deportivo Itália: Fizemos uma partida muito boa. Manejamos bem a pelota. Mantivemos nosso modo de jogar, o mesmo que nos trouxe até a Libertadores. Daniel Diez foi campeão nesta equipe. Estamos aqui graças a ele, a Bladimir Morales e a Alan Liebeskind, todos campeões. Panigutti também veio pra fazer o que fez hoje e me deixou contente, assim como Giroellti, que não estava tendo continuidade, mas fez uma partidaça. Diomar Díaz, que tem apenas 17 anos, também não foi campeão à toa e por isto está aqui. Mas, além das individualidades, o Deportivo Itália fez uma grande exibição. Fez o possível, desde o início pra vencer. Não admitimos a derrota em momento algum e foi isto que nos fez conseguir este ponto.
  2. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Nossa maior dificuldade foi o gramado. A bola estava quicando muito e isto prejudicou o nosso grupo, que é de bastante toque de bola e de velocidade. Mas conseguimos levar um ponto, que é superimportante. Queríamos a vitória e ela esteve muito próxima, nas nossas mãos, mas o Deportivo não desistiu e conseguiu, em uma jogada trabalhada num escanteio empatar.
  3. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, tivemos um jogo muito complicado. E Libertadores é sempre assim… Como tinha dito antes, um vacilo é sempre mortal e com a gente não foi diferente. Lógico que a derrota teria sido muito ruim, mas o empate não foi bom, porque estávamos vencendo. Agora é voltar o foco para o Campeonato Mineiro. Temos um clássico contra o América e precisamos da vitória, para continuar na liderança com um pouco de folga. Torcida celeste, espero o apoio de vocês mais uma vez. Tomara que o Mineirão esteja lotado para termos a força que vem das arquibancadas.
  4. Pedro Ken, armador do Cruzeiro: Conseguimos virar o placar e depois com uma desatenção tomamos o gol de empate. Temos que levantar a cabeça e ir com tudo pra tentar a vitória nesses dois jogos em casa. Só depende de nós e vamos pra cima.
  5. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Pelas circunstância, o resultado foi ruim. A gente tinha um jogo controlado e não podíamos sofrer um gol como foi. Eles bateram escanteio curto, ficamos desatentos e tomamos o gol. Tínhamos o placar a nosso favor e, no desespero do adversário, poderíamos tentar fazer o terceiro.
  6. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: A gente sempre pensa em vencer. Começamos mal, desatentos e sofremos o gol em uma ‘casquinha’ e entrada em diagonal, que foi mostrada. Depois o Cruzeiro tomou conta do jogo, rodou, trabalhou, inverteu, criou algumas situações e fez o gol. No 2º tempo, começamos bem e fizemos o gol no contra-ataque, com a inteligência do pessoal. Depois tentei mudar o sistema pra melhorar a marcação, pois estávamos com um pouco de dificuldade. Aí acabamos sofrendo o gol de uma triangulação em escanteio quando a bola era nossa. O gol não saiu em função da mudança. Eu defini a marcação, já estava observando o Cásseres, um jogador de correria, que iria entrar. O Gil entraria descansado, marcaria esse jogador e o Thiago Heleno ficaria com o Blanco. Estava bem definido, só que a minha preocupação era com a recomposição, a volta. Alguns tinham cartão, outros precisando parar um pouco. A gente lamenta porque a decisão vai pra Santiago. Precisamos vencer os dois jogos e de algumas combinações que nos interessam. Mas vamos por etapas, pensar no jogo de volta agora contra eles mesmos e tentar chegar a sete pontos. O Colo-Colo também pode ganhar o jogo, fica com seis pontos e a gente com quatro. Pegamos o Vélez em casa. Precisamos é vencer esses dois jogos em casa e depois ver o que vai acontecer.
