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Racing, campeão argentino pela 17ª vez

domingo, 14 de dezembro de 2014

No El Cilindro, em Avellaneda, RACING 0×0 GODOY CRUZ. Se  vencer, a Academia campeonará após 11 anos.

No campo do Quilmes, QUILMES 0×0 RIVER PLATE. Os Millionários só campeonam se vencerem e o Racing perder.

Se o Racing empatar e o River vencer, haverá uma partida desempate. A Fox está transmitindo.

RACING 1×0 GODOY CRUZ, domingo 15dez14, 21h. TEMPO bom. LOCAL: El Cilindro (Juan Domingo Perón, 50 mil), Avellaneda, Provincia de Buenos Aires. MOTIVO: 19ª rodada do Torneio Transição. PÚBLICO: 50.000. JUIZ: D. Ceballos. AMARELOS: Centurión (RC), Garcia, Lértora, Rodriguez, Ayovi, Ramirez (GC). RACING: Saja; Cabral, Pillud, Grimi e Lollo; Aued, Videla e Díaz (Sanchez), Centurión (Acuña); Milito e Bou (Hauche). T: Diego Cocca. Reservas: Ibáñez, Sánchez, Voboril, Acuña, Cerro, Castillón, Hauche. GODOY CRUZ: Moyano; Olivarez, Cosaro, García (Angileri) e Ceballos; Lértora (Fernandez), Zuqui, J. Fernández e Rodríguez; Ayoví  (Garro) e Ramírez. T: D. Oldrá. Reservas: Rey, Jerez, Cooper, Angileri, García, Garro, Fernández,

Forbes: Cruzeiro é o 18º mais valioso das Américas

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A edição mexicana da revista FORBES publicou a lista dos clubes mais valiosos das Américas, em milhões de dólares:

  1. Corinthians, 579.9
  2. Grêmio, 354.4
  3. Palmeiras, 343
  4. Chivas, 279.3
  5. New York Red Bulls, 250.5
  6. Internacional, 241.7
  7. América México, 231.5
  8. Sporting Kansas City, 229.1
  9. Los Angeles Galaxy, 207.6
  10. São Paulo, 188.4
  11. AtléticoPR, 181.2
  12. Santos, 170.3
  13. Santos Laguna, 146.2
  14. Boca Juniors, 119.8
  15. Deportivo Cali, 119.3
  16. River Plate, 114.5
  17. Flamengo, 91.3
  18. Cruzeiro, 88
  19. San Lorenzo, 82.7
  20. AtléticoMG, 81
  21. Seattle Sounders, 80.6
  22. Fluminense, 79.9
  23. Cruz Azul, 66.3
  24. Tigres, 65
  25. Montreal Impact, 63.7
  26. Independiente Avellaneda, 63.3
  27. Tijuana Xolos, 63.2
  28. Emelec, 62.1
  29. Columbus Crew, 60.3
  30. Monterrey, 56.3

Clube sem estádio tem pouco valor, mesmo tendo torcida e títulos em grande quantidade.

Mas não é só, como informa o Superesportes: “Além da arena privada, o ranking levou em conta o valor dos elencos, a marca dos clubes, acordos comerciais com patrocinadores e o mercado em que estão inseridos.”

River Plate 2×0 Nacional: Que festa!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

No Monumental de Nuñez, Buenos Aires, RIVER PLATE  2×0 NACIONAL Medellín, jogo de volta das finais da Copa Sulamericana 2014.

Estádio superlotado, festa de fazer xeneize ficar envergonhado.

O JOGO. River difrutó como nunca una victoria que llegó gracias a los goles de cabeza de Gabriel Mercado y Germán Pezzella , y a la pegada exquizita de Leonardo Pisculichi, que pateó de manera magistral los dos córners que terminaron en gol. Es cierto que en el primer tiempo hubo más dudas que certezas, con el arquero Armani de Nacional como figura. Pero todo se resolvió en el segundo, con los gritos a los 8 y 13 minutos. Después de eso, fue todo fiesta. El último gustito para hacer de esta final algo especial fue el ingreso del ídolo, Fernando Cavenaghi, que entró faltando diez por Teófilo Gutiérrez. (La Nacion, 10dez14)

