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Vidigal: “Menos mal, não ter castigo no final”

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.

  1. Davids, armador da África do Sul: Estamos fazendo esse mês de treinamento no Brasil jogando contra bons times como o que jogamos aqui, pra ver o que precisamos melhorar e se o que estamos fazendo está  bom. Temos ido bem na defesa, agora temos que fazer os gols.
  2. Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul: É evidente que quem nunca jogou num estádio desse, contra uma equipe com esse nível do Cruzeiro fica intimidado. Jogadores jovens sentem o peso dessa responsabilidade. Então a gente tem que melhorar essa confiança de ficar mais com a bola, errar menos passes. Mas isso só vem com a sequência de jogos e manutenção de uma equipe. Esse trabalho foi encorajador. Pra nós o resultado foi bom. O Cruzeiro está bem. Tem um time muito bom tecnicamente, dois atacantes de peso, de força, dois laterais que sobem com muita precisão. Roger está começando a se integrar, ele dá qualidade à equipe. Tem um goleiro excepcional, dos melhores do Brasil, que tem provado isso a cada partida. No final, poderíamos ter feito dois gols e o Fábio os evitou. O 0×0 foi justo. O Cruzeiro com a posse da bola e nós nos defendendo bem. Agradecemos o Cruzeiro por ter nos recebido. Não só ter jogado no Mineirão com a equipe principal, mas pelo acolhimento caloroso, afetuoso, desde o aeroporto, o almoço. Vamos treinar lá amanhã com os jogadores que não atuaram. Queremos agradecer imensamente ao presidente Perrella por essa acolhida. Nosso jogadores estão deslumbrados, porque foi realmente emocionante.
  3. Adílson Batista, treinador do Cruzeiro: Foi bom. Em amistoso, geralmente você evita jogadas mais ríspidas, tira o pé, o ritmo não é tão forte como em campeonato. Mas acho que foi proveitoso em função de sistema, o Cruzeiro tentou rodar a bola, trabalhar. Tivemos dificuldades, erramos alguns passes, não tivemos penetração. Tentamos mudar, tivemos mais volume, criamos oportunidades. Você olha o jogo do Barcelona e vê que todo mundo dá um, dois, no máximo três toques na bola. O Messi é quem carrega a bola, mas sendo objetivo, em cima do marcador, em direção ao gol. A gente quer dar, três, quatro, cinco toques, segurar, é cultural. Demora pra tirar alguns vícios. Nesse aspecto é importante a disciplina tática.
  4. Guilherme Mendes, diretor de Comunicação: Foi um orgulho pra nós receber a seleção anfitriã da Copa e ter o nome do Cruzeiro divulgado no exterior.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Fico satisfeito pelo reconhecimento. Estou fazendo um trabalho produtivo no Cruzeiro ao longo desses anos. Infelizmente, não chegou ainda ao treinador da seleção, mas espero que ele comece a me observar com carinho e me dê a oportunidade que tanto almejo ao longo desses anos. Parreira brincou que eu tinha tirado o bicho dele e falou que eu vivo um grande momento, me deu os parabéns. Isso me fortalece pra melhorar a cada dia nos treinamentos, com bastante respeito pelos companheiros e também pelos outros goleiros do Brasil e do exterior que buscam um lugar na seleção, o sonho de todo jogador. Já tive várias oportunidades de ser convocado com o Parreira. Se ele fosse o treinador, poderia acontecer. A concorrência é grande, mas me sinto preparado pra estar entre os três goleiros que vão à Copa pelo que venho demonstrando ao longo desses anos. No momento, penso em fazer o melhor pra ter oportunidade em 2010. Senão, vou continuar trabalhando e empenhando ainda mais pra estar sempre bem. É lógico que a Copa no Brasil será uma felicidade pra todos os brasileiros e todo mundo quer participar de uma forma ou de outra.
  6. Henrique, volante do Cruzeiro: É gratificante pro atleta, claro que a gente fica feliz. Não foi um treinador qualquer que fez um elogio desse. É campeão do mundo, trabalhou com grandes seleções, então fico feliz. É continuar nesse mesmo ritmo, nessa mesma pegada, pra crescer sempre, melhorando pra ajudar a equipe do Cruzeiro. Claro que a gente sempre sonha com coisas maiores, jogar pela seleção. A gente busca esse objetivo, mas sem deixar subir à cabeça. Tem que trabalhar, porque existem grandes jogadores. Preciso crescer gradativamente, trabalhar, conquistar espaço. Isso vem com o tempo. Tenho que continuar na mesma batalha e focado.
