J. A. Ferrari, o Bafo da Raposa

Por Jorge Angrisano Santana | Em 18 de maio de 2010

Belo Horizonte, 02out33

O disparate entre o tamanho da torcida cruzeirense nas arquibancadas e nos jornais, rádios e televisões de Belo Horizonte é intrigante. Mesmo sendo maior no Mineirão, ela não ocupa espaço proporcional nas redações.

Em semanas de clássicos, então, os cruzeirenses se revoltam com a percepção que a imprensa da cidade apóia os, sem meias palavras.

Uma explicação possível para o fenômeno está no fato de que, ao contrário dos craques que se aposentam cedo,  jornalistas jamais saem de cena.

O tempo passa, ídolos são substituídos, mas o tom preto-e-branco das páginas esportivas permanece imutável como se futebol ainda fosse jogado com bola de capotão dos tempos em que o Atlético-MG tinha a maior torcida da cidade.

É história antiga. Vem dos tempos em que o exercício do jornalismo era privilégio de quem dominava as letras ou a arte de vender anúncios.

Jornalistas eram advogados, escritores, professores ou, na outra ponta, corretores de anúncios. Gente da elite da cidade, do meio de onde surgiram América-MG e Atlético-MG.

O Palestra Itália, criado por imigrantes italianos, era um clube de trabalhadores financiado por comerciantes.

Era um clube de marceneiros, pintores de parede, padeiros, caminhoneiros, pedreiros, pequenos agricultores. Os que subiam na vida abriam algum empreendimento comercial. Somente duas ou três gerações depois de sua chegada a Belo Horizonte, as famílias italianas começaram a formar seus primeiros doutores.

A distância entre o Palestra e os meios de comunicação é tão antiga quanto os clubes da cidade. Vem da década de 20  do século passado, e muda com lentidão.

A relação da torcida cruzeirense com a imprensa esportiva mineira sempre foi antagônica. A maior parte dos jornalistas é considerada rival. No sentido inverso, muitos cruzeirenses da crônica esportiva transformaram-se em heróis.

Plínio Barreto, o mais antigo jornalista esportivo mineiro e o maior arquivo vivo da história do futebol em Belo Horizonte é um exemplo de herói celeste. Ele transitou da crônica esportiva para a direção do clube, durante a gestão Felício Brandi, e quando fez o caminho de volta não perdeu prestígio entre os cruzeirenses.

Fialho Pacheco foi outro nome histórico. Foi o mais importante repórter policial de Minas. Dele, se dizia que desvendava mais crimes que a própria polícia. Alto, corpulento, sempre com um cigarro no canto a boca, além das reportagens policiais, Fialho estava sempre a serviço do Cruzeiro. Foi ele quem criou o slogan “Eta, Cruzeiro duro!”, que a torcida repetiu à exaustão nas décadas de 40 e 50 e e estampou adesivos que os cruzeirenses pregavam nas portas e vitrines das lojas de comerciantes atleticanos e americanos.

Afonso de Souza, irmão do lateral-direito Souza, editor de esportes do Diário da Tarde foi outro militante azul da crônica esportiva de Beagá. Quando o Mineirão foi inaugurado e o futebol mineiro atingiu seu ponto de ebulição com a febre dos programas esportivos, ele teve a idéia de criar colunas no DT. Cada uma dedicada a um grande da cidade. Os colunistas escolhidos foram jornalistas cheios de verve, ironia e deboche, gente com a cara e o espírito do torcedor de arquibancada.

Para a coluna Toca do Coelho, o irônico Paulo Papini, que estava sempre algumas doses –consumidas no bar do Palmeiras, no São Lucas– acima dos rivais.

Pra coluna Canto do Galo, o sarcástico Francisco Antunes (Xico Antunes ou XA), cuja personalidade combinava o ressentimento e amargura, marca alvinegra nos primeiros tempos do Mineirão. Ele calibrava as palavras e afiava a língua nas mesas do Ali Ba Bar, na Barroca, perto do Colégio Marconi.

O defensor do Cruzeiro seria o abstêmio J. A. Ferrari, que nunca levava desaforo pra casa e respondia às provocações com raciocínio rápido e tiradas inteligentes.

Antes da coluna Bafo da Raposa, João Alberto Ferrari de Lima já havia trabalhado em várias seções dos Diários Associados (Estado de Minas e Diário da Tarde e TV Itacolomi, menos nas páginas esportivas.

Filho do jornalista cruzeirense Ethelberto Franzen de Lima, e de Lúcia Ferrari de Lima, de família italiana vinda da região da Basilicata, J. A. era um jornalista de combate. Franzino, defendia-se com o raciocínio rápido que o ajudava a criar piadas mordazes e instantâneas.

Sua aceitação pela torcida celeste foi imediata e o impediu de cumprir promessa que fizera a si memso de escrever apenas uma coluna e só mesmo pra atender ao amigo Afonso de Souza.