  7. Eduardo Maluf, diretor de futebol do Cruzeiro: Precisamos ver o lance pela televisão. Eu confesso que não estava olhando pro campo quando aconteceu, mas pelo que me falaram, o Kleber apenas se protegeu. A regra do Cruzeiro é de punição no caso de vermelho direto por questão disciplinar, mas ainda precisamos saber se a expulsão foi justa ou não.
  8. Leandro Mattos, em seu blog: O Cruzeiro foi à Venezuela nessa quinta-feira e, depois de fazer o mais difícil, ao virar o placar pra cima dos donos da casa após sofrer o primeiro golpe, permitiu o empate ao Deportivo Itália, que até então só conhecia o revés na Libertadores da América. Antes da igualdade com os estrelados, o limitado time de Eduardo Saragó tinha sido batido pelo Colo Colo (1×0) e pelo Vélez (1×0). Com o resultado insosso, a meta da Raposa, de buscar a classificação às oitavas com o primeiro lugar do Grupo 7, ficou mais complicada, já que o Vélez poderá abrir cinco pontos de vantagem para a equipe de Adílson Batista, caso vença o difícil duelo contra o Colo Colo, fora de casa. O nome do jogo foi Kléber. Depois de desperdiçar duas boas chances de cabeça, o Gladiador usou os pés para sacudir as redes de Liebeskind e marcou os dois tentos cruzeirenses. No final, o atacante foi expulso de campo, pelo segundo amarelo, numa falta mais ríspida. O ponto fraco foi a defesa. Lenta, desatenta, permitiu tramas perigosas aos venezuelanos, como no segundo gol, quando os três zagueiros que estavam no gramado, naquele momento, permitiram que McIntosh concluísse sozinho na pequena área. Após três jogos pela competição continental, o Cruzeiro soma 44% de aproveitamento, com uma vitória, um empate e uma derrota. Na configuração atual dos grupos (que muda a cada compromisso disputado nas oito chaves), os estrelados têm o pior aproveitamento entre os segundos colocados, ao lado do Estudiantes. Campeão e vice da Libertadores 2009, os dois times têm tabela idêntica até aqui: uma vitória, um empate, uma derrota, seis gols pró, cinco tentos contra e um de saldo. É obrigatório que a Raposa faça valer seu mando nos dois próximos jogos e reaja diante do próprio Deportivo e do Vélez, sob o olhar de um Mineirão lotado.
  9. André Kfouri, em seu blog: Kléber “Rooney” ficou fora de três jogos do Cruzeiro, mas voltou ontem com toda a intensidade. Dois gols, muita vontade e um cartão vermelho.
  10. Décio Lopes, em seu blog: E o Cruzeiro? Uma vitória, um empate e uma derrota pode parecer um começo cambaleante em uma competição. Afinal de contas são apenas 44% de aproveitamento (o pior entre os brasileiros até agora). Mas as estatísticas enganam. Se pensarmos bem, perder na Argentina para o Velez não chega a ser assutador. Empatar aquela partida de ontem também é bastante razoável. A questão agora passa a ser: em casa não tem ponto perdido. É vencer ou vencer. E, sinceramente, pensando no próximo passo, este time do Deportivo Italia, no Mineirão, não assusta. Em Minas é outro jogo.