  7. Bernardo, meia do Cruzeiro: É uma boa experiência boa jogar contra uma seleção. Tiramos muita coisa. Enfrentamos uma seleção de muito toque de bola, muitos dribles e velocidade. Foi um bom aprendizado.
  8. Roger, meia do Cruzeiro: A África do Sul passa por um processo de reformulação. Vinha com o Parreira, trocou pelo Joel Santana, voltou o Parreira. Veio aqui e fez um jogo morno, pois é véspera de Copa do Mundo e todo mundo quer se poupar. Nós também, pois temos uma competição importante. Foi meio chato de se ver, mas faz parte.
  9. Kleber, atacante do Cruzeiro: Foi um jogo bom pros dois lados. Pudemos trabalhar tranquilamente e ninguém saiu machucado. Temos competições importantes e precisamos de todos inteiros pra avançarmos ainda mais. Foi uma oportunidade pra treinar, trabalhar, melhorar, tanto nós como eles. A gente sabe que faltaram os jogadores que atuam na Europa, então, essa seleção tem muito pra melhorar. Mas é uma boa seleção, trabalha bem. A qualidade técnica parece com a do futebol brasileiro.
  10. Leandro Mattos, em seu blog: No Mineirão, o Cruzeiro recebeu a África do Sul de Carlos Alberto Parreira, num amistoso internacional. Foi um jogo tecnicamente fraco, sem muita inspiração de ambos os lados. Os celestes foram superiores e só não venceram porque foram muito displicentes nas finalizações, numa noite segura do goleiro Khune. No final do jogo, Fábio também foi decisivo. Nos últimos cinco minutos, fez duas defesas importantes e impediu que a zebra invadisse o gramado do ‘Gigante da Pampulha’. Com México, Uruguai e França como companheiros de Grupo, Parreira terá muito trabalho para colocar os Bafana Bafana nas oitavas-de-final da Copa do Mundo 2010.
  11. Fabio Velame, no PHD: Não há muito que comentar. Foi um jogo morno. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. As melhores chances foram da seleção africana e, não fosse o Fábio, a vitória seria dela. A única grande chance do Cruzeiro aconteceu no 1º tempo com Roger na grande área batendo em cima do goleiro. O resto foram chutes de fora da área, uma deles numa falta cobrada pro Bernardo, no travessão, e bolas levantadas para conclusões de cabeça fáceis pro goleiro. Apesar de ter sido amistoso, achei o time meio sem criatividade.
  12. Leo Vidigal, no PHD: Parece que os jogadores se arriscaram menos nas divididas, preferindo mais um belo passe, por isso erraram mais.  Foi um amistoso normal, talvez meio fora de hora, mas não deixa de ser interessante. Menos mal que o time não levou o castigo no final, graças ao Fábio. Pena aquela bola do Bernardo não ter entrado, ele realmente procurou o jogo e merecia um gol. 
  13. Vidotti, no PHD: Não tem como cobrar que cantem o hino se a organização não planeja a execução em conjunto com a torcida. Da arquibancada, não dá pra escutar o que a banda está tocando no gramado. Porque não utilizaram o serviço de auto-falantes para reproduzir o hino? Não entendi o motivo. Na final da Libertadores, o hino foi cantado por todo o estádio. Ontem, não foi questão de falta de educação e sim de falta de planejamento. Ontem, nada foi anunciado pelo sistema de som do Mineirão, ai fica dificil cobrar alguma coisa.
  14. Rosan Amaral, no PHD: Assisti ao jogo ao lado do Dr. Adriano, irmão do Sivercan. O nome do jogo foi Carlos Alberto Parreira. O 1º tempo foi horrível como espetáculo. Sobrou o desempenho tático dos bafana bafana com 2 linhas de 4 fechando da meta sul-africana e impossibilitando a penetração dos cruzeirenses. Parreira sabe posicionar uma defesa. No 2º tempo, Pele abriu sua equipe e jogou de igual para igual, chegando ao requinte do 4-3-3 em alguns momentos. O jogo ficou muito movimentado. O Cruzeiro perdeu mais gols que os leões, mas a última bola do jogo foi perdida pelo atacante africano cara a cara com o Fábio. Mais enclorpada, esta seleção poderá surpreender México ou Franca. Destaque também para o preparo físico dela. A movimentação no 90º foi a mesma do 1º minuto.
  15. Walterson Almeida, no PHD: Este amistoso fez muito bem à África do Sul. Reparem que nos últimos 20 minutos eles jogaram igualzinho ao Cruzeiro, tocando a bola e fazendo-a girar. Aí foi a vez dos celestes ficarem correndo atrás da bola. Pelo que li sobre o jogo, era exatamente isto que o Pé de Uva buscava para seu time. O futebol do Bernardo cresce a cada jogo, embora ele continue segurando muito a bola e tentando resolver sozinho. Passe a bola, rapá!
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Fábio salvou a Pátria

