Arquivo da Categoria ‘NFL e NBA’

Nem com reza brava

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Domingo, depois da tamancada no Morumbi, desliguei a TV.

Ler e ouvir música são mais passatempos mais agradáveis do que o blablablá de mesarredondistas.

Quando, passada a chateação, liguei TV estava rolando 49ers x Bears.

Nada animador. O time de San Francisco enfiou 17×0 logo de cara e virou com 20×6.

Nessa altura, meio mundo foi dormir. E eu fui caminhar.

Na volta, me dei conta de que o panorama havia mudado. Após uma saraivada de TDs de um grandão, tipo NBA, Chicago estava na frente, com 28×20.

Era um jogo especial para o SF49ers, que inaugurava seu terceiro estádio, o Levi’s, em Santa Clara, Norte da California.

Inaugurar com derrota é soda. Mas não pro SF, que inaugurou seus outros dois, o Kezar, em 1946, e o Candlestick Park, 1971, também levando sovas.

Depois da urucubaca do Cruzeiro contra o Sumpaulo, a ziquizira dos 49ers em mais uma inauguração de estádio.

Certas escritas nem com reza brava.

Estados Unidos 95×78 Brasil, em Chicago

sábado, 16 de agosto de 2014

No United Center, Chicago, amistoso entre Estados Unidos e Brasil.

Americanos fizeram 29×15, no 1º quarto. Brasil fez 22×16, no segundo e 26×23, no terceiro. No 4º quarto, USA 27×15.

Derrick Rose foi o melhor da partida. O Brasil tem média de 29 anos de idade, os Estados Unidos, 24.

Trecho da reportagem de FÁBIO LEME, do GloboEsporte:

Os primeiros minutos deram a falsa impressão de um quarto inicial parelho. A boa atuação de Splitter no garrafão era pouco diante da intensidade dos americanos, que pressionavam muito Marcelinho Huertas na armação, principalmente depois das entradas de Klay Thompson e Kyrie Irving, dois dos melhores marcadores da NBA. Os brasileiros perdiam bolas – foram sete erros no quarto – e mal conseguiam penetrar na área pintada. Quando o faziam, paravam nos tocos dos EUA – foram três em 10 minutos. Stephen Curry, com duas cestas de três e uma de dois, contribuía para o show americano, que teve como ápice a ponte-aérea de Thompson para Anthony Davis. Com 6 pontos de Splitter e 4 de Nenê, o Brasil foi para o 2º quarto perdendo por 29×15.

Magnano cobrou, e seus comandados voltaram impondo uma defesa mais forte, que passou a incomodar. O aproveitamento dos EUA nos arremessos caiu. Os contrataques surgiram para o Brasil, e a diferença diminuiu. Uma bandeja de Splitter, depois de superar Anthony Davis no um contra um, fez o Brasil ficar só 2 pontos atrás. O pivô campeão da NBA era o destaque da seleção brasileira. Coach K pediu tempo e devolveu à quadra a dupla Thompson-Irving. Os EUA cresceram novamente, e a diferença, também, terminando o 2º quarto em 8 pontos com uma linda jogada individual do “dono da festa” Derrick Rose, ídolo dos Bulls, pra cima de Guilherme Giovannoni.

O jogo coletivo do Brasil contra o individual dos EUA ficou evidente no 3º quarto. Enquanto os brasileiros faziam bem a rotação e chutavam equilibrados para três pontos –foram 4 bolas no período, duas de Raulzinho e outras duas de Hettsheimeir-, os donos da casa usavam e abusavam do um contra um. Em uma delas, Derrick Rose sambou pa cima do jovem armador brasileiro, que vinha bem no jogo, e fez um jump shot (arremesso no ar) na frente de Varejão, que levantou milhares de fãs de pé no United Center -o mesmo Rose que, no período anterior, errara feio uma enterrada completamente livre. Leandrinho se desdobrava pra se desvencilhar da marcação de Klay Thompson, mas diferentemente dos outros períodos, o brasileiro superou seu rival na maioria das vezes. A vantagem que era de 8 no intervalo caía pra cinco: 68 a 63.