RIVER PLATE 2×0 NACIONAL Medellín, 10dez14qua22h. TEMPO nublado, temperatura 18º, sem vento, umidade 59%. LOCAL: Estádio Antonio Vespucio Liberti, Monumental de Nunñez (67 mil), Buenos Aires. MOTIVO: jogo de volta das finais da Copa Sulamericana 2014. TRANSMISSÃO: SporTv e Fox. PÚBLICO: 60.000. ARBITRAGEM: Darío Ubriaco, Miguel A. Nievas e Mauricio Espinosa, uruguaios. AMARELOS: Mori (Riv), Berrío, Mejía (Nac). GOLS: Mercado, 53, Pezzella, 58. RIVER PLATE: Marcelo Barovero; Gabriel Mercado, German Pezzella, Funes Mori e Vangioni; Ponzio (Kranevitter), Carlos Sánchez e Ariel Rojas; Leonardo Pisculichi (Driussi); Rodrigo Mora e Teófilo Gutiérrez (Cavenaghi). T: Marcelo Gallardo. NACIONAL: Armani; Nájera (Murillo), Henríquez, Valencia e Bocanegra; Mejía, Bernal e Cardona; Díaz (Guisao); Berrío (Cárdenas) e Ruiz. T: Juan Carlos Osorio.

A fissura dos jecas

sábado, 6 de dezembro de 2014

Na saída do Mineirão, após a derrota vergonhosa pras frangas na final da CB, discuti com dois idiotas que pediam a cabeça do Marcelo Oliveira.

Diziam que o Cruzeiro precisa de um treinador especialista em matamata.

– Pacote é especialista. Não fosse, como teria chegado a três finais de Copa do Brasil e várias de estaduais? -perguntei.

– Mas não venceu! -retrucaram as múmias paralíticas.

– Procurem os culpados nos adversários e nos jogadores que, como hoje, andaram em campo. Ele não jogou.

– É mas nós exigimos Libertadores e Mundial…

Parei de conversar. Tem nada mais jeca do que essa fixação no torneio de fim de ano promovido pela Fifa.

Francisco está certo: América do Sul é o fim do mundo.

Na minha escala de prioridades, estão o Morrinhão, a Liberta, a Copa do Brasil e o Mineiro, pela ordem.

Mundial de rajas e mazembes é só um pouco mais relevante que a Copa Bimbo, aquela em que o Raposão botou a Franga de quatro, lá em Montevidéu.

Nacional Medellín 1×1 River Plate: Sem malemolência

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Em Medellin, Nacional x River Plate, jogo de ida das finais da Copa Sulamericana, com arbitragem brasileira liderada pelo mineiro Ricardo Marques.

Os dois times estão disputando também os títulos de seus campeonatos nacionais. Vale a pena assistir pra saber se algum deles vai se comportar como o Cruzeiro na final da Copa do Brasil.

O JOGO. O Nacional começou a todo vapor e foi logo carimbando a baliza do River, aos 5. Aos 34, Berrío recebeu lançamento, avançou pela direita e chutou cruzado, sem chance de defesa pra Barovero. Os argentinos voltaram marcando adiantado, tomaram o controle do jogo e empataram aos 65, com um chute forte do enganche Pisculichi, que Aramani quase defendeu. Daí em diante, o jogo ficou equilibrado e a decisão do título foi empurrada para o Estádio de Nuñez, em Buenos Aires.

NACIONAL Medellín 1×1 RIVER PLATE, quarta-feira, 03dez14, 22h15. TEMPO bom. temperatura 14ª, sem vento, umidade 90%. LOCAL: Atanasio Girardot (45 mil), Medellín, Colômbia. MOTIVO: Jogo de ida das finais da Copa Sulamericana 2014. TRANSMISSÃO: SporTV e Fox. PÚBLICO: 42.000. ARBITRAGEM: Ricardo Marques Ribeiro, Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse, trio brasileiro. AMARELO: Pezzella (R). GOLS: Berrio, 33, Pisculuichi, 65.  NACIONAL Armani; Bocanegra, Henríquez, Murillo e Farid Díaz; Mejía, Bernal (Guerra) e Cardona; Berrío (Guisao), Copete (Sebastián Pérez) e Luís Ruíz. T: Juan Carlos Osorio. RIVER PLATE: Barovero; Mammana (Solari), Pezzella, Funes Mori e Vangioni; Carlos Sánchez, Ponzio, Ariel Rojas e Pisculichi (Kranevitter); Rodrigo Mora (Cavenaghi) e Teo Gutiérrez. T: Marcelo Gallardo.