quinta-feira, 18 de março de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.

  • Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.  
  • Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
  • Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
  • Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
  • Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
  • Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
  • Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
  • Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
  • Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
  • Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
  • Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
  • Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
  • Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
  • Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
  • Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um  ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
  • Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração. 
  • Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol. 
  • Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
  • Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
  • África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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Cruzeiro 0×0 África do Sul: Goleiros imbatíveis

quarta-feira, 17 de março de 2010

O treinador Carlos Alberto Parreira trouxe a Seleção da África do Sul pra se preparar para a Copa no Brasil.

Até agora, ela empatou com o Volta Redonda, por 0×0, e venceu o Sub20 do Fluminense, por 8×0, e os profissionais do Boavista, por 2×0, em jogos-treinos realizados na Granja Comary, centro de treiandmentos da CBF, em Teresópolis.

Sem os titulares Benny McCarthy, atacante do West Ham, os meias Steven Piennar, do Everton, e MacBeth SIbaya, do Rubin Kazan, e o zagueiro Aaron Mokoena, do Portsmouth, os bafana bafana querem aprender a tocar a bola e controlar o jogo à moda brasileira.

Para o Cruzeiro, o jogo também vale como treino para o Mineiro e a Libertadores e como oportunidade de divulgar sua marca mundo afora.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 20h50 – Torcida mal educada faz barulho ensurdecedor durante a execução dos hinos nacionais.
  • 20h54 – Placar eletrônico dá escalação da África do Sul ao lado do escudo do América-MG.
  • 20h55 – Começa o jogo. Cruzeiro, com camisas e calções azuis e meias brancas, defende o Gol da Cidade. África do Sul com camisas brancas, calções verdes, meias amarelas.
  • 03 – Jogo truncado, com troca de passes nenhuma tentativa de ataque mais consistente.
  • 04 – Roger cobra escanteio pela esquerda, Pedro Ken cabeceia pra fora.
  • 05 – Jonathan cruza da direita, defesa tenta tirar, bola sobra pra Pedro Ken, que chuta. Khune defende.
  • 07 – Cruzeiro marca saída de bola.
  • 09 – Modise avança pela direita, mas é desarmado por Diego Renan.
  • 13 – Tshabalala faz boa jogada pessoal e cava falta na intermediária, que juiz não marca.
  • 14 – Mphela invade a área e chuta por cima do travessão.
  • 15 – Tshabalala pega faz belo lançamento pra Mphela, que domina, avança e chuta cara a cara com Fábio, que faz grande defesa em dois tempos.
  • 16 – Roger chuta de fora da área, bola passa por cima do travessão.
  • 19 – Jonathan recebe na entrada da área e chuta por cima do travessão.
  • 22 – Kleber tabela com Henrique na entrada da área, bola desvia na zaga, Khune defende.
  • 23 – Diego Renan cruza da esquerda, Pedro Ken cabeceia, Khune cai no canto esquerdo e defende com dificuldade.
  • 25 – Jonathan recebe passe de Kleber, na direita, é derrubado por Mdledle, sente o pé direito e é retirado no carrinho-maca.
  • 27 – Jonathan volta a campo.
  • 28 – Roger recebe de Diego Renan na área e chuta forte. Khune defende no reflexo.
  • 29 – Tshabalala cruza da esquerda, Cláudio Caçapa desvia de cabeça impedindo a conclusão de Modise.
  • 33 – Cruzeiro troca passes até Jonathan cruzar, da direita, forte demais.
  • 35 – Gaxa vai ataque, mas recebe lançamento em posição de impedimento.
  • 36 – Cruzeiro pressiona, mas não finaliza. Defesa dos bafana bafana está cerrada.
  • 38 – Jonathan recebe lançamento e cruza. Wellington Paulista cabeceia, Khune faz grande defesa.
  • 40 – Wellington Paulista chuta de fora da área, bola sai à direita do arco sul-africano.
  • 41 – Alto falntes anunciam gol da Universidad de Chile contra o Flamengo, em Santiago. Torcida celeste comemora.
  • 42 – Roger recebe cruzamento de Jonathan e chuta, mas a defesa corta.
  • 43 – Davids se choca com Kleber e recebe atendimento médico em campo.
  • 47 – Termina o 1º tempo. Alto falantes anunciam que, em Chapecó, Cocota foi chacota. Perdeu por 1xo pra Chapecoense, pela Copa do Brasil. Torcida celeste comemora.