  11. Juca Kfouri, em seu blog: Irreconhecível Cruzeiro: Nem Corinthians, nem São Paulo, nem Cruzeiro enfrentaram o tal clima de Libertadores em suas partidas fora de casa. Se em Bogotá o estádio não estava tão vazio como em Assunção e em Caracas, a torcida colombiana até aplaudir aplaudia as estrelas corintianas, principalmente Ronaldo, que esteve muito mal. Em Caracas, o Cruzeiro tinha tudo para fazer gato e sapato do Deportivo Itália. Mas não só não fez como ainda tomou um gol logo aos 9 minutos, de Blanco, para complicar as coisas. Kléber, com coragem numa dividida depois de escanteio venenoso cobrado por Roger, só foi empatar aos 25. Mas aí os venezuelanos já tinham percebido que o bicho não era tão feio como pintavam e trataram de jogar de igual para igual. Postura que mantiveram no segundo tempo. Tanto que, aos 4, tiveram uma chance de ouro para fazer 2×1. Mas não fizeram. E, no contra-ataque, depois de Diego Renan perder gol certo, Kléber pegou o rebote do goleiro e meteu na rede: 2×1, com muita categoria, um golaço. Aí, de repente, não mais, aos 9 minutos, a irrigação do gramado entrou em funcionamento e a partida foi interrompida por três minutos. Que serviram para o Deportivo botar a cabeça no lugar e voltar a pressionar o Cruzeiro, cuja defesa, estranhamente, parecia jogar sob efeito da altitude que, em Caracas, não há. Mas a defesa batia cabeça até que, aos 20, Mcintosh empatou a partida. O pior é que era justo. Roger não estava bem, Gilberto fazia muita falta e só o goleiro Fábio e Kléber pareciam estar jogando pela Libertadores. O resultado era preocupante para os mineiros. Aos 29, o Cruzeiro, que já tinha trocado Diego Renan por Gil, pôs Eliandro no lugar de Roger. Por incrível que pareça, no entanto, o Deportivo era mais perigoso e tocava mais a bola que o time brasileiro que, numa noite abaixo da crítica, permitia o primeiro ponto do rival na Libertadores. E, isso num grupo tão equilibrado, pode ter sido fatal. Para completar, aos 40, mais uma vez o Cruzeiro ficou reduzido a 10 jogadores com a expulsão de Kléber, um talento em busca de juízo. Menos mal que, aos 43, o venezuelano Lobo, que havia entrado um minuto antes em campo, também foi expulso. Dez contra 10 e mais 7 minutos pela frente. Inúteis. Não foi o Cruzeiro que conhecemos.
  12. Mauro Beting, em seu blog: O de sempre. Um cruzeirense expulso. Kléber expulso. Problemas defensivos na lateral esquerda. Marcação frouxa desde o ataque. Qualidade com a bola nos pés. Faro de gol. Diferente, porém, é que o time venezuelano foi ousado e melhor do que se poderia supor. O empate não foi de todo ruim. Mas o grupo é muito complicado. É preciso um pouco mais de bola do Cruzeiro. A felicidade é que ninguém está jogando todo esse futebol na competição.
  13. Mário Marra, em seu blog: Apenas um pontinho! O Cruzeiro volta da Venezuela com o bolso vazio. Se for para procurar culpados o gramado poderia até ser o grande vilão. Entretanto, o goleiro Fábio preferiu destacar os erros de posicionamento da defesa. E foram vários erros. O estilo de jogo dos venezuelanos não conta com a bola no chão, a bola do Deportivo Itália passa pelo alto e a defesa sentiu. No primeiro tempo o Cruzeiro, mesmo tendo sofrido um gol aos 11 minutos, o Cruzeiro ainda fez a bola rolar e girou o meio, no entanto, foi um Cruzeiro bem distante do habitual. Jonathan tinha mais liberdade que Diego Renan. Pela esquerda estava o grande perigo com as jogadas de Blanco, nas costas de Diego. O empate saiu com Kleber aproveitando cobrança de escanteio. O momento era bom, entretanto, o futebol do Cruzeiro ficou escondido. Era a hora de impor limites e mostrar quem é melhor, mas a oportunidade passou e o primeiro tempo ficou no empate. Aos 5 do segundo tempo, o futebol apareceu. Jonathan achou Diego Renan na cara do gol, ele perdeu, mas na sobra Kleber fez o segundo. A sorte sorriu para o Cruzeiro, que novamente não aproveitou. Preocupado com as costas de Diego Renan, Adilson investiu em Gil como terceiro zagueiro e abriu Paraná pela esquerda. Foi só Gil pisar em campo para o Deportivo empatar. A jogada até parecia brasileira. De pé em pé, aproveitando espaços, Giroletti para Blanco e dele para Mcintosh: Gol. O jogo seguiu fraco tecnicamente e, para colocar um pouco mais de emoção na partida Kleber e Rafael Lobo foram expulsos. O grande problema do resultado é que o Deportivo Itália é, de longe, o time mais fraco do grupo e a chance de o Colo Colo conquistar os três pontos é boa. Em um grupo equilibrado, qualquer tropeço pode custar caro.