Condenada por ir ao estádio

domingo, 2 de novembro de 2014

Ghoncheh Ghavami, de 25 anos, estudante de Direito na Universidade de Londres

A iraniana Ghoncheh Ghavami, 25, estudante de Direito em Londres, foi condenada a um ano de prisão por ter ido a um jogo da Seleção Iraniana de vôlei, no estádio Azadi em Teerã. Na ocasião, ela se manifestava pelo direito das mulheres iranianas frequentarem eventos esportivos disputados por homens, o que é proibido pelo regime dos aiatolás. Não custa lembrar que o governo brasileiro é fiel aliado desse estado islâmico, desde os tempos de Lulla.

A jequice impactante

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Grenoble, 15 de julho de 2014

Olá Jorge,

Tempão que não nos falamos, não é mesmo?  Espero que tudo esteja indo bem com você.  Continuo lendo frequentemente o PHD, mas não tenho muito tempo para participar das discussões.

Aqui vão alguns comentários esparsos sobre as reações da mídia francesa, televisiva e escrita, sobre a Copa do Mundo.

De uma maneira geral, ouvi apenas elogios quanto à organização e o desenrolar dos eventos. Senti os comentadores da televisão constrangidos quando o público vaiava a nossa presidenta.  As pessoas com que eu conversei por aqui reprovaram a atitude, qualquer que fosse a razão.

Ouvi e li muitos elogios às manifestações dos brasileiros contra a FIFA, mas acredito que o pessoal daqui andou fazendo uma leitura errada das verdadeiras intenções dos Black Blocs e dos baderneiros que foram às ruas.

Um fato curioso, foi a reação à simulação do Fred no pênalti contra a Croácia.  Os três comentaristas da TF1, Bixente Lizarazu, Franck Leboeuf e Arsène Wanger, condenaram veementemente a atitude, pedindo mesmo punição da FIFA para o atacante.  O árbitro japonês passou por simples vítima do jogador.

Fora isto, ouvi várias críticas às atitudes extra-esportivas dos jogadores brasileiros. Por exemplo, este texto, escrito com muito humor, foi publicado em francês no site Cahiers du Foot logo após a semifinal:

Segue abaixo minha tradução do mesmo para o português.

Abraços,

Rafael Laboissière

POR QUE A SELEÇÃO BRASILEIRA ME ENCHEU O SACO

Visant

Alegrar-se com a eliminação fulminante do Brasil seria desumano, e até mesmo pouco inteligente.  Isso não me impede de enumerar o que a Seleção fez de extraordinariamente irritante durante a Copa do Mundo.

É engraçado, eu me sinto finalmente aliviado pelo fato do Brasil ter caído fora.  No entanto, sempre tive simpatia, ou mesmo uma forma de admiração pelo futebol deste país no passado.

Mas este ano, toda a dramatização extra-esportiva (ou para-esportiva, em suma, deixo de lado o futebol em si, que foi mais do que medíocre) me irritou a um tal ponto…
Segue um resumo do que me deixou exasperado. Atenção, assumo o meu humor ácido!