O sucesso foi tão grande e tão imediato, que além do jornal, ele acabou estrelando o Bola na Área, debate esportivo de maior índice de audiência na televisão brasileira com espantosos 97% de Ibope.

Ele conta como aconteceu:

  • “Eu era redator de política do Estado de Minas, atividade entediante durante a ditadura, por causa da censura. Percebendo minha irritação com a atividade monótona, Ciro Siqueira me transferiu pra Superintendência de Relações Públicas do jornal. Foi lá que o Afonso de Souza me buscou pra escrever a coluna do Cruzeiro. O sucesso foi tão grandem que a Brahma decidiu patrocinar um programa de televisão com os colunistas da Diário da Tarde.”

O coluna causou polêmica desde sua primeira edição. Na segunda-feira após o primeiro Cruzeiro x Atlético no Mineirão, J. A . fez pesadas críticas aos jogadores e dirigentes atleticanos que, inconformados com a marcação de um pênalti, brigaram com o juiz e a polícia.

Irritado, o treinador Mário Celso de Abre foi ao jornal reclamar. Mas, em vez dos tradicionais salamaleques dispensados aos dirigentes atleticanos pelo pessoal da casa, ele  encontrou um jornalista duro.

Ferrari não apenas reafirmou sua convicção de que havia sido pênalti, como ainda quis saber porque os atleticanos espumavam durante o jogo e a briga. Marão desconversou e voltou pra casa sem a retificação do repórter.

Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 24out65, Mineirão, Belo Horizonte, 11ª (última) rodada do 1º turno do Campeonato Mineiro de 1965 – Juan de la Passión Artés (FMF) – Bandeiras: Wilton Marinho e José Gomes  (FMF) – Expulsões: Bugleaux, Vander, Roberto Mauro, Mário Celso de Abreu foram os primeiros expulsos. Quando a pancadaria se generalizou, os demais jogadores, titulares e reservas, também foram exclupidos da partida – Gol: Tostão, 35 do 1º tempo – Cruzeiro: Tonho; Pedro Paulo, William Cavalo, Vavá e Neco; Ílton Chaves, Dirceu Lopes e Tostão; Wilson Almeida, Marco Antônio e Hilton Oliveira. Tec: Airton Moreira – Atlético-MG: Luiz Perez; João Batista, Vander, Bueno e Décio Teixeira; Bugleaux, Viladônega e Toninho; Buião, Roberto Mauro e Noêmio. Tec: Mário Celso de Abreu.- Notas1. O pênalti que deu origem à briga foi cometido por Décio Teixeira em Wilson Almeida aos 34 do 2º tempo. 2. Mário Celso de Abreu, o Marão, havia sido campeão brasileiro dirigindo a Seleção Mineira em 1963. 3. William Cavalo e Ílton Chaves, então jogadores do Atlético, Marco Antônio, do América, e  Neco, do Villa Nova, também tinham sido campeões brasileiros de 1963. 4. Na mesma tarde, a TV Itacolomi exibiu, diretamente do Rio de Janeiro, o clásssico FlaxFlu, o de maior prestígio no futebol brasileiro. 5. Os jogadores atleticanos que agrediram o juiz e travaram uma batalha campal com soldados da Polícia Militar foram detidos e conduzidos à delegacia para prestar depoimento. 6. Juan de la Passión Artés era espanhol. 7. Este Cruzeiro 1×0 Atlético-MG foi o 11º dos 30 que o Cruzeiro disputou pra se tornar campeão brasileiro de 1966.

Daí em diante, sucederam-se as confusões. Brigas que vinham de antes da inaugruação. De uma rivalidade começada há 50 anos no futebol da Capital mineira.

Quando, numa manhã, antes da inauguração do Gigante da Pampulha, a administração do Mineirão reuniu os presidentes dos Cruzeiro, Atlétic0-MG e América pra escolha dos locais a serem ocupados pelas torcidas, esquecidos de que futebol se joga à tarde, os atleticanos escolheram a parte sombreada das arquibancadas.

Quando perceberam a mancada dos cartolas, os torcedores alvinegros ficaram furiosos. X. A. foi quem comandou a reação chamando de refrigerada e de barropretada a torcida cruzeirense.

J. A. respondeu dizendo que, por falta de uma praça de esportes própria, aquele pedaço escaldante da arquibancada passaria a ser sede campestre do Atlético-MG. Lugar apropriado para os emplumados se bronzearem sem pagar taxa de condomínio. Pegou.

Além de esquentar os fundilhos na fornalha e receber o sol da tarde na cara, o que tornava difícil acompnanhar os jogos, na segunda-feira os alvinegros ainda tinham de ouvir a inevitável pergunta sobre bronzeado adquirido no fim de semana.