  14. Neto, em seu blog: Realmente o Kléber é daqueles atacantes que fazem a diferença. O problema são os altos e baixos. Dois gols e cartão vermelho não pode, né?
  15. Líder em Deportes, site venezuelano: O jogo mostrou várias coisas: que o futebol nacional tem crescido uma enormidade a ponto de se igualar com algumas potências, que o Itália anda jogando de forma muito vertical e ninguém anda mais ligado do que Richard Blanco. De qualquer forma, nada disto adiantou e os azuis empataram com o Cruzeiro do Brasil e se complicaram no Grupo C da Libertadores, embora tenham deixado boa imagem em seus três jogos até aqui. Desde o começo se pôde reparar que seria um choque equilibrado e atraente. Maidana esteve pra marcar num voleio, mas dois minutos depois Liebeskind evitou, em dois tempos, que os amazônicos saíssem na frente. Quem não perdoou foi Richie, que definiu de forma magistral um passe de cabeça de Panigutti que o deixou sozinho à frente de Fábio, o qual venceu com um totozinho por cobertura. Por volta de meia hora, Kleber aproveitou um erro de saída de gol de Liebeskind e empatou. No começo do 2º tempo, os amazônicos deram a volta por cima aproveitando rebote do goleiro azul. Mas, ao invés de vir abaixo, o Itália se encheu de coragem e, numa jogada ensaiada, Giroletti passou a Blanco que cruzou pra Macintosh empatar. Com a entrada de Félix Cásseres, os criollos ganharam em força de arranque mas isto não foi suficiente pra tirá-los da terapia, embora o ponto tenha sido glorioso.
  16. El Nacional, jornal de Caracas: O Itália saiu em vantagem aos 12 minutos com Richard Blanco. Kleber mudou a história com tentos aos 21 e aos 51 e Macintosh salvou os venezuelanos no naufrágio aos 66.  O 1º gol do Deportivo surgiu de uma desatenção capitalizada pelo atacante Blanco com um arremate que deixou Fábio sem opções de defesa. Apesar da desvantagem, os brasileiros tiveram calma com Roger e Henrique tratando de buscar espaços desde a metade da cancha. As contínuas aproximações dos brasileiros renderem frutos aos 27, quando o goleiro venezuelano perdeu o tempo de bola num escanteio e deixou o aríete Kleber empatar com uma espécie de voleio. No começo do 2º tempo, o atacante argentino Emerson Panigutti teve uma oportunidade, mas a bola passou raspando o poste direito. Quando a equipe venezuelana estava melhor, aos 51, Kleber aproveitou o rebote de um contra-ataque iniciado no meio de campo. Aos 54, a partida esteve paralisada por um defeito do sistema de irrigação do Estádio Olímpico. Alguns minutos após o recomeço, aos 61, o Itália quase marcou com um canhotaço de Diomar Díaz. O empate ocorreu numa jogada bem trabalhada a partir de um escanteio. Gabriel Urdaneta, Bladimir Morales y Richard Blanco tramaram até deixar o defensor David McIntosh livre pra arrematar aos 66. A partir daí, os venezuelanos pressionaram em busca do 3º gol enquanto o Cruzeiro tirou o pé do acelerador e se dedicou a administrar o resultado. Os dois times terminaram com dez jogadores devido às expulsões do goleador Kleber e do meiocampista Rafael Lobo. O brasileiro deu uma cotovelada em Alain Giroletti, aos 85 e o venezuelano jogou só dois minutos antes de receber o cartão vermelho.