Substituto do lesionado DeMarcus Cousins no garrafão americano, Anthony Davis deu show no começo do último quarto. Ele salvou bola perdida, indo parar na segunda fileira da arquibancada, deu toco sensacional em Larry Taylor, completou uma ponte-aérea sobre os pivôs brasileiros e acertou bola de três. Sua atuação nos 10 minutos finais retratou o espírito da jovem seleção americana na partida. Sem deixar o Brasil respirar e muito intensa, a equipe voltou a abrir vantagem rapidamente. Antes da metade do quarto, a diferença já era a maior de todo o duelo -o Brasil só conseguira marcar cinco pontos (84 a 67).

Mesmo com o jogo definido, os EUA não afrouxaram e continuaram a impor sua forte marcação. O Brasil se abateu. No fim, a derrota por 95 a 78 ficou pior do que se anunciava. Já o torcedor americano teve uma amostra, apenas no primeiro amistoso contra um time classificado ao Mundial, do que pode esperar da sua equipe na competição.

Super Bowl 48; Broncos x Seahawks

sábado, 1 de fevereiro de 2014

MAURO FRANÇA

É hora do show!

Denver Broncos e Seattle Seahawks disputam neste domingo o Super Bowl 48, no MetLife Stadium (82.566), East Rutherford, Nova Jersey. A ESPN anuncia o Abre o Jogo às 19:30 e a transmissão da partida a partir das 21:00 horas.

Não poderia haver confronto mais interessante para os aficionados do futebol americano. Broncos e Seahawks já figuravam entre os favoritos antes mesmo do início da temporada. Confirmaram o favoritismo com as melhores campanhas na temporada regular e o título de suas conferências. Portanto, será uma decisão entre duas grandes equipes, no auge de suas forças. (mais…)

NFL: Broncos 26×17 Patriots, Seahawks 23×17 49ers

domingo, 19 de janeiro de 2014

MAURO FRANÇA

A lógica prevaleceu e as equipes de melhor campanha na temporada regular disputam neste domingo as finais das Conferências Americana e Nacional. A vitória vale não só título como também a vaga no Super Bowl XLVIII.

A expectativa é de jogos equilibrados, disputados palmo a palmo, com nervos à flor da pele e tensão máxima. Cada equipe tem armas suficientes para vencer e qualquer resultado não será surpresa.

Um dos atrativos das finais será o confronto dos quarterbacks. Na AFC, o duelo será entre os veteranos Peyton Manning e Tom Brady, dois dos maiores e mais laureados da história da Liga. Na NFC estarão frente a frente Russell Wilson e Colin Kaepernick, dois QB jovens, com pouco tempo de estrada, mas com talento e versatilidade suficientes para decidir jogos. (mais…)

NFL: Panthers 10×23 49ers; Broncos 24×17 Chargers

domingo, 12 de janeiro de 2014

MAURO FRANÇA

A rodada das semifinais segue com mais dois jogos neste domingo.

CAROLINA PANTHERS x SAN FRANCISCO 49ers, 16:00, Bank of America Stadium (73.298), Charlotte, Carolina do Norte. (mais…)

NFL: Seahawks 23×15 Saints; Patriots 43×22 Colts

sábado, 11 de janeiro de 2014

MAURO FRANÇA

A primeira rodada dos playoffs cumpriu o prometido, com jogos disputadíssimos e fortes doses de emoção. Três dos quatro jogos terminaram com diferença de no máximo 3 pontos. Os visitantes levaram vantagem em três.

Neste final de semana serão disputadas as semifinais das Conferências. Na AFC, Indianapolis Colts e San Diego Chargers, sobreviventes da primeira rodada, enfrentam, respectivamente, New England Patriots e Denver Broncos. Na NFC, New Orleans Saints e San Francisco 49ers encaram Seattle Seahawks e Carolina Panthers. (mais…)

NFL: Bengals 10×27 Chargers; Packers 20×23 49ers

domingo, 5 de janeiro de 2014

MAURO FRANÇA

A primeira rodada dos playoffs da NFL segue neste domingo com dois jogos, ambos com transmissão da ESPN.

CINCINNATI BENGALS x SAN DIEGO CHARGERS, 16 h (horário de Brasília), Paul Brown Stadium (65.535), Cincinnati, Ohio.