Outra brincadeira que entrou para o folclore aconteceu no Bola na Área. No afã de conquistar aliados para o seu América-MG, o jovem cartola americano, Paulo Afonso, propôs ao Coronel Walmir Pereira, presidente do Atlético-MG, botarem as duas torcidas desfilando juntas com suas bandeiras pela Avenida Afonso Pena.

O presidente ouviu calado a explicação de que a aliança seria fatal para o Cruzeiro. O sucesso seria suficiente para os vira-casacas, que haviam trocado o América-MG pelo Cruzeiro, voltarem pro antigo clube.

J. A. foi curto e grosso: “Paulinho, pode buscar sua turma, mas não precisa levar mais do que uma ou duas Kombis…”

Walmir Pereira deu gargalhada estrepitosa. Paulo Afonso ficou sem resposta. E a história de que bastam duas Kombis pra carregar a torcida do Coelho entrou para o anedotário do futebol mineiro e brasileiro.

Outra vítima de J. A. foi o compositor Carlos Imperial. Num programa da televisão carioca, o multimídia se confessou cruzeirense em Minas.

Uma semana depois, ele veio a Belo Horizonte contratado para promover a Rodada dos Milhões, um dos inúmeros carnês de prêmios da história do Clube de Lourdes. Desfilou no Mineirão, deu entrevistas falando de se amor pelas cores preta e branca, que eram também as do seu Botafogo. E deitou falação sobre sua paixão pelo Atlético-MG.

À noite, no Bola na Área, ele repetiu a conversa. Só não contava com o troco de J. A.: ”Foi bom mesmo você ter mudado de clube, pois sua imagem não faria bem ao Cruzeiro.”

Pego no contrapé, Imperial jogou por terra mais uma ilusão da torcida atleticana. Disse que só estava ali para defender seu cachê.

Mas a vítima preferida da J. A. era seu o colega X. A., quase sempre apanhando pela palavra. Como no dia em que, convidado pra chefiar a delegação atleticana numa viagem a Formiga, chamou a cidade de “Sertão da Farinha Podre”.

Dito por um formiguense, em roda de amigos, fica engraçado. Por estranhos, vira ofensa. J. A. exigiu respeito pela “Princesa do Oeste” e levantou a cidade contra o Atlético-MG. Diante da reação, X. A. pipocou e desistiu da missão.

Quando a extinta TV Itacolomi resolveu gravar o Bola na Área no interior, os cronistas levavam material promocional de seus clubes (camisas, canetas, bonés, chaveiros e o que mais existisse nos departamentos de relações públicas).

No fim do programa, torcedores faziam fila para receber os brindes do Cruzeiro, enquanto os do Atlético-MG encalhavam. Depois de ver a história se repetir em Itaúna, Lagoa da Prata, Ouro Preto e Curvelo, X. A. desistiu: “Não volto mais ao interior de Minas, essa terra de cruzeirenses”.

O que não falta ao cruzeirense João Alberto são histórias. E história, com H maiúsculo também.

O Presidente da Província de Minas, seu tio-avô Augusto de Lima, foi quem assinou o decreto transferindo a capital de Ouro Preto pra Belo Horizonte. Ato de coragem que desfiou a ira dos ouropretanos.

A mesma coragem que fez J. A. aprender caratê pra se defender dos torcedores que o ameaçavam.

  • “Um chegou a telefonar ameaçando me dar um tiro nas costas. Eu o chamei de covarde. Disse-lhe que só podia agir mesmo pelas costas, pois, cara a cara, ia tremer e deixar cair a arma. O idiota nunca mais amolou mas, por via das dúvidas, tratei de aprender defesa pessoal.”

Medida oportuna, pois Bafo de Raposa não é algo que agrade os sensíveis rivais do Cruzeiro em Belo Horizonte.

N.B.: Este capítulo do Livro Páginas Heróicas Imortais foi  o 5.000º post do blog PHD (Páginas Heróicas Digitais).

92 comentários para “J. A. Ferrari, o Bafo da Raposa”

  1. Renato-SP disse:

    Belo post para comemorar uma marca tão expressiva. Parabéns JA! Parabéns JS! Amanhã teremos mais uma Página Heróica Imortal desse clube tão combativo, jamais vencido!

  2. Walter Seixas disse:

    Grande Cruzeirense. Excelente texto. Quando falam de jornalistas mineiros remeto a meu tio, Wagner Seixas. Inclusive estou curioso para ver se na edição 100 da Revista do Cruzeiro, onde alegam que vão citar a história dela. Meu pai (Wilson Seixas) e meu tio (já citado) serão listados, juntamente com Erasmo Angelo e Jaeci Carvalho, alguns dos idealizadores da revista.

    • Mauro França disse:

      Jaeci Cravalho foi idealizador da Revista do Cruzeiro?

      • Vinicius Cabral disse:

        Tentei escrever um monte de coisas mas não saiu nada. Estou abismado com isso.