  17. Walterson Almeida, no PHD: Os volantes foram mal, mas não coloco a culpa neles. É muito difícil dar combate, proteger a zaga, os laterais, ainda armar o jogo, ser opção para desafogar o time e ainda marcar gols. Ufa! Portanto, já que o time não colaborou com os três, devemos fazer esta ressalva. Mas tambem não fizeram sua função principal que é de marcar, tomar bolas e atrapalhar a vida dos atacantes adversários.
  18. Rosan Amaral, no PHD: Já tentei racionalizar pra decidir quem esteve abaixo da média pessoal. Destaquei o Paraná com um dos tais e apontei o Pedro Ken como o pior do nosso time. Thiago Ribeiro também estava uma lástima. O 2º gol que tomamos foi hilariante: Adilson acabara de colocar três zagueiros (certamente pra fechar o time) e o Paraná toma bola nas costas, seguida de um cruzamento do ponteiro pra dois atacantes livres à frente dos três zagueiros. Mas temos que ser realistas: o gramado era pior do que o da Fazendinha e o do América “de Tocantins”. Sério, houve um chute que a bola saiu razante e deu um salto de quase um metro, como se tivesse atingindo a raiz de um pé de manga-rosa.
  19. Gustavo Sobrinho, no PHD: O time apresentou todos os defeitos defensivos possíveis e imagináveis. O meio de campo não encaixou a marcação em momento algum, não sei se faltou vibração, preparo físico ou o esquema do Itália supreendeu o Abap, mas o fato é que nosso meio campo foi engolido. Cruzeiro só conseguia parar os venezuelanos com faltas. Em bolas paradas, a defesa não ganhou uma. Cada escanteio ou falta era um Deus nos cuda. Nos contra-ataques, o Blanco fez a festa. Adilson deixou o Thiago Heleno com a responsabilidade de marcá-lo, mas o beque dava espaço demais. Também não entendi por que ele não recuou um volante ou prendeu mais o Diego Renan. Quando tomou uma atitude colocando um 3º zagueiro, tomamos o gol. Diego Renan tem que amadurecer um pouco mais pra ser titular absoluto. Muitos falam que tem que fazer um esquema de cobertura, mas quando ele está na marcação e falha não há cobertura que resolva. Como aconteceu no 1º gol. Alguns estão falando que apresentamos os defeitos defesivos dos outros jogos, se as falhas tivessem sido as mesmas teríamos goleado, como nos outros jogos. Ontem, foi ridículo.
  20. Flavio Carneiro, no PHD: O Cruzeiro não parece estar pronto pra ganhar uma competição tão difícil como a Libertadores e isso é o que mais me incomoda, pois, ao que parece, a diretoria superestimou esse time, se esquecendo de reforçá-lo em alguns setores importantes, principalmente na defesa. Não estou escrevendo isso agora só por causa do jogo de ontem, pois quem acompanha o PHD sabe que venho dizendo isto desde o ano passado. No entanto, com a competência do AB e de alguns bons jogadores que temos, podemos sim continuar sonhando com o título, pois eles já demonstraram que são capazes disso, só que dessa vez vamos precisar de mais sorte do que antes. Meu apoio não faltará!!!
  21. Evandro Oliveira, no PHD: Vou resumir minha impressão do jogo (não avalio o adversário, pois ele está lá para ganhar o jogo) somente nas notas dos jogadores daquilo que vi (e não tenho hábito de não dar nota ou achar que quem faz gol é o melhor em campo). Fábio (8), Jonathan (3), Thiago Heleno(4), Leonardo Silva (6), Diego Renan (3), Gil (1), Henrique (6), Pedro Ken (4), Marquinhos Paraná (4), Roger (3), Eliandro (2), Kléber (7), Thiago Ribeiro (2), Bernardo (2), Adílson Batista (5). Um time com tantas más atuações individuais, não poderia, nunca merecer uma vitória.