CINCINNATI BENGALS

  • Campanha: 1º colocado na Divisão Norte da AFC, 3ª melhor campanha da Conferência – 11-5 (8-0 em casa e 3-5 fora). O Bengals não teve trabalho para conquistar por antecipação o título de uma divisão com adversários do nível de Baltimore Ravens, atual campeão do Super Bowl, e Pittsburgh Steelers. Venceu cinco dos últimos seis jogos e terminou invicto em casa. Chega pela 12ª vez aos playoffs, terceira consecutiva e quarta nas últimas cinco edições. Fez 14 jogos, com 3 vitórias e 11 derrotas. Desde 1990 não vence na pós-temporada. Foi eliminado na primeira rodada em oito edições, incluindo as últimas quatro. Disputou e perdeu dois Super Bowl, em 1981 e 1988. (mais…)

NFL: Colts 45×44 Chiefs; Eagles 24×26 Saints

sábado, 4 de janeiro de 2014

MAURO FRANÇA

Vai começar a decisão. Neste final de semana será disputada a 1ª rodada dos playoffs da NFL. Oito equipes, classificadas entre 3º e 6º em cada Conferência, se enfrentam em jogo único. É tudo ou nada. Os vencedores avançam para a próxima fase; os perdedores voltam para casa. Denver Broncos e New England Patriots, melhores campanhas da AFC, e Seattle Seahawks e Carolina Panthers, da NFC, aguardam seus adversários nas semifinais.

A ESPN anuncia a transmissão ao vivo dos quatro jogos da rodada, dois no sábado e dois no domingo. (mais…)

NFL: Quem vai pros pleiofes?

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A hora é de decisão na NFL. Neste domingo, as equipes entram em campo para a última rodada da temporada regular. Expectativa de partidas intensamente disputadas e emocionantes. Em jogo, a disputa das últimas vagas dos playoffs e a briga pelas primeiras posições.

Seis equipes se classificam em cada conferência: os campeões das quatro divisões e dois de melhor campanha no geral. As primeiras posições garantem vantagens nada desprezíveis. Os dois primeiros colocados de cada conferência ficam de bye na primeira rodada dos playoffs e tem vantagem de mando de campo nas semifinais e finais.

Na AFC, cinco times já garantiram presença nos playoffs: Denver Broncos (12-3), New England Patriots (11-4), Cincinnati Bengals (10-5), Indianopolis Colts (10-5) e Kansas City Chiefs (11-4). A ordem de classificação ainda está indefinida. O Broncos assegura o 1º lugar, repetindo o feito da temporada passada, com uma vitória sobre o eliminado Oakland Raiders, fora de casa. O Patriots precisa vencer o também eliminado Buffalo Bills, em casa, e torcer por uma improvável derrota do Broncos. Se perder, pode ser ultrapassado por Bengals e/ou Colts, caso estes vençam seus jogos contra Baltimore Ravens e Jacksonville Jaguars, respectivamente.

Estão na briga pela última vaga Miami Dolphins (8-7), Baltimore Ravens (8-7), San Diego Chargers (8-7) e Pittsburg Steelers (7-8). As possibilidades são muitas, em função dos critérios de desempate. Se os três primeiros vencerem seus jogos, contra New York Jets, Bengals e Chiefs, respectivamente, terminam empatados e nesse caso a vaga será do Dolphins. O Dolphins leva vantagem sobre o Chargers em caso de empate entre os dois. O Ravens, atual campeão do Superbowl, leva vantagem se empatar tanto com Miami ou Chargers. Só que tem a missão mais complicada, já que precisa vencer fora de casa o Bengals, que ainda brigar por posição está invicto em seu estádio, e torcer por derrota de pelo menos um dos oponentes. O Chargers só se classifica com vitória e derrota dos dois adversários. A situação do Steelers é complicada. Precisa vencer o eliminado Cleveland Browns em casa, o que é provável, mas vai depender de derrotas dos outros três.

Entre os classificados, a novidade em relação à temporada passada é o Chiefs, que de pior campanha da Liga em 2012 pulou para o 2º lugar da Divisão Oeste. O Houston Texans tomou o caminho inverso. Caiu de 1º na Divisão Sul em 2012 para a pior campanha da Liga. Entre os que ainda brigam apenas o Ravens disputou os playoffs em 2012.