      • Jaeci NÃO FOI o idealizador. A Revista do Cruzeiro como é conhecida hoje, foi idealizada no final da Gestão César Masci. O Editor dos primeiros quatro números, e um dos implementadores do Projeto foi, efetivamente, Jaeci Carvalho. Não tenho a cronologia exata dos fatos, mas, assim que ZZP assumiu, trocou a editoria do Jaeci pelo Erasmo Ângelo. É possível que algum interesse coloque o Jaeci como üm dos “idealizadores”.

      • Walter Seixas disse:

        Desculpa lhe responder, mas está mal informado. Ele participou sim da idealização do projeto. Eu vivi a história, não a ouvi.

  3. Sergio HKG disse:

    Sensacional…. Parabens a todos que fazem deste blog um lugar tao agradavel de visitar e de participar.

  4. Mauro França disse:

    Parabéns pro Ferrari, cruzeirense combativo, grande aquisição do cruzeiro.org.

    • Mauro França disse:

      E parabéns pro Jorge, pela expressiva marca alcançada, não é brincadeira chegar a 5 mil posts. Sei de todo o esofrço que ele faz para manter este espaço e espero que não lhe falte força e paciencia para continuar.

  5. rafa_pena disse:

    Muito bom o post e parabéns pela marca. è muito bom para nós torcedores que tenhamos um espaço de encontros, desencontros, enfim discussões sobre essa paixão chamada cruzeiro. Esse post foi uma aula de como defender o nosso time.

  6. Silva Rocha disse:

    Muito Legal. Como é bom conhecer as historia e pessoas que amam o Cruzeiro como eu. Parabens Ferrari, pela sua história, pena so conhece-la agora, mas ja virei fã. Parabens tambem ao PHD e ao Sindico pela marca tão expressiva e pelo amor ao maior de Minas.

  7. Arthur disse:

    JA FARRARI como já disse o JS por ser muito rápido no gatilho mental, em geral sempre se deu bem nas disputas com XA e OUTROS… Com relação a essa Imprensinha cocorjinha, é o que venho dizendo desde sempre, isso NUNCA MUDOU. E só quem pode fazer isso mudar hoje, é o TORCEDOR. Quando a torcida pressionaa a RADIA, os LG e JB da vida, quando a torcida mandou o GAVIÃO BRUAQUENO pra quele lugar, ele correu de Bh no jeito (agora é a “MARAVILHOSA TORCIDA DO CRUZEIRO”), e por aí vai. Se o torcedor se informasse maise não se deixasse levar por esse povinho invejoso, com certeza o CEC já estaria em outro plano. O que nos amarra de certa forma é este complo da imprensa e hoje da TV também. Parabésn JS pelos 5000 posts!!! ABS/ART

  8. Boa noite PHDistas,
    Sensacional.. fica comprovada a tese do nosso amigo Walfrido.. da Imprensa mixuruca mineira é a mesma e não mudou nada. Parabens ao JA Ferrari e ao Blog do PHD gerido pelo JS pelo 5000 Post.. é outro nível isso aqui não tem comparação.

  9. Vinicius Cabral disse:

    Já tinha lido este texto diretamente do livro Páginas Heróicas, mas foi como se tivesse sido a primeira. Que emoção! Que belo texto e que belo cruzeirense é o J.A. Ferrari! Parabéns Jorge Santana e cruzeiro.org pelo post de número 5.000!

  10. Walterson disse:

    Muito bom, não conhecia o JA Ferrari. Quer dizer que as franguinhas sempre levaram na cloaca, desde tempos imemoriais.

  11. Dylan disse:

    impressionante a limpeza do texto. Muito dificil ver algo asism atualmente.

  12. Hugo 5erel0 disse:

    Parabéns Jorge Santana. Pra mim, esse não é somente o melhor blog sobre o Cruzeiro, é o melhor sobre futebol. O PHD é o mió que tá tênu.

  13. Naldo disse:

    Só posso dizer que gostei muito do post. Não tenho muito o que comentar, mas que foi bom ler as histórias foi. Tem um trecho no hino do Cruzeiro que Diz: “Cruzeiro, Cruzeiro, querido, tão combatido jamais vencido.” Tem a cara da nossa torcida. E a preferência pelo lado aviário da imprensa mineira vem de longe, vem da origem dos dois times e ta ligada a origem dos primeiros jornalistas. Gente letrada da elite belohorizontina que torcia para o rival. Como os caras demoram uma era para aposentar, vai passando de geração em geração. Só a obstinação da mais querida torcida de minas, para ir a longo prazo virando o jogo.