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46 comentários para “Líder: “Itália deixou boa impressão nos 3 jogos””

  1. Eduardo Arreguy Campos disse:

    É um jogo para esquecer. Desde que não se repita.

    • Jorge Santana disse:

      Já tivemos tantos jogos pra esquecer ao longo da história que um a mais, um a menos, pouca diferença faz.

      • Elias #facts disse:

        Concordo. E quem conhece a fundo a história do Cruzeiro (mesmo a época de ouro) se recorda que vez por outra o time apronta. “Enfastiado” (depois de perder pro Fast Clube)…” Rema rema remador” (depois daquela do Clube do Remo) e vai por ai afora. Rendeu farto material pros cartunistas do extinto DT (Bitoque). Se a conta fechar na década de 80 então, huuummm. O bom que isso não é característica só do Cruzeiro. Outro dia o Globo.com colocou os vexames históricos dos maiores clube brasileiros. Cada coisa…

  2. Gustavo Martins disse:

    Esse povo não dorme? rsrs Jogo horrível mesmo. Mas agora é bola pra frente, faturar 7 pontos e ir para o tri. Temos que confiar. Gosto muito da maneira do Mário Marra analisar os jogos, o cara entende do riscado. Bom fim de semana a todos!

    • Jorge Santana disse:

      Dormir é pra molengas. Temos de nos manter vigilantes pra enxotar as aves agourentas.

      • Elias #facts disse:

        O fato é que parece (repito parece) que tem uns torcedores (???) que esperam um resultado adverso prá voltar com força total na cornetada, Ouso afirmar que até torcem contra. Todo mundo viu que foi uma partida ruim, atípica, que ninguém rendeu, que o time pode voltar a jogar como no ano passado com a volta de lesionados. O que ouvi ontem aqui na paróquia foi demais. Cada coisa mais sem nexo, como se nosso time fosse o lixo do lixo. Disse prá um cabra mais exaltado prá ele ir prá porta da Toca II protestar. Mandar fazer umas faixas com “FORA!!!” e levar pro Mineirão. Falar comigo ou com ninguém é a mesmíssima coisa. E tome MURICY!!!

        • Sobrinho disse:

          Essa torcidinha tentando derrubar o Adilson a três anos é tão ridícula.

        • simone b de castro disse:

          E agora, quem enxerga os erros, mas nem por isso acha que nada presta, é chamado de pollyana… Antes era adilsete… Menos torcedor. Torcedor que ama o clube, e que não fica criando crises, nem dando armas aos adversários, quando não sabe fazer críticas construtivas. Aliás, é o que menos vejo. Quando o time está colhendo bons resultados, somem! Não se vê um elogio, uma alegria… Mas basta um resultado ruim, mas que ainda não decretou NADA, que essa turminha vem atacar todo mundo com esses adjetivos chatérrimos, como se torcer a favor, fosse sinônimo de ser burro e cego. Eles? Torcem por eles mesmos, e por suas próprias opiniões, com a desculpa de que são torcedores esclarecidos, e os outros, não!

        • Vinicius Cabral disse:

          Concordo com a Simone, Elias. Aqui, na maioria dos casos ou é 8 ou 80. Se o cara fala bem de um jogador, é parente. Se fala mal, é corneta. Fora o famoso termo “ciclotimia” eternizado aqui. Só que existem comentários sensatos também, e que não são baseados em apenas uma partida, para serem taxados de qualquer coisa. Fato é que os extremos são tão grandes, que comentário algum passa sem crítica de alguém.

  3. Naldo disse:

    Naldo disse: 12 março 2010 às 9:01 am Cruzeiro: Fábio (6); Jonathan (6), Thiago Heleno (5), Leonardo Silva (5) e Diego Renan (4) (Gil) (S/N); Henrique (5), Pedro Ken (5), Marquinhos Paraná(6) e Roger (6) (Eliandro) (S/N); Kleber (6,5) e Thiago Ribeiro (4) (Bernardo) (S/N). Adílson Batista (5). Minhas Notas.

  4. simone b de castro disse:

    Gostei da análise do jornal venezuelano “Líder”. Pelo que a imprensa brasileira passou para nós, o Vélez era um super time, e o Deportivo, uma baba. Tudo errado. Nem uma coisa, nem outra. O Vélez mostrou que não é aquele bicho papão todo, e o Deportivo, que tem um futebol até organizado, e é bem treinado, mesmo na sua limitação… Mesmo num país onde o principal esporte ainda é o Baseball.

  5. Naldo disse:

    Esse mesmo time virá ao Mineirão e terá que que jogar em um gramado diferente, contra um time melhor que o deles, adaptado ao estádio, sem esguicho de água, (a menos que chova no dia), com torcida contra, em uma situação extremamente desfavorável. Vamos ver como se sai. O Cruzeiro lá conseguiu arrancar um empate.