Lances + importantes do 2º tempo anunciam o fim a

  • 23h – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Fabinho substitui Pedro Ken. Bernardo substitui Riger Secco. Shualky substitui Mbuyane.
  • 02 – Bernardo invade a área e chuta cruzado, por cima do travessão.
  • 03 – Bernardo cobra falta pela esquerda, Khune soca bola pra fora da área.
  • 07 – Kleber chuta de fora da área, bola sai à esquerda de Khune.
  • 10 – Bernardo cobra falta, bola acerta o travessão.
  • 11 – Eliandro substitui Kleber.
  • 12 – Magalhães substitui Diego Renan.
  • 13 – Jonathan cobra falta pela direita, Henrique cabeceia, Khune defende.
  • 14 – Cruzeiro ataca muito, torcida se anima e canta alto.
  • 15 – Bernardo chuta de fora da área, Khune defende.
  • 17 – Marquinhos Paraná comete falta em Tshabalala e recebe cartão amarelo.
  • 18 – Confusão na área celeste. Jonathan limpa o lance e sai jogando.
  • 19 – Jali substitui Davids. Letsholonyane substitui Modise.
  • 20 – Bernardo chuta de fora da área, bola sai á esquerda de Khone.
  • 21 – Jali chuta da entrada da área, Fábio defende.
  • 22 – Eliandro cruza da direita, Mdledle cede escanteio. Bernardo cobra, Leonardo Silva não consegue arrematar de cabeça.
  • 23 – Marcos substitui Marquinhos Paraná. Jonathan vai jogar de volante caindo pela direita para tabelar com Marcos.
  • 24 – Wellington Paulista tenta por cobertura, Khune defende.
  • 26 – Marcos lança Jonathan, que cruza. Zaga alivia o perigo.
  • 27 – Jonathan cruza, Eliandro não alcança.
  • 28 – Khumalo cruza da direita, Mphela cabeceia, bola sai à esqueda de Fábio.
  • 30 – Cruzeiro força o jogo marcando saída de bola, África do Sul contra-ataca.
  • 32 – Khune faz cera e recebe cartão amarelo.
  • 33 – Khumalo cruza, Fábio defende pelo alto.
  • 34 – Magalhães cruza da esquerda, Wellington Paulista cabeceia, Khune defende.
  • 35 – Eliandro invade a área pela direita, por cima do travessão. Wellington Paulista reclama.
  • 39 – Bernardo cobra falta, Caçapa cabeceia, defesa corta.
  • 40 – Cale substitui Tshabalala.
  • 41 – Khumalo cruza da direita, Mphela arremata de voleio, por cima do travessão.
  • 42 – Henrique lança Bernardo na área. Armador cruza, defesa cede escanteio. Bernardo cobra, defesa volta a cortar.
  • 43 – Rádio Itatiaia escolhe Khune como o melhor jogador da partida.
  • 44 – Cale cruza da esquerda, bola sai do lado oposto.
  • 45 – Henrique pisa na bola no meio de campo, Mphela fica com a bola e parte em direção ao arco celeste sendo derrubado por Magalhães na meia lua. Lateral celeste recebe cartão amarelo. Deveria ter recebido o vermelho.
  • 46 – Cale cobra falta, Fábio voa no ângulo direito pra salvar o gol africano.
  • 47 – Cale recebe lançamento e, na cara do gol, arremata forte. Fábio faz defesa milagrosa.
  • 48 – Fim de jogo. Seleção da África do Sul recebe o Troféu Governador Aécio Neves.
  • Bernardo: “Foi uma boa experiência. Estou feliz de poder jogar mais vezes este ano. A África do Sul tem jogadores muito velozes.”
  • Fábio: “A África do Sul toca bem a bola, não tem pressa, chega sempre bem e em condições de marcar gols.”
  • Roger Secco: “Foi um jogo morno, chato de se ver.” 