  14. Leonardo Z disse:

    Bem vindo Ferrari. Interessante que sabia do trabalho dele em jornais por comentários de minha mãe. O vi trabalhar em mesa redonda no canal 23 nos anos 90′s e ele era sempre assim… Certeiro. Um breve comentário e botava os rivais espumando! E isso tudo com uma enorme educação. Cara fantástico cujo trabalho começo a conhecer de verdade agora. Muito legal saber de mais detalhes deste lutador.

  15. Othon disse:

    Sensacional! Parabéns J.A Ferrari!!! Parabens ao blog e parabéns ao Jorge pelo post de nr 5.000! Força CRUZEIRO GUERREIRO!

  16. Paulo disse:

    Que bom ler um post como este. Estas paginas heróicas imortais eu vivi.

  17. Palmeira. disse:

    Jorge, parabéns pelo 5000º post! A escolha do tema foi muito oportuna e marcante.

  18. simone b de castro disse:

    Viajei no texto, que só para variar, é excelente! Não sei se me dói saber que desde sempre essa imprensinha fajuta é contra o Cruzeiro, e perceber que nada mudou, ou se me satisfaz notar que a inveja do lado escuro da lagoa sempre rondou o Maior de Minas… E se somos invejados é porque estamos acima. O que sei é que temos que lutar sempre , para tornar a balança equilibrada no que se refere à imprensa, apesar de achar que aqui em MG é mais difícil, devido ao fato de os donos dos meios de comunicação serem rosados…

  19. Leo Vidigal disse:

    Muito legal, parabéns Ferrari e parabéns Jorge Santana. Que o espírito ferrarista seja incorporado pelos guerreiros hoje. Avanti!

  20. simone b de castro disse:

    É deprimente ligar a tv, por exemplo, e ver que num programa como o da Bandeirantes, o Minas Esporte, o convidado é um pseudo Cruzeirense, o Júnior Brasil ( que como alguém bem lembrou em outro espaço, fazia propaganda do instituto do manager) , e a apresentadora que se faz de imparcial e preocupada com o futebol mineiro, mas puxa a orelha do técnico cruzeirense, como se ele fosse um menininho que precisasse ser ensinado, ao mesmo tempo em que precisa de um babador ao falar de seu amiguinho luxemburgo. Tudo o que ele diz é certo, seus chiliques nacionais são por uma boa causa, os desvios de foco não são nem comentados, e parece até que ele descobriu a pólvora! Citam frases banais e corriqueiras no mundo do futebol, como se fossem suas…

    • simone b de castro disse:

      Suas derrotas vexatórias são colocadas para debaixo do tapete, com a velha desculpa de que ele ainda está montando o time. Ué, mas ele não é um dos melhores técnicos do mundo?

      • Rogério disse:

        Simone, isso me irrita bastante também, mas quando penso de cabeça fria, chego a conclusão que isso é ótimo para o Cruzeiro, não é possível acomodar no Cruzeiro, a imprensa sempre é implácavel e talvez este seja um dos motivos de nós termos crescido tanto. Esta benevolencia da imprensa com o time rosado, só tem feito mal a eles.

      • simone b de castro disse:

        Sem dúvidas, Rogério, mas que dá muita raiva, isso dá.

  21. Kimbundo disse:

    Muito legal essa história. Li e reli, gostei bastante. A minha única ressalva é que Capoeira seria mais apropriado que Caratê.

  22. simone b de castro disse:

    E então, eu que ainda não tenho tv fechada, estou cada vez mais encurralada por essas porcarias daqui. Por isso, espero ardentemente que um novo J.A. Ferrari apareça em nossa mídia ( tv, jornais), e coloque as coisas nos seus devidos lugares. Precisamos de cruzeirenses inteligentes e com língua afiada, que não deixe passar nada que tenha o intuito de rebaixar o clube azul estrelado, e exaltar o clube de Vespasiano. Será que esse dia vai chegar?

  23. Amácio Gattuno disse:

    “Ei, ei, ei, o meu time é campeão/ É o Cruzeiro duro, can-can do Mineirão/ Vamos minha gente/ Vamos bem ligeiro/ Rápido e rasteiro como o ataque do Cruzeiro”. Tenho falhas imperdoáveis no meu currículo futebolístico. Não assisiti a nenhum jogo do Cruzeiro antes da década de 80. Ainda bem que estes dinossauros celestes estão entre nós para resgatar histórias tão bacanas.

  24. Daniel Carvalho - Porto Alegre disse:

    Na condição de cruzeirense vivendo longe dessas plagas há muitos anos, tenho no blog uma fonte de informação. Excelente. O resto a gente lê, vez por outra, apenas pra ver até onde vão os caras-de-pau da imprensa mineira – parcialíssima.

  25. Celeste disse:

    Parabéns Jorge pelos 5.000. Adorei a história do JA Ferrari. Ele, em nome de sua paixão clubística, parece que nunca levpu desaforor para casa. Excelente.
    Off: Sonhei com um 4×2.