    • Jorge Santana disse:

      O gramado do Mineirão tb já esguichou fora de hora, Naldo. Acontece. No caso venezuelano, devido à falta crônica de água no país, o problema é mais grave. Mas defeito no sistema de irrigação não é novidade.

      • Jorge Santana disse:

        Naldo, o Cruzeiro é favorito aqui, mas isto vale pouco se o padrão de jogo que as duas equipes apresentarem repetir o de Caracas. No Mineirão, o Cruzeiro já perdeu jogos de Libertadores para Vélez, Atlético Nacional, Boca e foi desclassificado pelo Unión Española. Por estas e outrasa, pouco efeito produzem pala e pela SEP. Palavras ameaçadoras com as suas pouco adiantam. Tem é que jogar melhor, seja lá qual for o adversário.

        • Naldo disse:

          Certo Jorge, mas que o Cruzeiro vai jogar melhor no Mineirão eu não tenho dúvidas. Gilberto, Elicarlos, WP e Fabrício fazem muita falta, não vejo a hora do Adilson poder contar com todos os bons jogadores que temos.

  6. Cleber Mendes disse:

    Vocês notaram o termo usado pelo periodista venezuelano? “Amazônicos”. Agora os jogadores do nosso querido, amado, idolatrado Cruzeirão MultiSuperCampeão também são “amazônicos”. Pelo que sei, nenhum atleta do elenco azul cinco estrelas nasceu no Amazonas, ou no Pará, ou no Acre, ou em qualquer lugar daquela região. Diego Renam não vale pois Pernambuco, seu Estado natal, está muito distante da Amazônia.

  7. Cleber Mendes disse:

    Marquinhos Paraná também é filho do Leão do Norte (Pernambuco).

  8. Cleber Mendes disse:

    Jorge, um atleta colombiano venceu uma prova disputada nos EUA na década de 70. Sabe o que os organizadores da competição fizeram? Meteram-lhe um “sombrero” na cabeça e ainda por cima tocaram La Cuccaracha. Quero dizer, na visão deles (os ianques) não importa se o cara é colombiano ou mexicano, ou argentino, ou brasileiro, somos todos cuccarachas.

  9. Marc3lo disse:

    Eu vou no jogo contra o Vélez, final de copa dia 31 de março.

  10. Cleber Mendes disse:

    Contra o Velez Sarsfield (ou Vélis, como diz o Luciano do Valle transporte) houve empate no Mineirão em 1994, 1×1. Na descisão da Supercopa de 1996, sim, o Cruzeirão MultiSuperCampeão perdeu de 0×1.

  11. Raf Lima disse:

    Lista Jogadores Contudidos 2010:
    - Fernandinho (Sandro Sarará, versão 2.0)
    - Leo Fortunato (Zagueiro promissor. Bom pra figurar no banco de suplentes)
    - Guerrón (La Dinamita molhado)
    - Eli Carlos (Azarado, pois sempre que tem uma boa sequência, se contunde)
    - Fabrício (Stallone Cobra. Desfalque pontual)
    - WP (Centro-Avante Nato. Já está retornando e sairá da lista)
    E essa lista tende a aumentar, como sempre. Acho q a sigla CARE deveria ser reavaliada!

  12. matheus t penido disse:

    Raf, naum vejo sentido em elaborar essas listas. Se vc sabe que a turma do CARE é imcompetente, fale o que sabe. Se naum sabe, naum vejo mto sentido em elaborar listinhas de contundidos que são frequentes em todos os times do mundo.

  13. matheus t penido disse:

    Sobre o post, concordo com o Evandro e digo mais, merecíamos perder, o que felizmente naum aconteceu.