Cruzeiro 0×0 África do Sul, quarta-feira, 17mar10, 21h50min, Mineirão, Belo Horizonte, Amistoso – Transmissão: Sportv (todo Brasil), Globo Minas (MG, exceto JF), Euro Sports (Europa) e Globo Internacional – Público: 13.496 pagantes, 20.250 presentes – Renda: R$168.990.10 - Juiz: Alício Pena Júnior (MG) – Bandeiras: Helbert Costa Andrade (MG/CBF) e Guilherme Dias Camilo (MG/CBF) – Amarelos: Marquinhos Paraná, Magalhães (Cru), Khune, Gaxa (Afr) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa e Diego Renan (Magalhães); Henrique, Marquinhos Paraná (Marcos) e Pedro Ken (Fabinho); Roger (Bernardo); Kleber (Eliandro) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista / África do Sul: Khune; Khumalo, Siyabonga Sangweni, Mdledle e Gaxa; Lance Davids (Jali), Khuboni, Modise (Letsholonyane) e Mbuyane (Schalkwyk); Siphiwe Tshabalala (Cale) e Katlego Mphela. Tec: Carlos Alberto Parreira – Histórico – Foi o 1º jogo entre os dois times e o 33º do Cruzeiro contra seleções nacionais. O Cruzeiro venceu 17, empatou 11 e perdeu 5. Marcou 59 gols e tomou 29. Antes da África do Sul, a única seleção africana que hhavia enfentado a equipe celeste foi a Nigéria, por duas vezes em 1980 na cidade de Lagos. O Cruzeiro ganhou o primeiro jogo por 1×0 e empatou o segundo em 1×1.

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Cruzeiro 3×2 América: Um jogaço!

domingo, 14 de março de 2010

Com 18 pontos, o Cruzeiro está em 2º lugar e precisa vencer pra assumir a liderança do Campeonato Mineiro. E vai tentar cumprir o objetivo com um catadão sem qualquer entrosamento.

Em 8º, com 11 pontos, o América, que saiu do fundo do poço com o treinador Mauro Fernandes, tentará um salto para a 6ª posição com uma vitória.

E vai no 3-5-2 com o que tem de melhor no momento.

Será jogo de pouco público, pois o torcedor celeste está levando a sério a sinalização do clube de que o campeonato não vale coisa alguma.

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Outro catadão sem pé nem cabeça

domingo, 14 de março de 2010

Adílson Baptista poupará Jonathan, Thiago Heleno, Henrique, Roger Secco, Pedro Ken, Kleber, Thiago Ribeiro e Gilberto contra o América, hoje, no Mineirão.

Estão todos cansados de jogar futebol, única atividade que exercem. Bom para o Coelho, que poderá sonhar com a vitória e uma classificação mais folgada.

Ótimo para o Ipatinga, que poderá assumir a liderança e pra Cocota, que poderá lutar pela vantagem nos pleiofes.

Bom para os juvenis Gil, lateral-direito, e Marquinhos, volante, que terão oportunidade de mostrar serviço no catadão.

Bom também pra África do Sul, que treinará contra os titulares do Cruzeiro, na quarta-feira.

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Os primeiros mártires da Libertadores

sábado, 13 de março de 2010

O empate contra o Itália rendeu o maior charivari, aqui no blog. Tensão total. O ponteiro do ciclotímetro bateu no topo e ficou tentando ir além.

Houve xingatório, ameaças, linchamento. Surgiram os primeiros mártires desta Libertadores.

Fico imaginando o que acontecerá quando o Cruzeiro perder sem interferência do Juiz. Perder na moral, sem ter algum vilão externo pra levar a culpa.

Vou estacionar uma van do resgate na porta virtual do PHD pra carregar os termocéfalos. Que serão internados no CARE!

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O torcedor que calcula

sábado, 13 de março de 2010

Prezados Jorge e Evandrão,

Após o resultado de ontem, em parte por alguns comentários de alguns comentaristas do PHD, em parte porque fiquei um pouco preocupado, meus dedos coçaram, a calculadora começou a olhar para mim, eu para ela e…

Caso achem válido postar no PHD ou no portal…

Um abraço!