  26. Celeste disse:

    Dormi. Nunca levou desaforo. O Spam poderia bloquear também erros de escrita.

  27. mariana disse:

    Já disse isso aqui antes, mas o PHD mudou minha maneira de pensar futebol, recomendo sempre pra qualquer cruzeirense, ou pra alguém que goste de futebol. Parabéns JS! O PHD é o máximo! Quanto ao JA, acompanhava sempre o programa na rede super, sempre direto, chegava até a ser cruel com os companheiros. Me sentia muito bem representada por ele. Não conhecia seu passado, bacana demais saber como ele milita nesta causa do favorecimento ao lado rosa a tanto tempo.

  28. Belo texto Jorge. Parabéns pelo post 5.000° .
    Que o Bafo da Raposa incorpore em nossos jogadores hoje, e eles tragam a sonhada classificação.

  29. Frede disse:

    Excelente texto, muito rico e bem escrito! Parabéns ao Jota pelo post número 5.000!

  30. Rogério disse:

    Ótimo post, não teria uma forma melhor de comemorar o post 5000. Parabéns ao Jorge por esta marca expressiva e parabéns ao JA Ferrari sempre defender o Cruzeiro contra tudo e contra todos.

  31. Renato A. disse:

    Como bom formiguense, devo alertar que é do “Sertão da Farinha Podre” ( Formiga-MG) que se fabrica a melhor linguiça do Brasil vendida aqui em BH no Mercado Central a preço de ouro.

    Quanto a imprensa zebrada, rosa e bronzeada, essa realmente não muda mesmo. Minas Esporte, Bancada Democrática, Itatigalo, e congêneres não assisto nem vejo.

  32. ACRossi disse:

    São estes Cruzeirenses como JA Ferrari, Plinio Barreto, Bruno Vicintin, Jorge Santana, Evandro Oliveira, Aldair Pinto, Neuber Soares que devem ser o espelho da nossa torcida. Tão combatidos jamais vencidos. Por esse espelho que não deixo barato com a cachorrada….Obrigado a esta turma e saudações celestes..

  33. leandro ramires disse:

    esse ferrari é um q participava ou participa de um programa no canal 13?? com um bando de pateticanos e só ele de cruzeirense??? q era apresentado por aquele mané de cabelinho branco com franjinha na testa que ficava segurando uma bola o programa inteiro?

    • Gabriel TFC disse:

      Era ele mesmo, representava o Cruzeiro no programa do Alberto Afonso, vulgo peruquinha, só que ele saiu de lá por desavenças com um rosado lá que só fala merda, e agora tem um tal de Carime representando o Cruzeiro, que conforme dito aqui nesse espaço entende de futebol como eu entendo de física quântica.

      • leandro ramires disse:

        rosado que só fala merda??…tirando o damas existe algum que não fale:?? kkk

  34. wallacewfs disse:

    Parabéns JS pelo empenho que tem demonstrado em falar do Cruzeiro aqui no PHD, a equipe do Cruzeiro.org está orgulhosa desse feito 5000 posts mais a “contratação do passe” do JA Ferrari. Trabalho que não é para qualquer um não ! Aprendi muito aqui no blog, e mudei totalmente minha forma de torcer por influência direta do blog. Parabéns e obrigado.

  35. Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

    Estou muito orgulhoso em compartilhar este espaço diariamente com cruzeirenses da prateleira de cima. Vamos comemorar neste fim de semana um marco histórico do melhor blog sobre o Cruzeiro Esporte Clube ( sem demérito de nenhum outro, que tb prestam excelentes e gratuitos serviços). E, apropriadamente, dá uma aula sobre o Cruzeiro Esporte Clube. Sua origem humilde, dos homens que com seu trabalho quase anônimo o fizeram uma potência mundial. Uma pena que este texto ficará restrito aos que frequentam este espaço. Se fosse lido (e entendido) por uma maioria que, ás vezes, torce contra só pra ter razão, situação poderia ser outra e o time ser mais apoiado quando necessita de reverter situações.
    Vila longa ao Cruzeiro.Parabéns Jorgesan. parabéns J.A. Ferrari…

    • simone b de castro disse:

      Elias, no momento em que eu estava lendo o post, pensei a mesma coisa, sobre mais torcedores, principalmente os que confiam cegamente nesses comentaristas/ jornalistas, terem acesso a esse texto.

  36. Chaves disse:

    Parabéns, felicidades. Tudo de bom.

  37. Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

    E hoje vale a máxima do Maurão:
    TORCENDO E ACREDITANDO SEMPRE!!!!!!!
    Ps…quem vai gostar, e muito, desta coluna é meu amigo pessoal…CARLOS HENRIQUE CAMPOS, o cruel detonador de jornalista travestido, cocota e parcial….