    • Jorge Santana disse:

      Foi um jogo equilibrado. Os dois times tiveram chances de vencer. No fim, o empate ficou de bom tamanho. Acontece muito em Libertadores. Às vezes até em torneios nacionais. Veja o caso do Sandré, rebaixado no Morrinhão e que anda pregando peças nos grandes paulistas. Só não entendo o porquê de tanta histeria. por acaso, alguém pensava que o Cruzeiro passearia no Grupo C? Será que temos mesmo, como alguns acreditam, um elenco galático? E Real tem. E já caiu fora da CL…

    • Eu não advogo a teoria de que “merecíamos perder”. Torço SEMPRE para ganhar, mesmo jogando mal como foi na quinta. Não merecíamos ganhar, se ganhassemos, a turba de cornetas e pseudo-torcedores que se dizem “realistas” estaria encroada, continuaria resmungando. Empatamos e a “revolução” dos vuvuzelas começou.

      • Vinicius Cabral disse:

        Mas Evandro, merecer, é uma coisa. Torcer, é outra. Eu nem acho que o time merecia perder não. Pelo que apresentaram as duas equipes, o empate foi de bom tamanho. Agora, torcer, todos torcemos para que o time vença, jogando bem ou mal.

  14. matheus t penido disse:

    De acordo, JS. Digo que merecia perder pela péssima partida do Cruzeiro, mas pela circunstancia do jogo o resultado de empate foi o mais justo msmo.

  15. Jorge Santana disse:

    E o Ex-Dylan, hem? Sumiu. Será que ele não quer mais derrubar o treinador e afastar o Paraná? Há tempos, ele não se manifesta. E só aqui ele pode falar o que bem entender. Na Venezuela não poderia…

  16. o febeapá cruzeirense foi destampado do caldeirão que ferventava desde a decisão da Liberatdores no ano passado. A opinião de alguns torcedores ultrapassa qualquer limite de insanidade e passionalidade que o futebol admita. É triste ver as opiniões de cruzeirenses igualando-se à mentalidade de frangas bineuroniais. Mudando a prosa… Vi muitos poucos dando ênfase à garra do Inter que conseguiu até que o árbitro voltasse atrás numa marcação errada na casa do adversário. Será que a presença de hermanos na equipe do Inter tem alguma coisa a ver com isso? Será que a minha teoria sobre hermanos nas competições sudamericanas funciona com o Inter mas não serve para o Cruzeiro?

    • simone b de castro disse:

      Tem gente que ainda guarda a mágoa desde o dia 15 de julho do ano passado. Aposto que são os que TINHAM CERTEZA do título, já o davam como certo, compraram ingressos no lugar dos que foram em todos os jogos, invadiram o mineirão, ou se acomodaram em suas poltronas com sua cerveja predileta e ficaram só esperando o show. Não perdoaram a não-confirmação da sua certeza. São os que estão até hoje esperando uma nova Tríplice Coroa, como se fosse coisa corriqueira, como se bastasse querer. São os que se esquecem que em futebol, TUDO pode acontecer, e que não sabem digerir bem os desgostos da vida e seguir adiante…Muitas vezes quis que o Cruzeiro nem se clasificasse para a LA, pois sabendo como é uma boa parte da torcida, se o título não vier esse ano, eles vão querer até fechar o clube!

  17. Raf Lima disse:

    Futebol sendo esporte de contato, as contusões são esperadas. Porém, prevendo isso, a diretoria deveria contratar jogadores de nível semelhante (pois não existe jogador de mesmo nível) quando acontecerem tais perdas. O elenco do Cruzeiro é limitado e essas seguidas contusões são um drama irritante, principalmente para um clube sem muito dinheiro. Por isso, continuarei com a contagem: Em 3 meses, 6 jogadores passaram pelo CARE.

  18. rosan amaral disse:

    JS tem que ganhar um jeton (além de escrever tanto ainda nos corrige ao editar nosso comentário; no post o meu ficou bonito, merece o nóbel da literatura ..rsrsrs). Agora para dar uma relaxada: aquela irrigação durante o jogo é “atentado terrorista”; afinal, o Chaves num racionamento de energia e água, certamente foi sabotagem, não ao Cruzeiro mas ao presidente Chaves; temos que pedir ao Lula para que ele peça ao Chaves para prender parte do timaço dos itálicos só até nosso jogo.

  19. rosan amaral disse:

    JS libere meu comentário das 3:34 pm. Usei a aquelas 2 palavras entre aspas mas avisei previamente que era piada e inofensiva.

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