Vinícius Cabral

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Líder: “Itália deixou boa impressão nos 3 jogos”

sábado, 13 de março de 2010

Pitacos de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro, pela 3ª rodada do Grupo 3 da Libertadores de 2010,em 11mar10, no Estádio Olímpico, em Caracas, Venezuela.

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Fábio e Henrique não perderam o foco

sexta-feira, 12 de março de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro, pela 3ª rodada do Grupo 3 da Libertadores de 2010,em 11mar10, no Estádio Olímpico, em Caracas, Venezuela.

  • Adílson Batista – Sem Ramires, Fabrício e Wagner, o abacaxi de 2010 está mais difícil de descascar. Na dúvida, deveria levar o barco com mais prudência, impedindo que os laterais ataquem ao mesmo tempo. Se tomar esta providência, ficará faltando arranjar um armador eficiente. Se não encontrar, realmente, saberá que não se classificar não é o fim do mundo, mas tão somente, consequência de deficiências no elenco.
  • Torcida – Não se viu uma só camisa azul-estrealda entre os 3 mil torcedores presentes ao Estádio Olímpico. Já em Beagá, cornetas, vuvuzelas e trombetas soaram sem dó dos ouvidos alheios. A má fase da equipe tem movido os tropeiristas.

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Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro: Erros em profusão

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mauro França

Se quiser encaminhar a classificação com certa tranquilidade, o Cruzeiro precisa vencer o Deportivo Itália será o resultado ideal. Para buscar a vitória, Adilson repete a escalação que começou contra o Colo-Colo.

Mesmo porque não há muitas opções no elenco, fragilizado pelos desfalques de Fabrício, Elicarlos, Wellington Paulista, Guerron e Gilberto.

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Itália 2×2 Cruzeiro: Itália frustra torcida celeste

quinta-feira, 11 de março de 2010

Empatado em pontos com o Colo Colo, mas com vantagem no saldo de gols, o Cruzeiro está em 2º lugar no Grupo 3.

Com duas derrotas, o Deportivo Itália é o lanterna do grupo e joga suas últimas chances de tentar a classificação.

O Cruzeiro só não contará com Gilberto, suspenso. O Itália vai completo para o jogo.

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Os clássicos intermunicipais

quinta-feira, 11 de março de 2010

Alguns clássicos intermunicipais que fizeram história no futebol mineiro

  1. Sabará/Nova Lima – Siderúrgica x Villa Nova
  2. Tocantins/Astolfo Dutra – Itararé x Portuense
  3. Poços de Caldas/Andradas – Caldense x Rio Branco
  4. Uberaba/Uberlândia – Uberaba x Uberlândia
  5. Araxá/Patrocínio – Araxá x Patrocinense
  6. Ipatinga/Fabriciano – Ipatinga x Social
  7. Divinópolis/Itaúna – Guarani x Esporte
  8. Três Pontas/Varginha – Trespontano x Flamengo
  9. Visconde do Rio Branco/Ubá – Nacional x Aymorés
  10. Leopoldina/Recreio – Ribeiro Junqueira x Recreio
  11. Paraíso/Passos – Paraisense x Passense
  12. Belo Horizonte/Vespasiano – Cruzeiro x Atlético-MG

Completem a lista, por gentileza.

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Ele tá de olho é na butique dela

quinta-feira, 11 de março de 2010

Por terem as maiores torcidas do Brasil, Fla e Corintiãs deveriam protagonizar a maior rivalidade nacional.

Qual o quê? São velhos camaradas. A ponto de o Timão presentear o Mengão com uma barra de marmelada na reta final do Morrinhão 2009.

Grêmio, por ser um papão de titulos como o Fla, também deveria competir a vera com o rubronegro. O que não aocnteceu na última rodada do Morrinhão passado.

Ao invés de tentar derrubá-lo, o  tricolor presenteou o bambambã da mídia com outra barra de marmelada.

Grêmio e Corintiãs estavam de olho é na butique delas. Ou melhor na sala de troféus do Inter, do St. Pauli e do Palmeiras. Estas são as rivalidades que contam pros dois marmeleiros.

Aqui nas Gerais, o Cruzeiro teve um entrevero de alguns meses, lá pelos idos de 75 e 76, com o Inter. Passou. Viraram bons amigos.