  38. Perim disse:

    Prezado Jorge Santana.
    Que belo Post. Nunca havia entendido o por que da disparidade de tratamento na imprensa em relação ao Cruzeiro e o Atletico.
    Agora entendo. Sempre me revoltou esta diferença de tratamento. Porem, depois que descobrí o Cruzeiro. org e seu Blog, só passei a me informar aqui.
    Parabens pelo 5.000º post neste Blog.
    Parabens ao Evandro pela incansável dedicação à defesa dos interesses do Cruzeiro.
    Um grande abraço à todos cruzeirenses!
    Rumo à mais uma página heróica imortal esta noite!
    L.F. Pascoal Perim

  39. Rogério disse:

    É hoje o dia, estou fazendo um esforço imenso para acreditar que vamos sair classificados, mas para ser sincero não estou nada convicto disso, quando penso que o SPFW só tomou dois gols na Libertadores inteira tenho até calafrios.

  40. claudio(xina)lemos disse:

    Jorge escreve bem como poucos, post sensacional, assim como a história do Ferrari, Parabéns pela expressiva marca, parabéns também aos que ajudam a tornar este espaço o que é, Dom Elias, Maurão, Damas, pessoas incapazes de digitar uma palavra sequer ofensiva, não importando qual seja o comentário feito, vcs juntamente com o Jorge e o Evandro dão uma aula diária de Democracia, tolerância e educação. Parabéns a todos.

  41. Mario Lucio Vaz disse:

    Parabéns JA Ferrari e o Cruzeiro.org por mais essa e ao JS 5.000º post neste Blog. Eu Acredito No Cruzeiro hoje e sempre spfc 1 x 3 CRUZEIRO.

  42. simone b de castro disse:

    O problema é que os profissionais da imprensa, que apontam o dedo para o trabalho dos técnicos, são péssimos no que fazem!

  43. Papatuty disse:

    Daqui a pouco descendo pro morumbi… saindo de Salvador… coração na mão… 1×3 YES I BELIEVE… Com o terceiro gol as 47 do segundo tempo!!!

  44. Marco Soalheiro disse:

    Parabéns pela marca JS. Que bela história do Ferrari. Que
    aconteça hoje uma reviravolta digna de entrar na galeria de nossas melhores páginas heróicas. E que todos que cuidam do futebol do clube tenham juízo diante de qualquer resultado.

  45. Alan Mendonca disse:

    Eu tenho certeza!!!!! Cruzeiro classificado para as semifinais da Libertadores 2010.

  46. Amácio Gattuno disse:

    A relação promíscua entre a imprensa mineira e as frangas é ótima. São os mestres do subterfúgio. Gravaram, ao longo dos anos, a hipocrisia em seu DNA.

  47. Gabriel TFC disse:

    Parabéns JS pelo post nº 5.000, desde que descobri esse espaço, assim como o Cruzeiro.org fiquei extramamente viciado, e não passo nenhum dia sequer sem ler os excelentes posts e os debates acalorados apesar de postar comentários apenas eventualmente. Acho que o caminho para mudança de mentalidade da torcida do Cruzeiro, que por muitos anos foi moldada por esta imprensa parcial e desqualificada, é exatamente este que vem sendo traçado nos espaços virtuais. A torcida mostra sua verdadeira voz através dos vários Cyber espaço e tem a oportunidade de ouvir outros cruzeirenses que conhecem nossa história e nossas origens, e dessa forma construir nossa identidade, que sempre foi deturpada através das falácias emplumadas. Não vejo a hora de poder me deleitar com os textos do grande Cruzeirense JA

  48. Amácio Gattuno disse:

    Especula-se que o clube pagará premiação de título mineiro para os jogadores classificarem o time para a semifinal da LA10.

  49. Longo o post, mas muito interessante as histórias de JA Ferrari. Demais mesmo e como um grande Cruzeirense sempre soube como calar os galináceos.
    Parabéns ao Cruzeiro.org pela contratação do JA Ferrari. Parabéns ao pessoal do Cruzeiro.org pela comemoração dos 5.000 post’s. Parabéns ao JS pelo trabalho árduo neste tempo todo.
    Parabéns aos comentaristas que não deixam o espaço se esvaziar nunca.
    Parabéns à toda essa Nação Azul por nunca se furtar a apoiar tudo que é pelo bem do Maior de Minas.

  50. Maykon Schots disse:

    Clima de já-ganhou insuportável aqui em SP !!!

    Eu acredito !!!!

    sds,

  51. matheus t penido disse:

    Valorizo qualquer um que defenda o Cruzeiro na mídia, ainda que não seja extamente um cara com o talento que o JA tem pras tiradas. Parabéns ao Cruzeiro.Org por trazê-lo de volta.
    E parabéns ao Jorge e a todos pelo post 5000 do blog. Manter um endereço durante todo esse período e com essa qualidade é pra pouquíssimos. Vida longa ao PHD !!!