  1. Entrar em campo de MÃO NOS OMBROS. Parecia uma fila de condenados caminhando para a forca. Felizmente, eles não jogaram de uniforme laranja, pois isto daria margem a confusão. Se você deseja ficar marcado logo de cara e colocar um pressão louca através de um simbolismo desnecessário, nada melhor do que esta maneira de entrar em campo. Bônus track: Todo mundo tinha que esperar 40 segundos a mais, o tempo necessário para que a lagarta chegasse ao local da execução dos hinos.
  2. HINO BERRADO a capela. A intenção inicial talvez tenha sido boa, criando-se algo de original, a ser compartilhado com o público, mas o resultado acabou sendo deveras… pitoresco. Digamos que uma só vez teria sido interessante, mas seis vezes foi chato demais.  Até porque todo mundo anunciava a coisa como algo ex-tra-or-di-ná-rio e que o silêncio solene era imposto para admiração do momento de “graça”. Résultado: uma espécie de cacofonia absoluta, além de histérica, com os jogadores assumindo um aspecto demoníaco.  Parecia a primeira fileira de fãs em um show do Slipknot. http://goo.gl/KtxWVI Bônus track: Você perde cerca de 25% de sua energia física e mental, antes mesmo do início da partida.
  3. CHORORÔ incessante. Antes do jogo?  Eu choramingo.  Durante o jogo?  Eu choramingo. Após o jogo? Eu choramingo.  Os jogadores se lamentaram perpetuamente. Eu acho mesmo que alguns jogadores choraram foi de desespero, por não saber a razão pela qual os seus companheiros estavam choramingando. Bônus track: De repente, o público começa a pensar: “Deve haver uma boa razão para tanto choro, então vou chorar também.”
  4. CLAMAR O SENHOR 472 vezes por dia. Esta equipe deveria ser treinada por um pastor (ou pela Sarah Palin). Não foi o festival do “joga bonito”, mas sim o festival do “dê graças a Deus”.  E mesmo quando o próprio Deus não aguenta mais tanto louvor e demonstra que ELE gostaria de assistir aos jogos em paz (daí o 7×1), aí, bom, o primeiro reflexo dos jogadores brasileiros é recomeçar a reza.  E tome cuidado, véi, o próximo passo será o raio enviado diretamente em seus dedos levantados ao céu, se Ele estiver num momento de mau humor, o Zeus! Bônus track: Além do mais, o papa é argentino, lol.
  5. A GLORIFICAÇÃO DE NEYMAR. Nada contra o garoto de talento impressionante, que fez uma Copa do Mundo notável. No entanto, atribuir-lhe o papel de mártir executado na batalha contra os vilões colombianos, aí já é demais. Foi ridícula a ostentação da camisa de Neymar pelo capitão David Luiz durante os hinos. Um amigo meu achou ”maravilhoso”, enquanto eu quase engasguei com meu vômito. Ainda bem que o cara não morreu, senão teriam sido capazes de carregar o corpo ao entrar em campo. Bonus track: Imagine os hinos de Portugal vs. Gana com dezessete camisas dos portugueses contundidos.

Em suma, a seleção brasileira não apenas apresentou um futebol pobre, mas também me encheu o saco.

Eu não tenho provas, mas acredito que este circo todo, estas cerimônias, esta ostentação, esta histeria individual e coletiva acabaram por abalar os jogadores.

É melhor ir pensando numa maneira de se livrar de tudo isto a fim de redirecionar o foco para o futebol e a vitória.

Laguna Hedionda

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Laguna Hedionda, Potosi, Bolivia. Foto: Vagner Paz Mengue, National Geographic

Uma boa notícia pra começar a semana

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Deu no site da VEJA:

Michael Schumacher, hospitalizado na França desde 29dez13 depois de sofrer acidente enquanto esquiava, saiu do coma e já deixou o hospital universitário de Grenoble para prosseguir sua “longa fase de recuperação”, anunciou nesta segunda a porta-voz da família, Sabine Kehm. A família não revelou para onde Schumacher será levado para continuar seu tratamento. Antes do acidente, o ex-piloto de Fórmula 1 morava na Suíça. Sabine agradeceu em comunicado o tratamento recebido por parte dos médicos, enfermeiras e terapeutas do centro hospitalar. Ela fez questão de ressaltar “o excelente trabalho nestes meses de internação”. A porta-voz não deu novos detalhes sobre o estado do heptacampeão de F1, que sofreu um acidente de esqui em uma pista não sinalizada da estação de Meribel, nos Alpes franceses, onde possui uma residência de férias. Schumacher ficou quase seis meses meses em coma induzido após bater a cabeça em uma pedra. Ele também passou por duas intervenções cirúrgicas para retirar edemas do cérebro. No fim de janeiro, os médicos começaram a reduzir os sedativos com o objetivo de retirá-lo do coma assim que possível. Ao longo da internação, a família sempre alegou preocupação com a privacidade e divulgou poucas notícias sobre o estado de saúde do ex-piloto. De acordo com a BBC, parentes do ex-piloto de alemão de 45 anos já tinham advertido que “estava claro desde o início que esta será uma luta longa e difícil para Michael”.

Schummy é boleiro também. Será que ele está em condição de ver as partidas do Mundial?

Holanda

segunda-feira, 9 de junho de 2014

AFP

Seleção da Holanda, três vezes vicecampeã mundial (74, 78, 10)