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Chicken Run à mineira

quinta-feira, 11 de março de 2010

A animação inglesa é superior, mas esta versão mineira de Chicken Run até que não é de todo ruim.

As cocotas não querem voltar Teófilo Otoni pra jogar os 25 minutos restantes da partida que estão empatando por 2×2 contra o América local, apodado Dragão do Corcovado.

Que joguem quando se sentirem seguras, longe da máquina de fazer tortas da Família Tweedy. Ou quando o Dragão não precisar mais do resultado pra escapar da segundona.

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Será que Dunga viu Cris tirando Ronaldo?

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Champions League dá régua e compasso. O que nmais Dunga precisa pra convocar certo?

Em Manchester, ManU 4xo Milan e a squadra rossonera foi a pique com todos seus brazucas.

Rooney estraçaiou. Já o pranteado R10, xodó de 100% dos mesa-redondistas da ESPN do B e da SporTV, pfui…

Em Madrid, Real 1×1 Lyon. O talentoso zagueiro Cris, de nobre estirpe azul-estrelada, comeu todos os merengues postos sobre  mesa do Santiago Bernabeu e levou seu time às quartas-de-final.

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Sem prosopopéia

quarta-feira, 10 de março de 2010

Se não chorar, não é time brasileiro. Futebol lacrimogênio é coisa nossa, muito nossa.

Não tem terremoto, altitude, nem torcida fanática? Opa!, então, é preciso arranjar outro motivo pra verter lágrimas.

Eu estava apostando no banhinho ligeirim de três minutos que o condottiere da Venezuela está impondo a seus vassalos.

Mas, qual o quê?, o choro cruzeirense pra o jogo contra o Itália é até prosaico: é contra o gramado seco, que mantém a bola sempre viva.

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As clássicas da Libertadores

quarta-feira, 10 de março de 2010

Libertadores é sempre uma oportunidade para a prática da desculpa esfarrapada, único esporte mais popular do que o futebol neztepaiz.

Algumas clássicas:

  1. Catimba – Os brasileiros sempre foram melhores, mas perdiam por causa da manha dos argentinos. Nas semifinais de 1964, o Independiente, campeão argentino, veio ao Maracanã e bateu no Santos, tricampeão brasileiro, por 3×2, após estar perdendo por 2×0. Em Avellaneda, voltou a vencer: 2×1. E o clube praiano passou bom tempo sem querer falar de Libertadores. Teria faltado segurança, no Maracanã, pros indefesos brasileiros?
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Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (II)

terça-feira, 9 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Após o antológico 5×4 sobre o Inter, o Cruzeiro viajou ao Paraguai para enfrentar o Deportivo Luqueño e o Olímpia, respectivamente, vice e campeão paraguaio de 1975. O Luqueño vencera o clássico local por 3×2. Portanto, o jogo do domingo, 14mar76, seria o confronto dos vencedores da 1ª rodada.

Suspenso, Palhinha era o único desfalque. Piazza retornava à equipe, recuperado da contusão que o afastou do jogo contra o Inter. O Cruzeiro não fez um bom 1º tempo. A defesa teve trabalho pra conter a correria dos atacantes paraguaios. Palhinha fazia falta e Piazza voltou mal. Mesmo com boa atuação de Joãozinho, o ataque não funcionou. Pra complicar, o Luqueño fez 1×0 aos 29 e perdeu chances para ampliar ainda no 1º tempo.

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Vem aí o Morrinhão e suas mutretas

terça-feira, 9 de março de 2010

Saiu a tabela do Morrinhão. Começa a pintar um clima… De mutreta, obviamente. Basta lembra que o último terminou em marmelada.

Malandramente, CBF, Cartel dos 13 e Globo deram um jeitinho de colocar Fla x St. Pauli na abertura. Vão dizer que será o jogos dos hexas.

E o Sport com seu título de 1987 que se dane, pois vivemos no país do manda quem pode. E quem pode não precisa obedecer a lei, nem decisão judicial.

Mas o PHD que não tem nada a ver com as mutretagens dos espertalhões do Eixo, conta a verdade.

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Adílson: “Não precisa perder pra aprender”

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Tupi 3×2 Cruzeiro, pela 8ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010, em 97mar10, no Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora:

  1. Chaves, no PHD: Gilberto jogou bem. Gostei da movimentação e visão de jogo dele. Eliandro mostrou ser um garoto de muita personalidade. Ainda bem que o Inter não conseguiu aliciá-lo.
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