  52. Damas disse:

    Este texto me fez visitar o mais inocente capítulo escondido no recôndito de minha alma: minha infância/adolescência, onde fiz amigos que hoje conto nos dedos (JS é um deles). Sem entrar no contexto da rivalidade, trata-se de um artigo – dos mais bonitos – que já li em minha vida.

    • Jorge Santana disse:

      Há várias maneiras de se ler um texto deste tipo. A mais humana, sábia e interessante é a do Velho Damas. Ele compreende a rivalidade. Não tenta mudar o que não pode ser mudado. Constata que o jogo é duro e bola pra frente. Ele poderia escrever algo parecido sobre o X. A. Só não sei se saberíamos ler com a elegância e sabedoria que ele leu as loas que tecemos ao nosso herói azul-e-branco.

      • simone b de castro disse:

        O Damas respeita esse espaço azul e branco, mas infelizmente, é raridade…

    • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

      Fica consignada minha reverência…clap clap clap…

  53. Jorge Santana,
    Quando a gente fala com gosto de alguma coisa a produção é fantástica como a deste POST. Atingir 5 mil artigos no seu espaço, a maior parte deles com interação direta com o clube mais importante das Minas Gerais é para ficar envaidecido.
    Eu sou um dos felizardos de fazer parte deste contexto, de poder aprender mais e mais sobre o Cruzeiro, sobre o esporte e sobre a vida.
    Tenho muito que lhe agradecer por nos disponibilizar esta oportunidade. E quis Deus que eu pudesse ter lido a mensagem do Damas antes de escrever a minha. O maior reconhecimento é a versão de um dos mais fantásticos emplumados cacarejantes com o qual pude trocar idéias que é exatamente o rei da PAQUEQUER dos bons tempos.
    Um grande abraço e vida longa ao grande JS – Chiabi

  54. Gleyton disse:

    Caramba, que beleza!!!!

  55. Ronan disse:

    Sou formiguense e deve ser dessa época de início de Mineirão e dessas trapalhadas do cronista rosa que a cidade começou a se transformar em 85% de cruzeirenses rsrs
    Parabéns pelo post e parabéns ao Ferrari, que em meio ao mar de penas da imprensa mineira sempre defendeu as cores do Cruzeiro de forma brilhante.

  56. Binho disse:

    Me deliciei com cada linha. Pra mim um dos melhores posts do ano.

  57. junin disse:

    Eu fico me mantendo no anominato, mas, estou sempre acompanhando todos os posts e artigos no PHD, mas hoje eu resolvi me manifestar e parabenizar o PHF, em especial ao JS, que conduz tao bem o blog. E quanto a cronica do J. A Ferrari, mais atual impossivel. E vamos a vitoria e a classificação.

  58. Cuné disse:

    Parabéns pela história desse blog que você está construindo tão bem, JS. Sem dúvida o melhor lugar da net para se informar sobre o Cruzeiro. Acompanho seu trabalho desde quando morava em Iguaraçu (PR) e através deste espaço conheci muito cruzeirense gente boa. Continue por muito tempo sendo motivo de informação e conscientização do torcedor azul, hoje estou acreditando que teremos uma página heróica escrita em SP, pois acabei de ver uma cocota dando apoio a um bambi aqui do lado da minha mesa e já avisei no ato: – “Cuidado, apoio de cocota é mau presságio!!”

  59. Jorge Santana disse:

    Muito obrigado a todos que elogiaram o capítulo do livro. Qualquer dia desses, começo a despejar o restante do material. Por ora, contudo, só penso em vencer o St. Pauli.

  60. JA Ferrari disse:

    Foi com muita emoção que recebi esta enxurrada de generosas mensagens dos torcedores estrelados, a propósito de meu retorno às “atividades”, depois de um longo “descanso”. Essa torcida é mesmo fantástica”. Orgulho-me de haver contribuído, ainda que modestamente, para o seu estrepitoso crescimento. Tão estrepitoso que perturbou os nosso adversários. Eles “acreditam, piamente, até hoje, que ainda são os maiores de Minas. Coitadinhos. Farei o que me for possivel para não decepcionar tanta gente boa. Tanto os veteranos, que talvez conheçam o meu passado, quanto os mais novos, que estão tomando conhecimento, agora, de que houve um JA que lutou muito e quase sozinho, na mídia, para que o Cruzeiro, não só ultrapassasse as fronteiras de Minas e do Brasil, como ganhasse o respeito dos órgãos que comandam o futebol mineiro desde que me entendo por gente.. Ganhamos algumas batalhas importantes, é certo, mas não a guerra. Temos que continuar sempre atentos. Um braço carinhoso a todos, especialmente ao Evandro , que me convenceu a voltar, e ao estimado Jorge Santana.
    Até breve e me perdoem a demora no agradecimento. E que ainda estou brigando com a “máquina”.
    JA Ferrari