A disputa na NFC está ainda mais acirrada. Apenas Seattle Seahawks (12-3), San Francisco 49ers (11-4) e Carolina Panthers (11-4) garantiram vaga nos playoffs. A ordem de classificação não é definitiva e vai depender dos resultados da rodada. O Seahawks assegura o 1º lugar geral com uma vitória sobre o eliminado Saint Louis Rams, em casa. O 49ers precisa vencer o Arizona Cardinals fora de casa e torcer por uma improvável derrota do Seahawks.  O Panthers assegura o 2º lugar com uma vitória sobre o eliminado Atlanta Falcons, fora de casa. Se perder, torce por uma derrota do New Orleans Saints.

Duas vagas serão decididas em confrontos diretos. Chicago Bears (8-7) e Green Bay Packers (7-7-1) disputam o título da Divisão Norte, em Chicago. Philadelphia Eagles (9-6) e Dallas Cowboys (8-7) se enfrentam pela Divisão Leste, em Dallas. Os vencedores vão para os playoffs; os perdedores, para casa. Dos quatro, apenas o Packers disputou a pós-temporada em 2012.

A última vaga será disputada por Arizona Cardinals (10-5) e New Orleans Saints (10-5). O Saints se classifica com uma vitória em casa sobre o eliminado e fraco Tampa Bay Buccaners e pode até mesmo garantir o 2º lugar geral em caso de derrota do Panthers. O Cardinals vive situação curiosa. Para chegar aos playoffs, terá que vencer o 49ers em casa e torcer por derrota do Saints. Ou seja, pode chegar a 11 vitórias e ainda assim ficar de fora dos playoffs, o que é raro de acontecer.

Das seis equipes classificadas na temporada passada, três já estão eliminadas: Washington Redskins, Minnesota Vikings e Atlanta Falcons. Melhor campanha de 2012 com 13-3, o Falcons despencou para míseros 4-11. O Redskins caiu do 1º lugar para a lanterna da Divisão Leste. O New York Giants amargou sua segunda desclassificação após o título de 2011. O Panthers ficou de fora dos playoffs em 2012, assim como Saints, Bears, Eagles, Dallas e Cardinals, que ainda brigam pela classificação nesta temporada. O Eagles foi o lanterna da Divisão Leste em 2012 e agora disputa o título.

A ESPN (canais 71 e 571 da NET) transmite ao vivo os seguintes jogos:

  • 16h: CINCINNATI BENGALS x BALTIMORE RAVENS
  • 16h: MIAMI DOLPHINS x NEW YORK JETS – ESPN+ (apenas em HD, canal 572 da NET)
  • 19h25: CHICAGO BEARS x GREEN BAY PACKERS
  • 23h15: DALLAS COWBOYS x PHILADELPHIA EAGLES

MAURO FRANÇA, 50, cruzeirense, historiador, economiário, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte

NBA: Heat 95×88 Spurs; Lebron, 2xMVP!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mauro França

É tudo ou nada!

Quarenta e oito horas depois do eletrizante e épico Jogo 6, Miami Heat e San Antonio Spurs voltam à quadra para o último e decisivo confronto das Finais da NBA. Não tem segunda chance: O vencedor fica com o título. A ESPN transmite o Jogo 7 direto da American Airlines Arena de Miami, a partir das 21 horas. Para o aficionado do melhor basquete do mundo, é programa obrigatório.

Nos seis jogos da série, Heat e Spurs mostraram um equilíbrio total de forças. São equipes de altíssimo nível técnico, em concentração máxima. Contam com um arsenal de armas potencialmente letais. De um lado, LeBron James, Dwayne Wade e Chris Bosh, secundados por Ray Allen, Mike Miller e Mario Chalmers, base que disputa sua terceira final seguida.  Do outro, Tim Duncam, Tony Parker e Manu Ginobili, apoiados por Danny Green, Kahwi Leonard, Boris Diaw, Gary Neal e Tiago Splitter, mistura bem dosada de experiência, juventude e força.

Tudo somado, seria insensato apontar um favorito. A decisão está em aberto. Se tivesse que apostar, colocaria minhas fichas no Miami Heat, por conta de LeBron James, o mais completo jogador da atualidade.